O que você precisa saber sobre o que aconteceu no Capitólio para não ser manipulado pela mídia

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Breve elenco dos fatos mais importantes

  1. O Congresso americano se reuniu no dia 6 de janeiro para certificar ou invalidar os resultados eleitorais que converteriam em presidente o democrata Joe Biden.
  2. O episódio foi precedido por uma queda nas bolsas em Wall Street das empresas tecnológicas que apoiaram a Biden.
  3. Houve uma ordem dos Antifas dirigida a seus seguidores que os instava a se infiltrarem entre os apoiadores pró-Trump, que iriam se manifestar em Washington, como se fizessem parte deles, para provocar distúrbios.
  4. Houve, no mesmo dia, uma manifestação popular em Washington, com um milhão de pessoas que exigiam o fim da fraude eleitoral.
  5. Horas antes, o vice-presidente Mike Pence decidiu publicar uma carta em que se negava a tomar uma atitude unilateral favorável a desqualificar os resultados oficiais das eleições. Em sentido contrário ao que se dizia nas redes, Pence não estava traindo a Trump, mas pretendia ater-se rigorosamente à letra da Constituição, o que deixava a porta aberta a um procedimento ulterior de desqualificação dos resultados oficiais das eleições se este se apresentasse. A ação de Pence foi, sem embargo, criticada por Trump e decepcionou profundamente a muitos de seus partidários.
  6. Precisamente quando se discutia que o Arizona apresentava listas alternativas e era o primeiro dos estados em que se ia levar a cabo essa discussão, teve lugar a entrada de alguns manifestantes no senado.
  7. Tal como se pode ver nos vídeos, a entrada foi franqueada pela própria polícia que retirou as barreiras e permitiu a passagem dos manifestantes.
  8. De maneira não menos reveladora e surpreendente não houve segurança que os contivesse na entrada do recinto donde lograram penetrar provocando a evacuação dos senadores e do vice-presidente. Foi assim que um dos manifestantes chegou ao assento vazio do vice-presidente e levantou o punho ao alto em sinal de triunfo.
  9. De maneira imediata a manifestação em Washington com um milhão de partidários que clamava contra a fraude eleitoral e pedia a discussão do tema no legislativo desapareceu das telas das TVs e tudo se concentrou num suposto assalto à democracia e num golpe de estado trumpista. Começava assim uma operação midiática e política fácil de identificar e de seguir.
  10. Às 3:13PM, Trump fez um apelo aos manifestantes para que permanecessem em paz e sem violência, e recordou que o partido republicano é o partido da lei e da ordem e que havia de se respeitar aos agentes de polícia.
  11. A esta altura, as agências internacionais de informação já acusavam Trump de assaltar o legislativo e de promover um golpe de estado. Em paralelo, a prefeita democrata de Washington, Muriel Bowser, decretava o estado de alarme.
  12. Às 3:20 se podia ver as imagens de uma mulher ensanguentada e transportada em maca, enquanto se informava que se ouviam disparos no Capitólio. Um vídeo posterior mostra como a mulher recebeu um impacto de bala quando tentava entrar pacificamente no recinto do legislativo. Não se sabe ainda quem disparou contra ela nem tampouco por quê. Sabe-se que o resultado foi mortal.
  13. Às 3:36 se informou que Trump havia determinado o deslocamento da Guarda Nacional enquanto reiterava seu chamado contra a violência e a favor da paz.
  14. Uns minutos depois, Pedro Sanchez, presidente do governo social comunista espanhol, anunciava sua confiança de que a nova presidência superaria a etapa de crispação unindo ao povo estadunidense. A Pedro Sanchez se uniriam nas horas sucessivas os comunistas de Podemos, Pablo Casado do Partido Popular, um outro antigo dirigente de Ciudadanos, o dirigente da esquerda republicana de Catalunha, e o ministro de assuntos exteriores da União Europeia.
  15. As 4:06, Biden em coincidência com um twitter do britânico Boris Johnson, se dirigiu à nação instando Trump a comparecer à televisão e denominando de “assalto” ao que aconteceu. Trump já havia publicado uma mensagem por twitter instando as pessoas a voltar para casa em paz. Sem embargo, o twitter decidiu censurar esta mensagem e outras emitidas pelo presidente, o que permitiu, entre outras circunstâncias, de acusá-lo de não estar chamando à ordem. À censura do twitter contra Trump  se somou ademais a do facebook.
