OMS orienta reduzir sensibilidade de testes após início de vacinação pelo mundo e vitória de Joe Biden

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(FILES) In this file photo taken on March 11, 2020 World Health Organization (WHO) Director-General Tedros Adhanom Ghebreyesus attends a daily press briefing on COVID-19, the disease caused by the novel coronavirus, at the WHO heardquaters in Geneva. Congressional Republicans on April 16, 2020 urged President Donald Trump to condition US funding for the World Health Organization on the resignation of its chief over his handling of the coronavirus pandemic.Seventeen Republicans on the House Foreign Affairs Committee said they had "lost faith" in Tedros Adhanom Ghebreyesuss

A orientação pode diminuir percepção da doença e simular uma efetividade das vacinações

Após a chegada das tão aguardadas vacinas, e já após a vitória garantida de Joe Biden para a presidência dos EUA, a OMS resolveu convenientemente dar ouvidos ao problema dos falsos positivos nos testes para Covid, conforme noticiou Estudos Nacionais. A orientação pode reduzir percepção de casos da doença e simular uma efetividade das vacinações que já se iniciaram.

No dia 13 de janeiro de 2021, a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou uma nova orientação sobre os testes PCR, mais usados ao longo de 2020, alertando para o risco de falsos positivos, o que já vinha sendo denunciado por médicos durante o ano passado. Segundo a OMS, quanto maior os ciclos do teste maior a probabilidade de um falso positivo. O número de ciclo indica a sensibilidade do teste, que com um número muito alto pode detectar o novo coronavírus a partir de baixa carga viral ou mesmo confundir com outros vírus.

Depois de muitos alertas, inclusive alguns trabalho publicados no início do ano e divulgados por Estudos Nacionais, a OMS resolveu dar ouvidos ao problema justamente quando o mundo assiste notícias diárias sobre início de vacinação. Segundo o médico Alessandro Loiola, a simples mudança de 40 ciclos para 25 poderá reduzir a incidência do vírus em mais de 60%.

“Mude a quantidade de ciclos do PCR e veja a mágica acontecer”, disse o médico nas redes sociais.

A OMS nem mesmo disfarçou diante das polêmicas com o ex-presidente Donald Trump, que rompeu com a entidade: a orientação que pode reduzir a percepção da gravidade da pandemia ocorre logo após a vitória de Joe Biden, assumido apoiador da organização, que já declarou que não fará lockdown e prevê insumos milionários para “conter pandemia”.

A manipulação

O pneumologista Wagner Malheiros diz que o teste PCR nunca foi o ideal para diagnosticar a doença, justamente por ser um teste de captação que vai ampliando a busca por meio dos ciclos. O diagnóstico de Covid, para ele, deve ser o clínico, baseado em sintomas, ou radiológico (tomografia). Para o pneumologista, a mudança na sensibilidade do teste trará uma percepção de que o número de casos está caindo, o que será associado às vacinas.

“Eles não podem continuar usando o PCR depois de vacinar. Porque vai acabar mostrando que não está diminuindo nada. Por que? Porque tinha um monte de falso positivos!”, diz o médico, que critica a organização e a condução da pandemia.

“Este pessoal é canalha! Eles sabem o que estão fazendo. Desde o início eles sabiam o que estavam fazendo. Eles estão manipulando tudo! É uma coisa impressionante! Usaram o PCR para apavorar, para estimular o uso da vacina, agora vão usar o PCR retirando ele para justificar que a vacina está melhorando demais”, diz Malheiros.

“A manipulação é uma coisa tão escancarada, que as pessoas olham e acham inacreditável. Eles colocaram o bode no meio da sala e todo mundo fica fingindo que não está enxergando. É um absurdo por completo. A manipulação chegou ao nível do descaramento completo”, afirma. “E é bom nos prepararmos, porque acho que vamos viver uma década da ignorância. Essa vai ser a nossa triste sina nos próximos anos”.

Fonte: Estudos Nacionais

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