Os perigos das vacinas anti-Covid-19

0
Foto: Dado Ruvic/Reuters/Ilustração/Arquivo.

A atual pandemia do novo coronavírus trouxe à tona muitos problemas, na esfera privada, pública, civil, religiosa, nacional e internacional.

Muito se fala neste momento sobre as vacinas como método de prevenção à Covid-19 oriunda da China. Há uma corrida de muitos laboratórios por todo o mundo na busca de sua produção. Alguns problemas emergem dessa busca, dentre os quais, o uso de células fetais provenientes de aborto para a produção das vacinas.

Os governos de todo o mundo estão considerando o seguinte para combater a Covid-19:

  • Vacinação obrigatória de todas as pessoas no mundo. As doses estão sendo produzidas de uma forma acelerada, nunca vista antes; ademais, as vacinas não foram devidamente aprovadas pelos órgãos competentes e podem inclusive alterar genes.
  • Vacinas desenvolvidas sem testes em animais antes de testes em humanos;
  • Produção de vacinas usando tecido de crianças abortadas.

Algumas considerações sobre estes pontos foram feitas em um estudo produzido pelo analista político, Robert G. Marshall, o qual recomendamos a leitura. Algumas destas considerações, muito importantes, seguem abaixo:

Algumas vacinas que estão sendo desenvolvidas operam reestruturando o DNA de células e podem produzir uma variedade efeitos colaterais, como inflamação crônica, mutações, replicação de DNA, respostas auto-imunes e ativação de tumores. Somado a isso, pesquisadores estão avaliando o período de tempo muito curto com que muitos laboratórios e empresas estão propondo para o desenvolvimento da vacina, o que aparentemente inclui ignorar o processo normal do primeiro teste ser realizado em animais, para maior eficácia e segurança.

Com relação à vacinação em massa (obrigatória) da população mundial,  um aviso preventivo apareceu na revista Science em 17 de março de 1972:

“Poucas oportunidades seriam mais graves para desastres causados pelo homem do que as campanhas de imunização em massa que são agora rotina em muitos países. Se as preparações de vacinas forem contaminadas com um agente não detectado presente nas células hospedeiras, como um vírus causador de câncer, toda uma produção de vacinas poderá se tornar um risco. Esta, é claro, não é a história de terror de um escritor de ficção científica – já aconteceu uma vez; milhões de pessoas foram injetadas com um vírus de macaco conhecido como SV40 que foi encontrado em 1961 contaminando vacinas contra a poliomielite e adenovírus. O vírus causa câncer em hamsters, ninguém ainda sabe o que ele pode fazer no homem.” [1]

O Dr. Alan Moy, do Instituto Papa João Paulo II, sugere que o tempo atualmente previsto de 12 a 18 meses de desenvolvimento de uma vacina anti Covid-19 pode ser excepcionalmente otimista. “A Academia e a indústria farmacêutica não foram capazes de desenvolver uma vacina após o surto da SARS em 2002 e o surto de MERS em 2012. A tecnologia da produção de vacinas desde 2012 melhorou apenas modestamente….”

Além destes problemas, há a preocupação (fundamentada) de uma vacina anti Covid-19 obrigatória para todas as pessoas do mundo –, ser uma estratégia anexa ao plano de dominação global, orquestrado por globalistas, tendo em vista uma ditadura mundial.

O Evento 201(Event 201), realizado em outubro de 2019 (antes da pandemia) pelo Centro de Saúde e Segurança da Johns Hopkins Bloomberg School em parceria com World Economic Forum e a Fundação Bill e Melinda Gates, simulou uma pandemia mundial de coronavírus. Parte do “realismo” no Evento 201 foi a estimativa de que, sem a vacina disponível em seu cenário, poderia haver 65 milhões de mortes em 18 meses.

Curiosamente o fundador da Microsoft, Bill Gates, que atua em parceria com a sua esposa, Melinda, na Fundação Bill e Melinda Gates, é o maior financiador de vacinas do mundo. Recentemente ele afirmou: “A humanidade nunca teve uma tarefa mais urgente do que criar ampla imunidade ao coronavírus. Realisticamente, se quisermos voltar ao normal, precisamos desenvolver uma vacina segura e eficaz. Precisamos de bilhões de doses, precisamos divulgá-las para todas as partes do mundo e precisamos que tudo isso aconteça o mais rápido possível … Simplesmente não há alternativa.”

O Fórum Econômico Mundial, parceiro do Event 201, anunciou em 3 de junho uma discussão sobre a necessidade de um Reset ou redefinição da economia em escala global. A crise provocada pelo coronavírus, segundo o Fórum, é uma oportunidade para “moldar a recuperação” e redesenhar o que será “o futuro estado das relações globais, a direção das economias nacionais, as prioridades das sociedades, a natureza dos modelos de negócios e a gestão dos bens comuns globais.”

