Relatório de segurança denuncia: Partido comunista chinês faz coleta de dados genéticos dos norte-americanos

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O regime comunista chinês utiliza de investimentos realizados em empresas norte-americanas de biotecnologia, bem como de parcerias com hospitais e universidades, para ter acesso a estes dados confidenciais

O Centro Nacional de Segurança e Contra-Inteligência dos Estados Unidos, uma das principais agências de segurança do país, divulgou relatório neste mês de fevereiro advertindo que a coleta de dados de saúde e de base de dados de DNA dos cidadãos norte-americanos por parte da China representa sérios riscos para a privacidade e para a segurança econômica e nacional dos Estados Unidos.

Segundo a agência, as informações e dados sobre a saúde dos norte-americanos e demais cidadãos ao redor do mundo têm sido coletadas pelo regime comunista chinês já há vários anos. Esta coleta é feita tanto por meios legais quanto por meios ilegais.

De acordo com o relatório da agência de segurança, que pode ser visto neste link, o regime comunista chinês utiliza de investimentos realizados em empresas norte-americanas de biotecnologia, bem como de parcerias com hospitais e universidades, para ter acesso a estes dados confidenciais.

Estando em posse de uma grande quantidade de informações de natureza genética de cidadãos norte-americanos, a China coloca-se na posição de poder ultrapassar os Estados Unidos no campo da biotecnologia, ou transformar essas informações em armas para operações militares.

Ainda conforme o relatório, essas parcerias entre o Partido Comunista Chinês e empresas e instituições de ensino e pesquisa norte-americanas proporcionam às empresas chinesas o acesso amplo a mais dados genéticos sobre grupos mais diversos de pessoas.

O relatório informa ainda que o acesso chinês a estas informações costuma ser obtido também por meio da oferta de serviços de sequenciamento genético a baixo custo. A íntegra do relatório da Centro Nacional de Segurança e Contra-Inteligência dos Estados Unidos por ser lida neste link.

Fonte: Crítica Nacional

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