Toque de recolher da comunidade

0
Divulgação.

Filósofo e historiador argentino faz um alerta sobre os toques de recolher sanitários

Por Antonio Caponnetto

Como tudo o que este governo de ladrões, ignorantes, mentirosos e genocidas faz, a supressão da atividade noturna por decreto não resiste ao menor confronto, não só com critérios científicos, mas simplesmente com hábitos racionais ou lógicos. Como o irritante regulamento de andar com a cara mascarada e os passos medrosos. Como o cruel impedimento de nos aproximarmos dos familiares doentes ou moribundos. Como a demência de substituir a realidade pela virtualidade, a normalidade pela sociopatia e a caridade por um protocolo. Como a eliminação fatídica da presença nas escolas. Como a tola obsessão de nos trancarmos em casa, de nos disciplinarmos despoticamente e até de nos metermos em nossas próprias casas a controlar o número dos que estão à mesa. Como a enlouquecedora decisão de regular as festas sagradas e as atividades religiosas, negando até mesmo aos fiéis católicos a recepção da Eucaristia na boca. Como o frenesi de inocular supostos antídotos, com uma pressa irresponsável e perigosa.

É, simplesmente, um novo ultraje, consumado pela escandalosa aquiescência perante o Poder Mundial, e com a cumplicidade servil da chamada Oposição – cuja dissidência é mais fraca que seus cérebros e mais maleável ​​que seus bolsos – sem esquecer a atuação covarde da Hierarquia Eclesiástica, sempre disposta a apoiar e obedecer as ordens do Estado Homicida.

Imaginar uma praga que ceifa suas vítimas sob a cobertura das sombras noturnas – mais especificamente durante certas horas – pode ser um bom motivo para escrever uma história de terror, como Poe fez. Ou para convencer as crianças de que, à meia noite, a carruagem vai virar abóbora. Mas transformá-la em política sanitária apenas indica o grau de loucura e cinismo, malevolência e desapreço pelo bem comum.

Não é de um toque de recolher sanitário que precisamos. Mas de um toque de alerta comunitário. Quer dizer, toda a comunidade, cansada de ser submetida, saqueada, ultrajada e reduzida à servidão; cansada até de tanta tapeação em nome da saúde, ela decidiu, de uma vez por todas, passar da resistência passiva à ativa.

E resolveu encher as ruas e praças, em grupos com familiares e amigos, com um gesto manso mas firme, para dizer a este regime tirânico que eles são o vírus, a peste, a fonte de todos os contágios e ruínas. Eles são a infirmitas populi, como disse Cícero; isto é, o oposto da verdadeira salus populi ou saúde do povo.

E que somos nós, conseqüentemente, que não queremos que apareçam, nem de noite ou de dia, nem no meio do verão ou durante o rigoroso inverno. Somos nós que acreditamos que eles é que deveriam ser confinados, não mais em suas casas, mas nas prisões; acusados de roubos, de múltiplas maldades, de criminalidade premeditada e de traição a Deus e à Pátria. Fica para os criminosos o sinal de advertência e a punição do toque de recolher, não para os cidadãos comuns, vítimas dessa reinicialização, desse “reset” infernal da vida social.

Não queremos que cuide de nossa saúde um regime que legalizou a matança de inocentes. Nem que nos deem lições de saúde pública aqueles que chamam o ser humano de fenômeno e justificam seu desmembramento durante o aborto. Epidemias reais são combatidas com planos e ensinamentos, diretrizes e experiências de genuínos homens da ciência, não de lacaios da Nova Ordem Mundial. Ouçam a voz daqueles que sabem, em vez de ridicularizá-los ou silenciá-los. Ouçam a sabedoria dos estudiosos, não as imposições financeiras das multinacionais farmacêuticas.

Que nossa mensagem vá para todos os compatriotas determinados a resistir!

Amigo:

Me dicen que los nuestros ya no muestran sus risas,

que van encaretados con triste palidez,

se les quiebra las voces bajo telas gastadas,

los labios escondidos, sin su antigua altivez.

Me dicen que las manos, eternos apretones,

estrujón en las buenas, abrazo en las angustias,

ya no enredan ni enlazan los cuerpos amicales,

son emulsiones frías, pesar de tardes mustias.

Me dicen que a las rondas de mates cimarrones,

a la vera del fuego, del vivac o la playa,

las siegan las usinas del espanto y del luto,

los odiadores torvos del aire y la atalaya.

Me dicen que no hay aulas con cánticos o rondas,

ni bullicios, plegarias, ni el beso de agasajo,

el dulce en los recreos, compartiendo los panes,

el maestro que guía como al son el badajo.

Y me dicen que muchos agonizan a solas

cumpliendo protocolos que inventaron sicarios,

suprimen velatorios, entierros y cortejos,

la muerte se reduce a cenizas y osarios.

Me dicen más y acabo de enumerar penurias,

pero el jinete negro su vileza desboca,

han quitado las fiestas sagradas de los fieles

y han negado que a Cristo se reciba en la boca.

Amigo:

Yo digo que guardemos la bruma y el rocío,

el alba y su lucero, los pasos caminantes,

al que quiera encerrarlos en nombre de la ciencia

le arrojaremos flechas de vidas anhelantes.

Yo digo que guardemos además, la costumbre

del villancico criollo, de la Misa de Gallo,

de la Pascua Florida, de la Octava de Reyes,

que ninguno nos robe el pétalo o el tallo.

Yo digo y lo repito que despleguemos gestos,

abolidos por logias en lúgubres tenidas,

no hay salud sino acerco mis hombros al del otro

ningún toque de queda curará las heridas.

Yo digo, al fin,que vengan nuevos hijos al mundo,

desafiando esas leyes que jamás propusimos,

Yo convoco a la guerra por los cuatro elementos

el agua, el fuego, el aire, la tierra en que nacimos.

Y llamo a desplegar esa normal manera

de hablar, de frecuentarse, de forjar un hogar,

la guitarra en las peñas, los cirios en los templos,

los ríos en sus cauces, la vid en el lagar.

Amigo, sin temores ni alardes yo te digo,

no vencerá la peste fabricada a sabiendas,

pero toma tu espada, el carcaj y el escudo

y alistémonos juntos en eternas contiendas.

Fonte: TOQUE DE QUEDA COMUNITARIO

Você gostou do conteúdo? Apoie o jornalismo independente!

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor registre seu comentário
Por favor, digite seu nome aqui