Virgem Milagrosa inabalável no pior furacão de arquipélago colombiano

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Tudo o que os homens tinham feito se mostrava perdido, mas as equipes humanitárias não haviam reparado bem naqueles cenários de devastação no fim de novembro de 2020

No arquipélago colombiano de San Andrés, no Caribe, nada ficou em pé quando o furacão Iota de categoria 5 passou inclemente, flagelando também países vizinhos. Vídeos e fotos nas redes sociais e na mídia deixam isso espantosamente claro, escreveu “Aleteia”.

Mais precisamente foi atingido o 98% das casas de pescadores e dos numerosos turistas que frequentam as belas ilhas.

Tudo o que os homens tinham feito se mostrava perdido, mas as equipes humanitárias não haviam reparado bem naqueles cenários de devastação no fim de novembro de 2020.

Uma imagem de quase um metro e oitenta de Nossa Senhora das Graças, ou da Medalha Milagrosa, feita despretensiosamente em concreto e totalmente pintada de branco.

Ela está montada sobre um grande pedestal acima de uma relevância olhando o mar, e resistiu vitoriosa e incólume ao furacão mais violento que atingiu a Colômbia em toda a sua história.

Os moradores de Santa Catalina, a pequena ilha de dois quilômetros de extensão, parte do arquipélago atingido, tiveram que informar ao presidente da Colômbia, Iván Duque Márquez do fato que os resgatadores não viram ou não repararam.

Presidente da Colômbia (com roupas de resgatadores): “É impactante que após um furacão categoria 5, ela estivesse de pé”.

O chefe de Estado concorreu ao local e ficou espantado. Depois falou pela TV do que tinha visto com seus olhos.

“No percurso por Santa Catalina, várias pessoas nos levaram a um dos pontos mais altos da ilha, onde está a imagem da Virgem Maria.

“É impactante que, após a passagem de um furacão de categoria 5, ela estivesse de pé”, disse o presidente colombiano.

“A Virgem é milagrosa porque salvou muitas vidas nas ilhas”, explicou para ele o governador de San Andrés, a maior das ilhas do arquipélago caribenho.

Recentemente o presidente foi proibido de modo improcedente por um juiz de se referir à Virgem de Chiquinquirá, padroeira do país, em suas redes sociais. A proibição foi anulada por tribunal superior competente, mas revelou o facciosismo anticatólico que se infiltrou na Justiça colombiana.

Enquanto a TV mostrava a imagem da Virgem Milagrosa, como é conhecida, num pedestal alto e propício a sofrer de cara os mais violentos ventos, mas sem nenhum dano.

“A imagem em pé da Virgem Maria é um sinal da presença de Deus (…) em horas amargas e dolorosas a fé nos conforta e nos encoraja a seguir em frente.

“É a presença da mãe que cuida de seus filhos nos momentos de dificuldade”, disse o Pe. Alexander García, do vicariato de San Andrés.

Os danos obrigaram o governo a decretar estado de calamidade pública e a emergência foi de tal magnitude que o presidente Duque Márquez pediu aos EUA “aeronaves de alta capacidade” para mobilizar socorros de diferentes partes do mundo.

O Brasil enviou três aviões com mais de 70 toneladas de ajuda humanitária aos arquipélagos atingidos. Alimentos, água, máscaras, motosserras, geradores de energia, entre outros suprimentos, foram transportados em um Boeing 767 e em dois Airbus 320 da LATAM foram para os arquipélagos tidos como joia do Caribe e maravilha turística por seu mar de sete cores.

A imagem intacta da Virgem Maria “é um convite a continuar lutando em nossa Igreja Católica pela devoção à Bem-aventurada Virgem Maria”, disse o Pe. Marco Tulio Mejía, diretor do Banco Alimentar do Vicariato, que coordena as doações às vítimas.

O presidente Duque, tal vez influenciado pelo assedio judicial frustro, esclareceu: “Eu quero ser respeitoso de todos os credos e cultos, mas o certo é que essa imagem é poderosa”, reportou a rádio RCN.

De fato, Nossa Senhora é a Rainha do Céu e da Terra, e todas as forças da natureza lhe estão submetidas, como Ela o demonstrou mais uma vez na ilha de Santa Catalina.

Fonte: luzesdeesperanca

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