Por que Angela Merkel está destruindo a Alemanha?

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Angela Merkel

Por que Merkel está torturando, abusando e destruindo o povo alemão com suas mentiras, sua propaganda, sua difamação e proibições, as repressões, o medo, o isolamento e a prisão dos cidadãos? Para proteger o povo? Não, é por causa do Grande Reset!

Há quase um ano, nós, na Alemanha, experimentamos a maior fraude e abuso de poder na era pós-guerra. No início ainda se dizia: a propagação do coronavírus da China deveria ser a pior pandemia do nosso tempo e ameaçar a vida de todos, trazendo a morte quase certa. Mas os fatos e os números mostram que em 2020 o índice de mortalidade não foi significativamente maior do que nos cinco anos anteriores.

No início, Angela Merkel não queria fechar as fronteiras de forma alguma. Além disso, as máscaras não serviriam de nada como medidas de precaução, elas até seriam prejudiciais à saúde, foi dito pelo comitê central de Merkel.

Mas de repente os sinais dos tempos mudaram: o coronavírus foi visto como uma oportunidade para uma gigantesca revolução política. Entre as “elites” globalistas no Vale do Silício, no Fórum Econômico Mundial em Davos, nas Nações Unidas, no Partido Comunista Chinês e, naturalmente, na Chancelaria Federal de Merkel, a situação foi reconhecida como uma oportunidade para um reinício político, uma “Grande Reinicialização”.

Um novo começo que promete um paraíso na Terra – sem liberdade, sem propriedade privada, governado por uma “elite” neomarxista baseada no dinheiro e na tecnologia dos bilionários ocidentais: um falso paraíso modelado na China.

É uma oportunidade histórica de acabar com a ordem existente do mundo ocidental livre, tão odiada pelos ideólogos de esquerda, e de criar uma ordem muito diferente, uma “nova ordem”. Esta é uma nova ordem na qual a imagem do homem e os pilares morais do Mundo Livre, tais como a dignidade do homem, os direitos fundamentais, a liberdade dos cidadãos, a liberdade de expressão, a soberania dos povos, a democracia e o pilar do estado de direito, não mais se aplicam.

O Fórum Econômico Mundial prepara as elites mundiais para a “Grande Reinicialização”.

O confidente de Merkel, Klaus Schwab, que como dirigente do Fórum Econômico Mundial atua como uma espécie de porta-voz da “elite” globalista, está proclamando publicamente que a crise do coronavírus oferece uma oportunidade de mudança política que deve ser aproveitada. O “Grande Reset” tornou-se o tema principal do Fórum Econômico Mundial de 2021.

Uma política para a destruição da ordem existente está em andamento em todo o mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS), órgão da Organização das Nações Unidas (ONU) torna-se o mestre visível do circo internacional. O medo e o pânico são disseminados pela grande mídia. As autoridades governamentais ordenam oficialmente o “distanciamento social” e o uso obrigatório das máscaras. Lojas, escolas, locais recreativos e culturais são fechados. As pessoas são restringidas em sua liberdade de contato, movimento e trabalho, e trancadas em suas casas. Aqueles que resistem são punidos por isso.

Outras opiniões, argumentos científicos, médicos que se opõem, protestos civis e oposição política são desacreditados pelo aparato de propaganda da Merkel e mantidos afastados do público. As manifestações são interrompidas à força. A opinião crítica é censurada. Os críticos são punidos com sanções em todos os níveis, até inclusive a destruição de sua carreira profissional.

As viagens aéreas internacionais são dificultadas ao extremo ou proibidas. O transporte internacional de mercadorias está sendo prejudicado. Para as pequenas e médias empresas, o fechamento de Merkel é uma tragédia, mas para as “Big Techs” e os globalistas a loucura do bloqueio proporciona um lucro de bilhões. Elas estão vendo registrando um crescimento gigantesco da participação no mercado e assegurando seus monopólios globais. Os bilionários são os maiores beneficiados, enquanto os cidadãos perdem seu sustento.

A política de destruição de Angela Merkel

Os propagandistas e vassalos da corte de Merkel se referem a essa política de destruição como o “novo normal”. Esse “novo normal” é simultaneamente propagado e divulgado pelas “Big Techs” e pela “elite” globalista, e elogiado através de seus aparatos de poder como os chamados “novos padrões comunitários”. Esse “novo normal” implementado pelo governo e pelo monopólio das Big Techs, e é favorecido ainda mais pela propaganda maciça do medo, por um lado, e pela censura sem precedentes na história, por outro. A liberdade de expressão está sendo cancelada. De acordo com o princípio de “dividir para reinar”, os setores da população são colocados uns contra os outros. Apoiadores e oponentes das medidas do coronavírus são colocados uns contra os outros. É assim que se cria e se explora politicamente o conflito.

