Pentágono cria microchip para implante no corpo que detecta se pessoa assintomática desenvolve a covid-19

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60 Minutes | CBS | Reprodução.

O microchip foi criado por uma equipe de cientistas que trabalham na unidade secreta do Pentágono

Por Thaís Garcia

Cientistas do Pentágono criaram um microchip, que implantado no corpo, detecta o coronavírus antes mesmo de o paciente apresentar quaisquer sintomas. Eles também criaram um filtro revolucionário para remover a covid-19 do sangue por meio de uma máquina de diálise.

O trabalho dos cientistas foi revelado no programa 60 Minutes, da CBS, no domingo (11). O microchip e o filtro foram criados por uma equipe de cientistas que trabalham na unidade secreta do Pentágono, como laboratórios do Pentágono e a Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (DARPA).

Eles observaram o vírus chinês SARS-CoV-2 infectando mais de 1000 pessoas a bordo do super-porta-aviões de propulsão nuclear norte-americano da classe Nimitz, USS Theodore Roosevelt, e desenvolveram um microchip para detectar infecção de covid-19 assintomática, a fim de prevenir um surto.

Este microchip é inserido abaixo da pele. Caso o paciente esteja contaminado com o coronavírus, o chip aciona um sensor.

Os pesquisadores da DARPA disseram que vêm trabalhando há anos em maneiras de prevenir e acabar com as pandemias.

O coronel aposentado Matt Hepburn, um médico infectologista do exército americano que liderou a resposta da DARPA à pandemia, exibiu a tecnologia no programa da CBS.

Hepburn disse: “É como uma luz para ‘verificar o motor’. Os marinheiros recebiam o sinal, então auto administravam uma coleta de sangue e se testavam no local. Podemos ter essa informação em três a cinco minutos. À medida que você trunca esse tempo, ao diagnosticar e tratar, o que você faz é interromper a infecção em seu caminho.”

O coronel também disse ao programa que sua equipe havia inventado um filtro que, se colocado em uma máquina de diálise, removeria o vírus do sangue.
Ele disse que o tratamento de quatro dias havia sido dado à “Paciente 16”, esposa de um militar, que estava com falência de órgãos e choque séptico.

“Você o passa e ele tira o vírus e coloca o sangue de volta”, disse Hepburn.

Ele disse que poucos dias após o tratamento, a paciente havia se recuperado totalmente.

O tratamento agora foi aprovado pelo FDA (agência reguladora dos EUA) para uso de emergência e tem sido usado para tratar quase 300 pacientes enfermos.

Mais de um quarto dos 4.800 membros do USS Theodore Roosevelt testou positivo durante um surto de alto perfil no navio no ano passado.

Fonte: Conexão Política

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