  16. Às 4:16 se difundia a notícia de que não poderiam ser reiniciadas as sessões no Capitólio porque estava destroçado. A afirmação acrescentava dramatismo aos fatos, mas não correspondia à realidade. Em paralelo, os democratas ganhavam as eleições para o senado na Geórgia, outorgando aos democratas o controle das duas câmaras. Biden garantiu assim o controle do Congresso.
  17. Às 4:29h o presidente da Colômbia, Ivan Duque manifestava sua confiança na estabilidade das instituições dos Estados Unidos. Um minuto depois, Ted Lieu, o congressista democrata de origem chinesa, fez um apelo a que Trump fosse destituído com base na Emenda Em termos jurídicos a proposta de Lieu foi um absoluto disparate.
  18. Às 4:38 Ilhan Omar, uma legisladora muçulmana pertencente ao partido democrata, assinalava que estava relatando os artigos de impeachment contra Donald Trump.
  19. Às 5:51h o Capitólio era declarado seguro. Dezenove minutos antes, o governador de Virginia havia decretado o toque de recolher em Alessandria e em Arlington.
  20. A estas horas, vários políticos famosos dos Estados Unidos estavam se somando à corrente geral de desinformação e de ataque contra Donald Trump. As 5:31h Elizabeth Warren acusava Trump de intento de golpe de estado. Na mesma hora Hillary Clinton acusava de terroristas domésticos aos manifestantes. Às 6:00hh entrou na liça o ex-presidente George W. Bush afirmando que os resultados eleitorais se discutem nas repúblicas bananeiras, mas não nos Estados Unidos. Às 6:14h o republicano Mitt Romney qualificou os fatos de insurreição incitada pelo presidente. Às 6:17h foi a vez do presidente do Canadá Justin Trudeau. Às 7:31h Bill Clinton se somava à linha geral condenando o que denominou “quatro anos de política venenosa”.
  21. De maneira nada surpreendente, os bispos católicos dos Estados Unidos multiplicaram as declarações oficiais seguindo a linha do partido democrata e em apoio a Joe Biden, que será o segundo presidente católico da nação.
  22. Passadas as 6:00h, Nancy Pelosi anunciou que o Capitólio poderia continuar a ser utilizado e que continuariam as sessões. A essa altura já se falava em um pacto concertado entre republicanos e democratas.
  23. Às 7:30h apresentou sua demissão Stephanie Grisham, chefe de gabinete da primeira-dama. Nas horas seguintes, se somariam alguns membros secundários do gabinete de Trump.
  24. Às 7:56h Obama tornou pública uma declaração na qual culpava diretamente Donald Trump pela violência.
  25. Passadas as 8:00h, foram reiniciadas as atividades no Capitólio. O líder republicano no senado, Mitch McConnell, que mantém fortes laços com a China, e que se havia oposto a questionar os resultados oficiais de vários estados, afirmou que se iria designar Joe Biden como o ganhador das eleições presidenciais.
  26. Apesar do acontecido, o prefeito democrata de Nova York anunciou o envio de mil membros da Guarda Nacional a Washington em um fato de duvidoso respaldo legal.
  27. A esta altura, já se sabia que haviam morrido quatro pessoas no Capitólio, e que quatorze agentes policiais foram feridos.
  28. Apesar do acontecido ao longo do dia, um deputado e senadores republicanos apresentaram objeções aos resultados eleitorais, o que obrigou a uma reunião em separado das duas câmaras, para discutir se se admitia a objeção. Ao cabo de uma hora, o senado rejeitou a objeção contra os resultados eleitorais na Pensilvânia e o mesmo aconteceu na câmara de deputados por 282 votos contra 138. Deve-se recordar que na Pensilvânia votaram mais pessoas do que o número de inscritos no censo eleitoral e que um recente estudo assinalou que Trump havia sido privado de mais de 432.000 votos.
  29. Na madrugada do dia 7, as duas câmaras certificaram finalmente a vitória eleitoral de Joe Biden.
  30. Pouco mais de dez minutos depois, Trump divulgou um comunicado assinalando seu desacordo com o resultado, porém assegurou que haveria uma transição de poder “tranquila, ordenada e sem problemas”.