O “novo normal” nada mais é do que a destruição da ordem liberal existente e, portanto, dos valores do Ocidente. Nossa comunidade de valores com suas normas, que se baseiam na tradição da civilização cristã e no Iluminismo ocidental, está sendo atacada, como antes, por outros inimigos da liberdade, como comunistas e nacional-socialistas. Deve ser destruída.

Destruição dos fundamentos da identidade e dos valores de nosso mundo ocidental livre

Este espírito de destruição que Merkel está promovendo, dá espaço a uma ideologia e visão de mundo neomarxista, que procura destruir toda identidade e estrutura do ser historicamente estabelecidas. É a destruição da base de identidade e dos valores de nosso mundo ocidental livre. Na chamada “nova ordem”, nossa identidade e os nossos valores fundamentais não terão mais espaço. Já estamos passando por estas restrições que nos são impostas diariamente. Elas devem se tornar nossa “nova normalidade”.

A ordem e a ideologia neomarxistas querem destruir e superar toda identidade e estrutura estabelecidas da existência humana. Essa cultura de destruição é o suporte ideológico e a diretriz da ação de Angela Merkel. Isto foi observado no passado recente com as questões de família, gênero, nação, religião etc.

No “novo normal”, a proteção da liberdade das pessoas e seus direitos fundamentais não estão mais em primeiro plano, como é o caso numa ordem jurídica liberal-democrática. Em vez disso, a ideologia neomarxista está trazendo a destruição sobre nós, impulsionada pelos funcionários e burocratas desse novo totalitarismo. Essa ideologia e seus burocratas são as pedras angulares do “novo normal”, dessa Nova Ordem Mundial.

Os superfuncionários e ideólogos desse neomarxismo totalitário, que são mais iguais que todos os iguais, caracterizam-se pelo fato de não tolerar no debate público qualquer opinião, argumentação e provas científicas divergentes. Pelo contrário, eles perseguem e censuram usando todos os meios. Os opositores são punidos e desacreditados.

O encarceramento das pessoas nas casas promovido pela Merkel – que a grande mídia gosta de chamar apenas de “lockdown” porque este termo trivializa a abordagem totalitária – é necessário para implementar o “novo normal” e essa “cultura de destruição”. A destruição das pessoas e da sociedade é o pré-requisito para o estabelecimento de uma nova ordem mundial hostil ao nosso mundo ocidental livre. A transição para essa ordem neomarxista do mundo é vendida pelas “elites” globalistas e pelo seu braço de propaganda, a mídia, como sendo simplesmente a “nova normalidade”.

O regime de Merkel trabalha para a “elite” global

Merkel é a figura política da “elite” globalista na Alemanha e na União Europeia. Merkel está implementando a destruição da ordem existente, trancando os cidadãos para promover o “Grande Reset” que as “elites” globais precisam. São as mesmas elites que juntaram riqueza sem precedentes nos últimos 30 anos através da revogação do sistema bancário separado, por Bill Clinton (nos sistemas bancários separados e não universais as instituições geralmente se especializam em alguns serviços financeiros ou grupos de clientes), e com a política de dinheiro barato dos bancos centrais. Ao mesmo tempo, o poder de compra dos cidadãos comuns e suas condições e padrões de vida diminuíram constantemente e as distâncias sociais aumentaram sensivelmente.

Ao abolir o sistema bancário separado, as instituições financeiras das “elites” globalistas puderam comprar bancos de crédito e fundi-los com suas instituições financeiras, algo que antes era proibido por uma boa razão. Através destes bancos de crédito, eles conseguiram obter fundos quase infinitos dos bancos centrais na forma de empréstimos para a compra de produtos financeiros e especulação.

Os bancos de crédito são os únicos beneficiários legalmente autorizados a receber dinheiro na forma de empréstimos dos bancos centrais e depois repassá-lo aos cidadãos e empresas, permitindo assim a manutenção da economia real e da estabilidade monetária.

Após a abolição do sistema bancário separado, esse dinheiro na forma de empréstimos não mais fluía para a manutenção da economia real, mas sim como “dinheiro de jogo” para a especulação promovida pelas instituições financeiras da “elite” globalista. Esse fluxo de dinheiro trouxe uma expansão infinita da oferta de moeda e também uma dívida global que aumentou a oferta de moeda mais de nove vezes nas últimas décadas.

