Trump declara que 22 de janeiro é o “Dia Nacional da Santidade da Vida Humana”

0
CHIP SOMODEVILLA / GETTY IMAGES

O presidente dos EUA, Donald J. Trump, declarou o dia 22 de janeiro, aniversário da decisão  Roe v. Wade de 1973, como “Dia Nacional da Santidade da Vida Humana”

Em uma declaração emitida ontem (21) o presidente dos EUA, Donald J. Trump, declarou o dia 22 de janeiro, aniversário da decisão  Roe v. Wade de 1973, que legalizou o aborto em todo o país, como “Dia Nacional da Santidade da Vida Humana“.

O aborto nos Estados Unidos foi legalizado por meio de uma decisão da Suprema Corte, baseada em um pedido de uma mulher que teria supostamente sido estuprada, mas posteriormente confessou que mentiu no caso.

“Peço a cada cidadão desta grande Nação que escute o som do silêncio causado por uma geração perdida para nós, e depois levante a sua voz para todos os afetados pelo aborto, tanto visível como invisível”, disse o presidente.

Em uma declaração emitida ontem, Trump disse que “toda pessoa – os nascidos e os não nascidos, os pobres, os abatidos, os deficientes, os enfermos e os idosos – tem valor inerente” e disse que os EUA “reafirmam orgulhosa e firmemente nosso compromisso de proteger o precioso dom da vida em cada etapa, desde a concepção até a morte natural”.

Ele tocou nos feitos pró-vida da sua administração no país e no estrangeiro.

A proclamação fez referência aos esforços de seu governo para construir “uma coalizão internacional para dissipar o conceito de aborto como um direito humano fundamental” e dizia que sua administração “se oporia a quaisquer projetos que tentassem afirmar um direito global ao aborto financiado pelos contribuintes, a pedido, até o momento da entrega”.

“Nunca nos cansaremos de defender a vida inocente – em casa ou no estrangeiro”, prometeu ele. A proclamação se referia ao recente declínio no número e na taxa de abortos na América.

“Os americanos devem celebrar este declínio no número e na taxa de abortos, que representa vidas salvas”, disse Trump.

Conforme publicação do site estudos nacionais, Trump não se referiu aos problemas técnicos de sub-notificação de abortos legais nos EUA. O número de abortos nos EUA é provavelmente maior do que o registrado nos relatórios, mas ninguém nega que o lobby pró-aborto e a indústria do aborto estão em queda diante do crescimento dos movimentos pró-vidas e da clareza de grande parte da sociedade sobre a importância de defender a vida humana nas suas mais variadas formas e estágios de desenvolvimento.

Trump exortou o Congresso a “proibir abortos tardios”. Na trilha da campanha, ele mencionou repetidamente a defesa dos democratas ao aborto durante todos os nove meses de gravidez e até mesmo a sua oposição à proibição do infanticídio.

Trump também emitiu um agradecimento especial aos pró-vida e àqueles que apoiam as mulheres em “gravidezes inesperadas” e que ajudam a “proporcionar cura às mulheres que tiveram abortos”.

Ele escreveu:

“Como Nação, devemos permanecer firmemente dedicados a profunda verdade de que toda a vida é um dom de Deus, que dota cada pessoa com valor e potencial imensuráveis”, afirmou o presidente.

E acrescentou: No Dia Nacional da Santidade da Vida Humana, celebramos o maravilhoso dom da vida e renovamos nossa determinação de construir uma cultura onde a vida seja sempre reverenciada”.

Os ativistas pró-vida já elogiaram Trump por ser o “presidente mais pró-vida da história”. Ele nomeou juízes conservadores e pró-vida para vários tribunais; impediu que os dólares dos contribuintes financiassem o aborto no estrangeiro;  cortou o financiamento ao Fundo das Nações Unidas para a População, que coopera com o regime de aborto forçado da China; assinou uma lei que permite aos Estados cortar o financiamento à maior corporação de abortos da América, a Planned Parenthood; e cortou cerca de 60 milhões de dólares da Planned Parenthood.

“Toda pessoa – os nascidos e por nascer, os pobres, os abatidos, os deficientes, os enfermos e os idosos – tem valor inerente.  Embora cada jornada seja diferente, nenhuma vida é sem valor ou é inconsequente; os direitos de todas as pessoas devem ser defendidos”, disse Donald Trump.

O texto completo da proclamação presidencial pode ser conferido aqui.

Fonte: Lifesitenews, estudos nacionais, catholicnewsagency

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor registre seu comentário
Por favor, digite seu nome aqui