Roberto Castello Branco foi demitido da Petrobrás. Antes tarde que nunca!

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Roberto Castello Branco

A Petrobrás é assunto quase sempre relacionado à economia, mas a anunciada demissão de seu presidente merece primeiramente um enfoque político e nacionalista. A empresa acaba de fechar 2020 com o maior lucro trimestral da sua história e da história de todas as empresas do Brasil. Mas o presidente da República, Jair Bolsonaro, demitiu, feliz da vida, Roberto Castello Branco, o atual presidente da nossa maior estatal. A razão desta felicidade apesar dos bons números é que nosso presidente comprovou nestes dois anos que tal resultado não é mérito desse presidente cem por cento virtual, e cujo nome lembra, mas não honra, o caráter e a cultura do ex-presidente Humberto de Alencar Castello Branco.

Bolsonaro comprovou o que já sabia. A gigantesca Petrobrás sempre foi lucrativa; seus prejuízos pré-1964 eram causados pelo peleguismo, pós-revolução pelo conluio do PFL/MDB, e pós constituinte pelo conluio PSDB/PT, duplas partidárias cujos membros divergiam nos palanques, mas sempre foram afinadinhos na corrupa dos gabinetes, como provou a Operação Lava Jato.

Castello Branco caiu tarde, e saber por que caiu nos alerta para quantos marajás nomeados podem estar agindo com esta mesma ingratidão e desonestidade moral, e quem amar o Brasil, a ética e a liberdade que só os conservadores promovem e defendem, deve avisar o presidente da República para demiti-los com igual veemência. Nomeado para tão alto cargo de um governo conservador, e presidindo a maior empresa do país sentadinho no sofá de sua casa há um ano, o senhor Castello Branco autorizou a contratação de dois esquerdopatas estrangeiros para ensinar e motivar seus funcionários os mais modernos meios socialistas para destruir a cultura ocidental.

Através do site ‘Brasil Sem Medo’ o povo brasileiro tomou conhecimento de que a Petrobrás contratou a a economista norte americana transexual e ativista libertária Deirdre McCloskey, cuja grande novidade foi a repetição do mantra calunioso e imbecil da esquerdalha tupiniquim, ao declamar como papagaio de bordel que Bolsonaro não é liberal mas ‘fascista contra gays’.

O outro teórico é Klaus Schwab, o organizador do Fórum Econômico Mundial em Davos. Defensor do “Grande Reset”, proferiu palestra online para a alta administração da Petrobrás, cujo modernoso nome “C4IR: O Grande Reset –  alavancando a Quarta Revolução Industrial”, prenuncia que vai cair de quatro todo imbecil que acreditar na sua distopia. E o que significa esse palavrão? Segundo o dicionário virtual dessa gente, a Wikipedia, é a “promoção da vivência em uma “utopia negativa”; lugar ou estado imaginário em que se vive em condições de extrema opressão, desespero ou privação”. Ou seja, distopia é mais uma amostra da infinita e perene ânsia do socialismo em piorar o mundo, pois ainda não nos livramos da prisão imposta pela fraudemia luciferante do chinavírus, e já querem nos enfiar a distopia, um mundo mais turvo e opressor. E você pensa que ele parou por aí? Nããão! No seu livro ele promete que nossos descendentes serão zumbis com seu Reset, pois “levaria a uma fusão de nossa identidade física, digital e biológica”, e em breve “microchips para ler pensamentos serão implantados para controle social”. Não é à toa que seu apelido midiático é “imperador do mal”. Ou seja, é a besta apocalíptica, ou, pelo menos, uma delas; e se o mundo não estivesse possesso de polo a polo o senhor Krauss já teria sido levado para o hospício mais próximo.

