Socialismo destrói economias, coronavírus não

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O diretor do Conselho Econômico Nacional, Larry Kudlow, e a assessora do presidente Ivanka Trump falam na convenção do CPAC em National Harbor, Maryland, em 28 de fevereiro de 2020 (Samira Bouaou / The Epoch Times)

O diretor do Conselho Econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, declarou na convenção do CPAC (Conferência de Ação Política Conservadora), realizada no dia 28 de fevereiro último no National Harbor, Estado de Maryland, que “o que poderia deprimir a economia é o socialismo, não o coronavírus“.

Em referência aos opositores democratas, especialmente ao principal oponente republicano Bernie Sanders, ressaltou novamente que “o que poderia afundar os Estados Unidos é o socialismo de nossos amigos do outro lado do corredor”.

Apesar do coronavirus já ter feito grande estrago na economia dos Estados Unidos e do mundo, Kudlow acredita que de uma hora para outra a situação pode se reverter. Segundo ele, o declínio da Bolsa de Valores é decorrente das incertezas com relação ao vírus. Uma vez controlada a doença, o quadro pode voltar rapidamente para o estágio anterior. O mesmo não se pode esperar de medidas socializantes propugnadas por Sanders, o qual elogiou os governos de Cuba e Venezuela, e pretende implantar no país um sistema de saúde gratuito para toda população, sem dizer de onde vai tirar o financiamento.

Como se sabe, apesar da crise os EUA vivem numa situação de pleno emprego, impulsionada pelas políticas de crescimento do governo Trump dos últimos anos, especialmente a redução dos impostos e a desregulamentação da economia. Como efeito colateral deste progresso, as mulheres foram as mais beneficiadas. Estatísticas mostram que havia, no final de 2019, 109.000 mais trabalhadoras empregadas do que homens, o que representa 50,04% da força de trabalho.

As feministas do mundo inteiro, se fossem imparciais, poderiam reconhecer no presidente Trump um grande aliado, mas o coronavírus ideológico tomou conta de suas mentes e certamente vão apoiar os socialistas democratas nas próximas eleições, colocando em risco seus empregos e o futuro dos EUA.

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