Patriotas poloneses e grupos de direita criam ‘Guarda Nacional’ para defender igrejas de ataques da esquerda radical

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“As comunidades de esquerda afirmam que esta é uma guerra. Sim, é uma guerra e estamos entrando nela”, declarou o chefe da Associação da Marcha da Independência

Desde o fim de semana, a Polônia viu vários ataques violentos contra Igrejas e perseguição aos católicos que compareciam à missa, mas agora patriotas poloneses e grupos de direita criaram um grupo de defesa para defender os católicos contra a agressão de esquerda radical.

Conforme informações do Life Site News, as manifestações estouraram em cidades por toda a Polônia desde que o Tribunal Constitucional do país julgou na quinta-feira (22) que o aborto eugênico violava a constituição da Polônia. Incentivados por uma organização pró-aborto chamada “ Strajk  Kobiet ” (“Greve das Mulheres”) e liderada pelas ativistas Marta  Lempart  e Natalia  Pancewicz , os manifestantes têm vandalizado  igrejas católicas  e monumentos sagrados para patrióticos poloneses e interrompendo missas.

 

Em uma conferência de imprensa organizada em frente à Igreja da Santa Cruz de Varsóvia, Robert Bąkiewicz, chefe da Associação da Marcha da Independência, anunciou que a Polônia está enfrentando atualmente uma revolução neo-bolchevique.

Ele afirmou que os grupos patrióticos não permitirão que aqueles “contra a civilização” ataquem os católicos. Ele disse que ele e grupos com os quais está alinhado estão criando um grupo de autodefesa “católico e cívico” que será conhecido como a “Guarda Nacional”.

(AP Photo/Czarek Sokolowski)

Essas pessoas querem nos destruir. Declaro que a espada da justiça está pendurada sobre eles e, se for necessário, vamos reduzi-los a pó e destruir esta revolução, disse Robert Bąkiewicz.

“Defenderemos cada Igreja, distrito, cidade e vila. Exorto todos os católicos a desistir dessa abordagem pacifista que levou esses selvagens a entrar nas igrejas, profanar altares, profanar a Eucaristia e usar palavras nojentas [contra os católicos]”, disse Bąkiewicz.

Ele explicou que enquanto o lado patriótico estava sendo atacado por ativistas de esquerda, a polícia não fez nada e chegou a exortá-los a parar de rezar porque estava provocando os ativistas.

Bąkiewicz exortou não só católicos e patriotas, mas também padres e bispos a oferecerem um testemunho de fé e sacrifício para lutar por uma Polônia católica que é leal aos seus valores e moralidade.

Acrescentou que a Guarda Nacional vai defender os valores polacos ainda que seja “fisicamente”, porque estão a defender as suas famílias, padres e património cultural.

Ataque a Igreja de São Alexandre na Praça das Três Cruzes de Varsóvia

A medida que os manifestantes vão para as ruas pela sexta noite desde a decisão contra o aborto eugênico, eles estão encontrando cada vez mais as igrejas guardadas por homens devotamente católicos e/ou patrióticos. Na segunda feira (26), os guardas oficiais de segurança da Marcha anual do Dia da Independência da Polônia impediram uma grande multidão de desfigurar a Igreja de São Alexandre na Praça das Três Cruzes de Varsóvia.

Conforme noticiado pelo jornal polonês zyciestolicy, uma multidão se reuniu em frente à igreja e jogou garrafas e pedras na Guarda Nacional. A polícia não conseguiu controlar a situação. Apoiadores de Guarda Nacional e pessoas comuns que não tinham medo de perseguir a multidão de esquerda e vieram em seu socorro. O tópico foi rapidamente abordado pela mídia de esquerda e estrangeira, retratando a situação como uma guerra na praça Trzech Krzyży. Mas eles não relataram quando os abortistas eugênicos atiraram pedras na Igreja.

Está sendo noticiado que torcedores jovens de futebol da Polônia decidiram ajudar a proteger as Igrejas contra os radicais de extrema-esquerda. Um filme de manifestantes pró-aborto fugindo da Archbasilica dos Santos Pedro e Paulo de Poznan mostra um grupo de fãs de futebol “Lech Poznań” assumindo o controle da área. 

O prefeito de Cracóvia proibiu os guardas da cidade de defender as igrejas

O prefeito de Cracóvia, Jacek Majchrowski, escreveu no Facebook que os guardas da cidade de Cracóvia estão proibidos de proteger prédios como igrejas por ordem da polícia.

“Os guardas de Cracóvia estão proibidos de proteger objetos, incluindo aqueles que são partidos ou sedes de escritórios, edifícios religiosos, e de participar na proteção de manifestações, se seu assunto não estiver diretamente relacionado à pandemia”

“Como prefeito da cidade, não tenho competência para dar aos hospitais – mesmo municipais – ordens sobre como tratar pacientes ou realizar procedimentos. No entanto, estou convencido de que os médicos que trabalham em nossos hospitais sempre agem de acordo com a letra da lei e o juramento hipocrático”, escreveu Majchrowski.

“Esta é uma guerra do bem contra o mal”, afirma Robert Bąkiewicz. “Hoje de devemos defender o que é mais sagrado para nós, devemos defender as Igrejas, o Santíssimo Sacramento, hoje devemos estar todos juntos como uma nação para defender as milenares conquistas culturais, religiosas e civilizacionais da Polônia”, complementou o chefe da Associação da Marcha da Independência.

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