Para Leonardo Boff, a epidemia é uma ‘retaliação’ da Pachamama – a Mãe Terra

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Para Boff, um padre e herói da Teologia da Libertação comunista, não é por acaso que o vírus explodiu lá “onde a poluição é maior”.

Leonardo Boff, 81 anos, acredita que o coronavírus é “uma retaliação de Gaia pelos insultos que infligimos a ela”. Para Boff, um padre e herói da Teologia da Libertação comunista, não é por acaso que o vírus explodiu lá “onde a poluição é maior”.

Deus castiga? Um bispo norte-americano e vários padres e teólogos vieram à tona para negá-lo, embora as Escrituras pareçam muito claras em dizer o contrário. O professor Roberto de Mattei fez recentemente uma declaração afirmativa sobre a praga que estamos enfrentando.

Há um teólogo para quem o coronavírus é, sim, uma retaliação contra a má conduta do homem, mas não de Deus, mas de Gaia, Mãe Terra: Leonardo Boff, velho amigo do Papa e inspirador de sua encíclica Laudato Si.

No portal de opinião brasileiro A Terra É Redonda, Boff, um teólogo e ex-frade franciscano disciplinado por Bento e reabilitado por Francisco, escreveu recentemente uma colaboração, “As origens do coronavírus”, na qual ele apóia esta tese de peregrino: a pandemia que vivemos é uma “retaliação” do planeta, que ele entende de acordo com a tese de James Lovelock, como um ser vivo ao qual pertencemos. Uma terra que, nas palavras de Boff, “sente, pensa, ama, venera e se importa”. Isso é puro paganismo, não importa como você o veja.

A coluna está cheia de citações, mas, curiosamente, em um teólogo, a única fonte não secular cuja opinião é coletada é a do Papa Francisco, e isso é expresso apenas em sua encíclica “ecológica”, Laudato Sì. Deus, Cristo, Maria ou qualquer realidade sobrenatural brilha absolutamente por sua ausência.

A tese de Boff, que é mantida apenas por ecologistas radicais com uma certa inclinação mística, é em parte não apenas estranha ao cristianismo, que deveria não apenas ser fé, mas também “especialidade profissional”, mas incompatível com sua concepção de homem.

Boff diz: “Os astronautas tinham a mesma percepção de suas naves espaciais e a Lua: a Terra e a humanidade constituem a mesma entidade”. Obviamente não. Deus fez o homem morrer para salvar os seres humanos caídos pelo pecado, não para salvar o planeta que, de fato, é chamado à destruição, o que quer que façamos.

“Depois de perceber isso, nunca mais abandonaremos nossa consciência de que o destino da Terra e da humanidade é inextricavelmente comum”. Os dias da terra são contados, embora sejam medidos em trilhões de trilhões. O destino dos seres humanos é a eternidade, a vida que não tem fim. Nada de destino comum.

E termina: “Como somos seres de inteligência e amantes da vida, podemos mudar o curso de nosso destino. Que o Espírito Criador nos fortaleça para esse propósito”. Já colocado, eu poderia acabar dizendo: “Que a Força esteja com você”. Não soaria menos cristão.

Fonte: Templário de Maria

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