Reforma constitucional do México propõe legalizar aborto e confusão de gênero

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David Ramos / ACI.

Essas iniciativas são promovidas pela Nações Unidas, que tem um orçamento para o México de 7,5 milhões de dólares

Uma comissão da Câmara dos Deputados do Congresso da União, no México, aprovou no dia 11 de março um parecer que visa legalizar a ideologia de gênero e o aborto através de uma reforma da Constituição.

A Frente Nacional pela Família (FNF) advertiu que na reforma aprovada em nível de comissões “há termos que impulsionam a legalização do aborto, o casamento igualitário e as restrições à liberdade de expressão”.

Depois de aprovado na Comissão de Questões Constitucionais da Câmara dos Deputados, o parecer segue para o Plenário, que poderá votá-lo na terça-feira, dia 16 de março.

Entre as expressões controversas que seriam inseridas na Constituição estão “autonomia reprodutiva”, “livre desenvolvimento da personalidade” e “serviços de saúde sexual e reprodutiva”.

Há também termos como “expressão de gênero”, “casamentos do mesmo sexo”, “igualdade substantiva”, “identidade sexual e genital” e sexos genéricos.

“Desta forma, a ideologia da confusão de gênero seria imposta a partir da Constituição, o que na prática atenta contra a vida, a família e as liberdades fundamentais, gerando um alto risco de danos aos nossos filhos”, disse a FNF.

Em diálogo com ACI Prensa – agência em espanhol do Grupo ACI –, Rodrigo Iván Cortés, presidente da Frente Nacional pela Família, destacou que “se pretende aprovar um parecer que, por meio de termos que não estão em nenhum tratado vinculante para o México, visa promover a legalização do crime de aborto”.

Além disso, advertiu, buscaria desnaturalizar e redefinir “a instituição do casamento”. Disse que essas reformas poderiam “afetar de modo muito grave as liberdades fundamentais, como a liberdade de expressão, a liberdade de consciência e a liberdade religiosa”.

Todas essas reformas, advertiu, poderiam ser aprovadas “em um só pacote, sem levar em conta a população, sem se dar conta dos gravíssimos danos que fariam a esta Nação”.

“Além disso, atendendo a uma agenda que não é do México, é a agenda da Organização das Nações Unidas”, denunciou.

Cortés disse que essas iniciativas são promovidas pelo projeto Spotlight, das Nações Unidas, que tem um orçamento para o México de 7,5 milhões de dólares para supostamente “eliminar todas as formas de violência contra mulheres e meninas no mundo”.

A Frente Nacional pela Família incentivou a assinatura de uma campanha para exigir que o presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, e os deputados federais não aprovem essa reforma constitucional. Para participar, pode acessar AQUI.

Fonte: Aci Digital

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