Breve comentário sobre os fatos

O que aconteceu nos Estados Unidos em 6 de janeiro tem toda a probabilidade de ser a conclusão de uma vida política convulsiva. Apesar do que digam a maioria dos meios de comunicação, as provas de que as eleições que se realizaram no mês de novembro anterior estiveram marcadas pela fraude são muito numerosas.

Os testemunhos dos que viram a chegada de cédulas falsas a favor de Biden; o daqueles a quem não foi permitido participar da recontagem de votos por fazerem parte do partido republicano; as contagens de votos realizadas a portas fechadas e só por democratas; o número de votantes superior ao do censo; os eleitores a quem foi permitido votar várias vezes; os que votaram sem nenhuma cédula de identificação; os votos provenientes de falecidos; as irregularidades massivas nos votos por correio; o emprego de urnas eletrônicas controladas pelo sistema Dominion/Smartmatic, são algumas das provas inegáveis dessa gigantesca fraude eleitoral.

A favor dessa fraude se somou o relato parcial e distorcido da mídia, a censura aplicada nas redes sociais, o respaldo dos partidários da agenda globalista, o importante apoio dos bispos católicos, a covardia de instituições como a Corte Suprema, o desejo de não prejudicar a imagem midiática dos Estados Unidos, ou as conveniências pessoais dos políticos e legisladores.

Provavelmente a batalha foi perdida quando a Suprema Corte decidiu não acolher o pedido apresentado pelo promotor público do Texas apoiado pelos representantes do ministério público de mais outros vinte estados. De maneira reveladora, os juízes que tanto foram incensados nos últimos anos ou meses por certa mídia, lavaram suas mãos num assunto de importância fundamental para a nação.

O que ficará em milhões de mentes, salvo nas daqueles que se consideram vítimas dessas manobras, não será a enorme manifestação pública popular exigindo que não fossem roubadas as eleições em prejuízo de Trump, nem tampouco o último cartucho empregado para evitar a fraude eleitoral, mas a ideia de que Trump tentou um golpe de estado contra a democracia.

Talvez todo o acontecido no dia 6 foi fruto do acaso, mas custa muitíssimo crer nisto. Além da manifestação popular multitudinária, vários estados se somaram à petição para anular os resultados oficiais das eleições, e justo neste momento, a polícia do congresso abriu as barreiras para alguns manifestantes e estes penetraram no recinto. Se se tratava de Antifas misturados com trumpistas ou estes somente, isto é de importância secundária. O que é verdadeiramente relevante é que morreu uma mulher de maneira estranha quando se fez a saída apressada dos legisladores como se aquilo fosse um golpe de estado, e se lançou mensagem internacional de que se estava salvando a democracia, e que se censurou ao presidente dos Estados Unidos nas redes sociais ao mesmo tempo em que era chamado de golpista. Políticos de um lado e de outro se somaram à lapidação pública de Trump. Os bispos aproveitaram para incensar ao seu correligionário Biden, e os governantes seguidores da agenda globalista em todo o mundo uniram suas vozes ao coro geral.

Em certo momneto Trump ficou então consciente de que nada poderia contra o sistema contra o qual lutou durante quatro anos, e efetivamente o que se esperava do legislativo, o último ato de resistência contra as eleições marcadas pela fraude, não aconteceu, porque quase ninguém desejava ligar sua imagem à derrota, e sobretudo, à do tumulto.

O panorama que se desenha para o futuro não é fácil por várias razões. A primeira é a de que se não há garantias para eleições limpas nos Estados Unidos, cabe perguntar-se quanto tempo vai demorar para desaparecerem essas garantias em outros países, e especialmente na América Latina, que neste ano vai enfrentar várias eleições.

A segunda razão é que se, afinal, um político corrupto relacionado profundamente com as manobras da China e com a agenda globalista conseguiu chegar à Casa Branca, é preciso perguntar que tempo nos resta para que as democracias sejam substituídas por uma ditadura globalista ou para registrarmos o lamentável espetáculo de um Estados Unidos substituídos como maior potência mundial pela China.

Conclusão

Para aqueles que creem que a história está nas mãos dos homens, estes são momentos de especial amargura. Para os que cremos que a história está nas mãos de Deus, que é o que provoca a queda e a subida dos governantes, não deve existir pessimismo, mas esperança e confiança. A história continua nas mãos de Deus, independentemente de quem seja o inquilino da Casa Branca. Antes da vitória final é preciso assimilar bem as derrotas prévias. E nesta luta vamos prosseguir.

Fonte: La Voz – César Vidal.

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