Partidário da China comunista escreveu documento para difusão do pânico encomendado pelo governo de Merkel

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Angela Merkel. Foto: pixabay.

Como o lockdown de Merkel foi maquinado: apoiador do regime comunista chinês fez parte do conselho de especialistas do ministro do Interior alemão

Em março de 2020, o governo federal alemão convocou um conselho de especialistas para desenvolver planos para lidar com a iminente epidemia. O grupo de 8 pessoas era formado por sociólogos e economistas e produziu um documento de 17 páginas intitulado “Como controlar a Covid-19”. Divulgamos o assunto aqui nesta plataforma com a intenção de informar nossos leitores sobre o candente tema.

Um dos participantes desse grupo foi Otto Kölbl, que não tinha formação científica que o qualificasse para o conselho – ele é um germanista. E nem sequer tinha um doutoramento. Está, relata o jornal Welt am Sonntag, em vias de obter o seu doutorado e anteriormente atuou como professor de línguas na China Vermelha. Seu tema: cobertura da China comunista pelos meios de comunicação social ocidentais.

E em março de 2020, esse germanista de pouca expressão sentou-se à mesa com o chefe do Instituto Robert Koch. De professor de línguas numa província da China se tornou conselheiro do governo federal – o que para ele não foi uma má escalada.

Como isso aconteceu é uma história que torna o lockdown promovido pelo governo de Angela Merckel ainda mais claro do que quase qualquer outra coisa.

Antes do lockdown, o Ministério do Interior procurava uma forma de justificar e aplicar medidas de “caráter preventivo e repressivo”. Um dia após o início do primeiro lockdown, em 18 de março, o referido documento foi encomendado. Cliente: o ministro do Interior Horst Seehofer, o “rapazinho de Merkel”, para adaptar uma expressão de Helmut Kohl. Os oito especialistas fizeram seu trabalho de forma submissa: previram um milhão de mortes na Alemanha e espalharam o pânico.

Otto Kölbl era um jogador perfeito para a equipe de pânico montada pelo Seehofer. Em 4 de março, ele já havia elogiado as ações dos governantes comunistas em Wuhan num documento privado: “Aprendendo com Wuhan – não há alternativa para conter a Covid-19”. Nenhuma alternativa! Se isso não fosse adequado para a Merkel, o que poderia ser?

Kölbl havia escrito o documento privado com outro especialista em China comunista e distribuiu-o usando seu endereço profissional na Universidade de Lausanne, provavelmente para lhe dar uma aparência universitária. Quando a universidade proibiu a utilização do seu endereço, o Ministério Federal do Interior interveio e enfatizou a importância do especialista em propaganda chinesa para o conselho de especialistas.

A Suíça, conhecida pela sua resistência aos desejos totalitários alemães, reagiu digitalmente: a correspondência do Ministério do Interior alemão foi classificada como falsa. Assim, o pessoal do Seehofer teve de garantir: Sim, o e-mail veio deste nosso ministério.

Kölbl formulou as passagens decisivas do documento de pânico do governo alemão: “Para alcançar o efeito de choque desejado, os efeitos concretos de uma epidemia na sociedade humana devem ser tornados claros: muitas pessoas gravemente doentes são levadas aos hospitais pelos seus familiares, mas ali não são recebidas, e morrem com falta de ar em casa em sua agonia. Morrer por não conseguir receber ar suficiente para os pulmões é um medo primordial para cada ser humano. O mesmo se aplica à situação em que não há nada que possa ser feito para ajudar os familiares cujas vidas estão em perigo. As fotos da Itália são perturbadoras.”

São precisamente essas imagens e é exatamente essa abordagem que se enquadram na política do governo federal e no lockdown de Merkel. Portanto, a pergunta feita pela redação do jornal “Welt am Sontag” sobre o que tornava Otto Kölbl tão especial a ponto de ser nomeado para um conselho de especialistas, é fácil de responder: por ser um partidário do poder totalitário comunista chinês, ele se encaixava perfeitamente com as reivindicações totalitárias do atual governo alemão.

Ao fazer o documento do pânico, porém, o germanista deu uma dica correta, ao dizer: “Além disso, argumentos históricos também devem ser apresentados, de acordo com a fórmula matemática: 2019 = 1919 + 1929”

Esta conta está matematicamente errada – o homem é um germanista! Mas a conta pode ser apresentada de outro modo, e então revela outra coisa:

2019 – 1919 = 1929

Dito de outra forma, a pandemia de 2019, sem a verdadeira pandemia de 1919, ou seja, o lockdown da Merkel conduzirá à pior crise econômica dos tempos modernos. Um maoísta deve estar satisfeito com isto. Porque este tipo de pensamento niilista é maoísta.

Fonte: Frei Welt

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