Ou seja, para cada unidade de dinheiro no mundo real, há agora mais de nove vezes a quantidade de dinheiro em especulação sob a forma de produtos financeiros. Trata-se de dinheiro essencialmente sem valor e sem lastro, mas pelo qual estes especuladores financeiros devem pagar os empréstimos. Esses empréstimos são normalmente atendidos através da contração de novos empréstimos junto aos bancos centrais, ou, se isso não funcionar mais, através dos chamados pacotes de resgates que Angela Merkel e seu governo organizam para as “elites” globais e a manutenção desse jogo de monopólio. No final, são os contribuintes, todos nós, que pagamos por isto com nosso trabalho e mantemos este sistema de bola de neve.

Este esquema de bola de neve é a maior bolha financeira da história do mundo, e esta bolha financeira não é mais controlável. Como já podíamos ver com os empréstimos subprime, tais títulos financeiros quase não têm valor equivalente no mundo real. Portanto, os empréstimos infinitamente grandes das “elites” globais nunca serão pagos de volta. Além disso, o aumento da oferta de dinheiro nas últimas três décadas causou inflação, que já atingiu ativos reais nos últimos anos e agora está se espalhando cada vez mais rapidamente para os bens de consumo e, portanto, para o poder de compra dos cidadãos. As “elites” globalistas sabem há muito tempo que este sistema financeiro não pode ser mantido dessa forma por muito mais tempo e que isto terá imensas consequências políticas e sociais.

Em consequência, essas “elites” precisam de uma solução para o estouro da bolha financeira global. E esta é o chamado “Grande Reset”, ou seja: um reinício com um novo sistema. Mas antes disso, você precisa de alguém para culpar pelo fracasso do sistema existente. Um culpado é importante para que os verdadeiros responsáveis e os beneficiados por este gigantesco sistema de fraude não possam ser responsabilizados.

Esses são os mesmos atores imorais que nas últimas três décadas exploraram e abusaram ao extremo de nosso mundo ocidental livre, minaram os princípios da ordem econômica e financeira mais bem-sucedida e, então, empurraram nossa sociedade e a prosperidade de seus cidadãos contra a parede. São agora os novos visionários morais e benfeitores que querem nos impor uma Nova Ordem Mundial, um “novo normal” de acordo com seu gosto. Todos eles querem manter seu poder, com um novo disfarce. Com a ajuda de Angela Merkel e das Big Techs, eles querem nos forçar a isso.

O coronavírus está sendo vendido para nós como a razão para o “Grande Reset”

O culpado deste drama é chamado de coronavírus. A fim de proteger o povo do corona, as elites globalistas decidiram implantar o chamado “Lockdown”, que destrói a ordem econômica e financeira existente, bem como a ordem social.

Como resultado dessa cadeia de destruição, na qual toda identidade de ser humano e social historicamente estabelecida é apagada, uma nova ordem do mundo deve ser criada sob a liderança da “elite” global, sem a garantia dos direitos civis e da ordem jurídica liberal. Um totalitarismo neomarxista deve ser o resultado do “novo normal” e do “Grande Reset”. É uma mudança de sistema. No passado, foram necessárias guerras mundiais, hoje é usada uma pandemia para fazê-la acontecer.

É uma mudança de sistema. Ou como disse Klaus Schwab: “A crise da Covid-19 nos mostrou que nossos antigos sistemas não são mais adequados para o século 21. […] Agora é o momento histórico, a hora, não apenas de combater o vírus severo, mas de moldar o sistema para as necessidades da era pós-corona”.

Portanto, o chamado Lockdown continuará enquanto a Merkel precisar de tempo para destruir as condições sociais na Alemanha, e assim criar as condições para o Grande Reset que as “elites” globalistas e neomarxistas necessitam. Este seria o início de uma Nova Ordem Mundial, que não só é hostil à nossa comunidade de valores livres ocidental, mas que quer acabar com ela.

Quem não quiser acordar irreversivelmente num mundo assim, num futuro previsível e não quiser ser escravo dessa “nova normalidade”, dessa nova ordem social neomarxista totalitária, deve olhar essa realidade de frente e nos olhos, já, hoje. Ainda temos tempo para evitá-la. Temos de nos levantar agora e lutar por nossa liberdade, por nosso mundo livre e por nossa civilização como a conhecemos, em nosso ambiente e em todos os lugares onde podemos agir. Agora, hoje e já!

Fonte: Freiewelt

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