ONU e Fundação Soros celebram aborto legal na Argentina

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Foto: IMF Staff Photographer/Michael Spilotro.

O aborto foi legalizado na Argentina “para apoiar os compromissos com órgãos do poder globalista”

A ONU Mulheres e a Open Society Foundations de George Soros celebraram e parabenizaram as feministas e o governo de Alberto Fernández pela legalização do aborto em 30 de dezembro.

Em publicação na rede social Twitter, a ONU Mulheres Argentina celebrou que o aborto “é lei” naquele país, por isso parabenizou “o movimento feminista e o Estado argentino por esta importante conquista”.

#Esley! 🙌
Felicitamos al movimiento feminista y al estado argentino por este significativo logro.
Por todos los años de movilización por los #derechosreproductivosysexuales que hoy se consagran en la ley.— ONU Mujeres Argentina (@ONUMujeresArg) December 30, 2020

A celebração contou com a presença de outras sedes da ONU Mulheres, como a do México, a conta principal em espanhol da ONU Mulheres, assim como do escritório no México do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos.

Por sua vez, Kavita Nandini Ramdas, diretora do Programa de Direitos Humanos da fundação Soros, expressou no Twitter sua felicitação às feministas da Argentina e destacou que a legalização do aborto neste país é “um lembrete de que as eleições reais para as mulheres, incluem o aborto legal, seguro”.

Ramdas também disse que esta é “uma conquista notável de um movimento liderado por mulheres para o cuidado, a liberdade e a justiça social e econômica. Bravo Argentina! Nós celebramos!”.

Em 30 de dezembro, após 12 horas de debate, o Senado da Argentina aprovou, com 38 votos a favor, 29 contra e 1 abstenção, o projeto de legalização do aborto promovido por Alberto Fernández, presidente do país.

O projeto já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados em 11 de dezembro.

A nova lei do aborto na Argentina permitirá livremente esta prática até 14 semanas de gestação, e durante os nove meses de gravidez com a justificativa de “perigo à vida ou à saúde integral” da mãe. O conceito “saúde integral”, de acordo com Lei, é tão amplo, que permite o aborto praticamente por qualquer motivo, ou por qualquer desconforto.

Em declarações à ACI Prensa, agência em espanhol do grupo ACI, o cientista político pró-vida argentino Agustín Laje disse que “é lógico que essas pessoas saiam para comemorar porque a legalização do aborto é promovida por agências internacionais, organismos internacionais e ONGs internacionais”.

“O aborto nunca foi uma demanda popular na Argentina”, enfatizou.

Citando pesquisas realizadas no país, Laje destacou que cerca de 75% dos argentinos rejeitam a legalização do aborto.

“Porém, quando se consomem os meios de comunicação, criam uma ‘realidade’ de que todo o país seria praticamente a favor do aborto”, alertou.

Laje destacou que “isso foi obviamente muito bem financiado pelas organizações que agora o celebram: ONU Mulheres, Open Society Foundations, IPPF (International Planned Parenthood Federation) e todas as outras siglas que já conhecemos muito bem”.

“Não estou impressionado com o fato de que estão celebrando publicamente porque esta foi uma lei aprovada para eles, não para o povo argentino”, disse.

O aborto, continuou, foi legalizado na Argentina “para apoiar os compromissos internacionais que tanto este governo como o anterior contraíram com órgãos muito importantes do poder globalista”.

Com informações: Aci Digital

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