ONG pró-aborto é proibida pela Justiça de usar “Católicas” no nome

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A abertura do processo para a exclusão do nome “Católicas” foi feito pela Associação Centro Dom Bosco de Fé e Cultura

⁣O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que a ONG então chamada Católicas Pelo Direito de Decidir não poderá mais utilizar o termo “Católicas” em seu nome, por defender valores contrários aos da Igreja Católica.

A decisão pode modificar apenas o nome da ONG brasileira, já que essa ONG é internacional, vista com frequência com seu nome em inglês, Catholic for Free Choice.

A ONG tem justamente o objetivo de simular controversa sobre o tema, já que a doutrina da Igreja Católica sobre o aborto é muito clara. O objetivo sempre foi enganar desavisados e servir de argumento na mão de juízes e autoridades favoráveis à indústria da morte, como mostra a história por trás da criaçao da ONG. ⁣

A decisão ocorreu diante do pedido feito pela Associação Centro Dom Bosco de Fé e Cultura.Anúncio:

Com objetivo de esclarecer eventuais enganos, em 2008, a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), emitiu nota oficial alertando que a referida ONG não é uma entidade católica, mas uma entidade feminista que traz em seu trabalho a luta por questões diretamente contrárias à doutrina e à moral do Igreja Católica.

Atuação da ONG no ativismo pró-aborto

A ONG é extremamente eficiente no lobby pró-aborto em todo o mundo e conta com vultoso financiamento internacional para isso. A ONG é vista como produto da indústria do aborto. Sobram exemplos de atividades de lobby feitos pela ONG. A famosa Norma Técnica abortista do Ministério da Saúde, que determinava realização de abortos sem boletim de ocorrência, por exemplo, na época da gestão petista no Executivo Federal, teve como colaborador em sua redação uma médica vinculado à ONG.

A ONG também esteve presente na audiência pública do STF, em 2018, requerendo a liberação do aborto.

Financiamento internacional

A filial brasileira da ONG Católicas pelo Direito de Decidi recebeu, em 2019, 90 mil dólares da ONG IWHC, esta, fundada na década de 1980 para impulsionar, com recursos de fundações globalistas internacionais, a pauta do aborto em todo o mundo.

A ONG internacional IWHC funciona como intermediária entre grandes fundações e ONGs menores, para lobby em favor da ampliação dos mercados da indústria do aborto no mundo. No relatório de 2019 da IWHC, onde consta os 90 mil dólares que destinou à Católicas pelo Direito de Decidir no Brasil, consta também, na página 30, que a IWHC recebeu entre outubro de 1º de 2018 e 30 de setembro de 2019, doações de diversas fundações globalistas. No grupo de doadores com aportes superiores a 100 mil dólares, destacam-se as fundações: Open Society Foundations, do magnata George Soros; OAK Foundation; The David and Lucile Packard Foundation, entre outras.

Com recursos internacionais, ONG pagou pesquisa de opinião pública no Brasil

A ONG Católicas pelo Direito de Decidir orgulha-se de ter financiado uma pesquisa de opinião pública sobre o aborto no Brasil, feita por um grande instituto de pesquisa, anos atrás. Essas pesquisas, em geral, custam cerca de 100 a 200 mil reais, por terem amplitude nacional. No prospecto do resultado da pesquisa, a ONG trazia seu nome e as marcas das apoiadoras, a IWHC e a IPPF.

A sigla IPPF (“International Planned Parenthood Federation“) denomina a federação para lobby pró-aborto que leva o nome Planned Parenthood, a maior clínica de abortos do mundo. A federação é o braço “sem fins lucrativos” da clínica de abortos internacional. A ação de financiar uma pesquisa de opinião no Brasil se caracteriza uma evidente ação da clínica de abortos em parceria com as ONGs, para ampliação de seu mercado. Por meio de ações para legalizar o aborto, a clínica espera posterior exploração do mercado brasileiro, em seu serviço que se baseia na eliminação de vidas humanas intrauterinas.

Em 2016, é possível encontrar em relatórios financeiros da IPPF, doações para Católicas pelo Direito de Decidir do Peru. Estes exemplos ilustram como funciona o esquema de fomento internacional da indústria do aborto para ONGs de militância abortista. Mais informações sobre isso podem ser encontradas, em português, no estudo “18 milhões de dólares para legalizar o aborto no Brasil, via judiciário” e em artigo específico sobre a “indústria do aborto“.

Essa interferência internacional da indústria do aborto vem sendo negligenciada e permitida por governos, ministério público e demais órgaos e autoridades, que deveriam zelar pela soberania e interesses nacionais no Brasil, afinal, o esquema envolve agentes internacionais atuando para subversão de leis e costumes no Brasil. Estes agentes externos possuem escusos objetivos financeiros, ideológicos, políticos, sociais e de controle demográfico. Como gravante, a interferência enseja revogação de normas constitucionais e a violação de uma cláusula pétrea, o art. 5º da Constituição Federal (Carta Magna), sobre o direito inviolável da vida humana.

Fonte: Estudos Nacionais. Informações sobre a decisão judicial: Migalhas.

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