Veja aqui como o Fórum Econômico Mundial prevê a próxima década: “Não possuo nada, não tenho privacidade e a vida nunca foi melhor”.

Propostas e programas de rastreamento de pessoas corroboram a necessidade de se ter atenção sobre a periculosidade da vacinação obrigatória como estratégia para fins totalitários. Um programa sul-coreano de rastreamento de contato digital para identificar os portadores da Covid-19 e seus movimentos geográficos, permite que os investigadores acompanhem os percursos do paciente em menos de um minuto. Este programa foi elogiado por Bill Gates.

Engenheiros do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, desenvolveram uma maneira de incorporar a uma dose de vacina um registro detectável, que pode ser lido por telefones celulares com um filtro especial. O trabalho foi financiado pela Fundação Bill e Melinda Gates e surgiu devido a uma solicitação direta do fundador e filantropo da Microsoft, Bill Gates.

O esforço maciço de vacinação em todo o mundo não poderia produzir um rastreamento permanente, pelo Big Brother, dos indivíduos? Isso não fará parte do Reset proposto pelo Fórum Econômico Mundial? Este não seria um meio através do qual se cerceia a liberdade individual tendo em vista a instauração de uma ditadura mundial?

Vacina anti Covid-19 o uso de linhagens celulares provenientes de aborto

Há uma lista produzida pela organização Children of God for Life, na qual é possível verificar quais laboratórios no mundo desenvolvem a vacina contra a Covid-19 Com células de bebês abortados.

No final de semana do dia 20 e 21 de junho, testes da vacina ChAdOx1 nCoV-19, produzida pela Universidade de Oxford contra a doença, começaram na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

A confirmação do início dos testes foi divulgada, em nota, pela Fundação Lemann, que financia o projeto. Os testes devem contar, de acordo com a Unifesp, com dois mil voluntários em São Paulo e com mais mil no Rio de Janeiro, onde serão realizados pela Rede D’Or.

Conforme o Tabipacademy, o Brasil anunciou um contrato de US $127 milhões para começar a produzir localmente a vacina Oxford-AstraZeneca.

O problema desta vacina fabricada pela Universidade de Oxford, a ChAdOx1, é que ela é desenvolvida com uma linhagem de células renais fetais humanas chamada HEK-293.

A HEK-293 foi originalmente derivada de tecido renal retirado de uma menina que foi abortada na Holanda em 1972 e posteriormente desenvolvida em uma linhagem celular em um laboratório em 1973, informou o Life Site News.

Recentemente, no dia 26 de junho, a Organização Mundial de Saúde (OMS) [pró aborto] comentou que a ChAdOx1 nCoV-19, vacina produzida pela Universidade de Oxford em parceria com a indústria farmacêutica AstraZeneca, é a “mais avançada” do mundo “em termos de desenvolvimento”.

A cientista-chefe da OMS, Soumya Swaminathan, também defendeu que a pesquisa da norte-americana Moderna na produção de vacina contra a Covid-19 “não fica muito atrás” do estágio de desenvolvimento da AstraZeneca.

A vacina desenvolvida pela empresa Moderna também é desenvolvida com linhagens celulares provenientes de aborto. As vacinas desenvolvidas pela Universidade de Oxford-AstraZeneca e pela Moderna Inc, são as que estão mais adiantadas, segundo a OMS, contra a Covid-19.

É importante destacar uma lista publicada pela OMS, em 7 de julho, com o cenário das vacinas mais adiantadas (que competem) no combate a Covid-19. Vinte e um laboratórios já iniciaram os testes. Pelo menos cinco desenvolvem as vacinas com linhagens celulares oriundas de aborto. São eles: CanSino Biological, Inovio Pharmaceuticals, Moderna/NIAID, University of Oxford e Beijing Institute.

O cenário, em resumo, é este: há vacinas anti Covid-19 sendo desenvolvidas com linhagens celulares de fetos abortados. A OMS está promovendo dois laboratórios dentre todos os que estão tentando desenvolver a vacina, ambos a desenvolvem com células fetais oriundas de aborto. No Brasil iniciam os testes com uma vacina que, segundo a lista publicada pela Children of God for Life, é desenvolvida com células fetais de um bebê abortado na década de 1970. O cerco está fechando.

Há 60 anos dificilmente alguém se depararia com o dilema de receber ou não uma vacina desenvolvida com células fetais de um bebê abortado. Hoje, em virtude da crise moral do mundo e o avanço da cultura da morte, este dilema está a bater em nossa porta.

É moralmente lícito receber uma vacina desenvolvida com linhagens celulares oriundas de aborto?

Em primeiro lugar é importante compreender que nunca é lícito matar um inocente, nem para salvar a própria vida. Portanto, não se justifica um aborto afirmando que o bebê assassinado irá salvar muitas vidas se suas células forem utilizadas para a produção de uma vacina contra uma doença letal. Não se usam meios injustos para realizar um fim justo. O fim bom necessariamente tem um meio bom. Isso é lei inscrita no coração do homem.