Ainda bem que o Dr. Castello não pode mandar a nação inteira ouvir os psicopatas que ele contratou por milhares de dólares. Este barnabé super remunerado deve ser apenas mais um burocrata fabiano, a laia poderosa que promove estes perfis e depois lhes exigem a contratação destes seus ventríloquos do mal. Afinal, quem aceitou trabalhar com FHC 4 anos, com o PT 13, Temer dois e por fim com Bolsonaro, é o típico cortesão da escola frankfurtiana que nunca tem partido, lado ou opinião, apenas interesses pessoais e obediência funcional a essa que é a mais poderosa maçonaria socialista do mundo. E, tenha certeza caro compatriota, não voltaremos à normalidade social se não vencermos estes tiranos. ‘Esquerdite nunca mais’ deve ser nosso mantra diário até o fim dos tempos. Daí que os Castellos Brancos ou de areia que nos remetem ao passado recente e ainda estão nomeados no governo federal devemos denunciar e expurgar.

Porque além da ideologia nefasta, caráter desleal e cultura antinacionalista, eles são sempre incompetentes, como, neste caso, se vê comprovado pela matéria da Associação dos Engenheiros da Petrobrás – AEPET, publicada dois dias após anunciada a sua demissão. Item por item, o corpo técnico da empresa denuncia o quanto o sr. Castello poderia ter feito neste momento de seriedade e lucratividade raras na Petrobrás, mas os ‘fabianos’, ou o sofá, não deixaram.

Quanto à economia, a história da Petrobrás se divide entre ap/dp, antes e depois do pré-sal. Em 1994 a empresa valia pouco mais de 1 bilhão de dólares, em 2003, posse de Lula, já valia 15 bilhões. Com a descoberta do pré-sal chegou a valer 510 bilhões de reais em 2008, chegando ao topo das maiores empresas brasileiras. Mas essa divina dádiva de tanto petróleo serviu primeiro como mais uma prova cabal da demência administrativa petralha. No primeiro ano da tal Dilma, 2013, mesmo com o início da produção desse novo meta lençol (quem não se lembra das mãos de Lula sujas de óleo?), a empresa chegou no final de 2014 batendo recorde de R$ 282 bilhões de dívida, e no correr de um único ano, 2015, quase dobrou, chegando a R$ 402,3 bilhões líquidos. Mais um ano e os petistas entregaram o governo a Michel Temer com a Petrobrás desvalorizada em 85%, o maior recorde negativo da sua história, valendo, em 18.01.2016, na Bolsa, apenas R$ 73,7 bilhões de reais.

Dois anos de Lava Jato frearam os saques, e estes dois últimos anos de governo sério, sem uma única denúncia de corrupção, nem nela nem em qualquer setor ou empresa, salvaram a Petrobrás. No Ibovespa de 07 de dezembro de 2020 o seu valor de mercado já atingiu R$ 360 bilhões. E no último trimestre do ano, o lucro totalizou R$ 59,9 bilhões, o maior já registrado por uma empresa listada na Bolsa de Valores brasileira.

 Finalmente, para desespero dos que tudo fazem contra Bolsonaro e o Brasil, via de regra a mídia globalista apátrida, a esquerdalha nacional, mundial e seus idiotas úteis, esta demissão do dr. Castello Branco foi o mais novo macro acerto do primeiro governo conservador do Brasil República. Até que enfim, foi indicado um presidente de coração brasileiro e muito mais competente, o que permitirá à empresa responder à pergunta presidencial que o recém-demitido não foi capaz. “O petróleo é nosso ou é de um pequeno grupo no Brasil?” Com Bolsonaro é e será nosso. E mesmo que a empresa seja um dia vendida, ela multiplicará os lucros e os impostos tanto quanto a Vale multiplicou, apesar de que esta foi de fato vendida por preço vil na era FHC. Um governo conservador não vende as riquezas da sua nação a preço de maconha. Os votos que o elegem ele paga sendo honesto e eficiente na gestão, bem como fiel na defesa dos sagrados valores da humanidade. Os 100 anos de socialismo provam que seu oxigênio é a destruição – espiritual, moral, social e econômica – como filhos naturais do casamento da corrupa com a violência, que celebram tão logo infestam uma nação.

Em tempo: Essa dupla foi contratada primeiro pelo Ministério das Minas Energia! Sentiu o cheiro? Não, não use máscara, isso é besteira se você não estiver doente. O que você deve fazer se tiver oportunidade é avisar o presidente Bolsonaro, pra ele varrer esse Ministério que a dona Dilma deixou poluído antes de poluir o país inteiro.

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