Em junho de 2003, perguntaram ao cardeal Ratzinger se as vacinas relacionadas ao aborto podem ser usadas licitamente para prevenção de doenças quando a lei civil exige vacinação para a frequência escolar das crianças. A pedido de Ratzinger a Academia Pontifícia para a Vida (PAL) respondeu ao questionamento através de um relatório e, a partir de critérios morais, deu as seguintes orientações, muito úteis frente ao atual problema das vacinas Covid-19 produzidas com linhagens celulares descendentes de aborto.

Em primeiro lugar, diz o estudo, cabe aos fiéis e cidadãos de consciência correta (pais de famílias, médicos etc.) se oporem, apresentando objeção de consciência aos ataques cada vez mais difundidos contra a vida, e à “cultura da morte” que a oprime. Além disso, em nível cultural, o uso de tais vacinas contribui para a criação de um consenso social generalizado favorável ao funcionamento das indústrias farmacêuticas que as produzem de maneira imoral.

Assim, os médicos e pais de famílias têm o dever de recorrer a vacinas alternativas (se existentes), pressionando as autoridades políticas e os sistemas de saúde para que outras vacinas sem problemas morais se tornem disponíveis. Devem recorrer, se necessário, ao uso de objeções de consciência no que diz respeito à utilização de vacinas produzidas por meio de linhagens celulares de origem fetal humana abortada. Igualmente, devem se opor, utilizando de todos os meios (por escrito, através das várias associações, meios de comunicação de massa etc.) às vacinas que ainda não têm alternativas moralmente aceitáveis, fazendo pressão para que sejam criadas vacinas alternativas, que não estejam relacionadas ao aborto de um feto humano e solicitando rigoroso controle legal dos produtores da indústria farmacêutica.

Com relação às doenças contra as quais não existem vacinas alternativas disponíveis e eticamente aceitáveis, é correto abster-se de usá-las se isso puder ser feito sem causar riscos significativos à saúde das crianças e, indiretamente, da população como um todo. Entretanto, se estas últimas estiverem expostas a perigos consideráveis para sua saúde, as vacinas com problemas morais a elas pertinentes também podem ser usadas temporariamente.

O que fazer?

Diante dos problemas atrelados à corrida por uma vacina contra a Covid-19 dentre os quais está a sua produção realizada com linhagens celulares oriundas de aborto, algumas ações devem ser requeridas, dentre as quais, estas:

•           Testes em animais devem ser conduzidos antes dos testes em humanos, conforme exigido pelo Código de Nuremberg após o julgamento dos crimes de guerra nazistas da Segunda Guerra Mundial;

•           Os tecidos derivados de crianças abortadas não devem ser utilizados;

•           A modificação vacinal do RNA ou DNA humano não deve ser permitida;

•           As informações de teste enviadas para a comercialização de vacinas Covid-19 Com resumos devem ser disponibilizadas ao público no nível de leitura;

•             As alegações de segurança devem ser apresentadas com precisão indicando a taxa de risco de dano em benefício do paciente;

•           A vacinação Covid-19 não deve ser obrigatória, nem deve haver sanções legais por falta de vacinação;

•           O consentimento dos pais para a vacinação de menores deve ser mantido.

Exemplo de Defesa da Vida nos EUA

Em junho de 2019, o governo do presidente Trump, a pedido dos pró-vidas suspendeu o financiamento federal de contratos de pesquisa aprovados anteriormente, que usavam tecidos derivados de abortos eletivos [2].

Em 26 de março deste ano, quinze procuradores-gerais do estado escreveram ao presidente Trump pedindo que ele divulgasse sua proibição em junho de 2019 do uso de tecido fetal para acelerar o desenvolvimento de vacinas para combater a Covid-19. Líderes religiosos e católicos pró-vida, bem como porta-vozes de organizações médicas, jurídicas e de defesa da vida, escreveram ao Comissário da Food and Drug Administration (FDA), agência federal do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, Dr. Stephen Hahn, em 17 de abril de 2020, insistindo fortemente para que ele não concedesse financiamento do governo ao desenvolvimento de uma vacina contra a Covid-19 que esteja de alguma forma ligada ao uso de tecido de crianças abortadas.

A cultura da morte avança rápido, urgente é a Defesa da Vida!

[1] Herbert Ratner, Nature, the Physician and the Family, Selected Writings of Herbert Ratner, M. D., ed., Mary Tim Baggott, M. D., Author House, Bloomington, Indiana, 2nd Edition, 2007, p 263.

[2] Amy Goldstein, “Proibição de Trump para a pesquisa de tecidos fetais bloqueia os esforços de tratamento com coronavírus”, The Washington Post , 18/3/20

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor registre seu comentário
Por favor, digite seu nome aqui