O que provavelmente não te contaram sobre a pílula “anticoncepcional”

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Tomar a pílula seria como dar permissão a um pai de família de jogar roleta russa com a vida de seu filho uma vez ao mês

O método anticoncepcional mais usado tem sido, e ainda é, a pílula. Contudo, será que a função da pílula e suas consequências físicas e morais são conhecidas? Infelizmente todo método contraceptivo é frequentemente considerado isento de qualquer perigo para o embrião, mas o fato é que tomar a pílula seria como dar permissão a um pai de família de jogar roleta russa com a vida de seu filho uma vez ao mês.

Entenda qual é a função da pílula anticoncepcional

A pílula anticoncepcional funciona de três maneiras. Primeiramente, sua função principal foi a de impedir a produção (maturação) dos óvulos. No entanto essa função foi afetada pelo fato de que a dose de hormônios de uma pílula tem sido diminuída de tal modo que para evitar os seus efeitos secundários desagradáveis, a mulher pode tanto ovular como não ovular em qualquer ciclo.

O segundo mecanismo da pílula é o de afetar a mucosidade no colo uterino, fazendo-a tão viscosa que os espermatozóides não a penetram. Efetivamente, uma barreira é posta entre os espermatozóides na vagina e o óvulo na trompa de Falópio. Este mecanismo é anticoncepcional.

Devido, porém, à baixa dosagem das pílulas atualmente utilizadas, não somente a mulher tem boa possibilidade de ovular, como também a mucosidade não está suficientemente alterada ao grau de impedir completamente a passagem dos espermatozóides, que assim podem chegar até o óvulo para fecundá-lo.

O terceiro mecanismo de ação da pílula é o de alterar o endométrio, o que impossibilitaria a implantação do óvulo já fecundado. A companhia Schering, uma das maiores fabricantes de pílulas anticoncepcionais do mundo, diz que hoje em dia este é o primeiro mecanismo de ação da pílula. Nesse sentido, impedir a implantação do óvulo já fecundado é impedir que a criança se desenvolva no útero. E se a criança não pode implantar-se, tem que cair. Isto equivale a um aborto provocado.

Assim é que a mulher que toma a pílula tem possibilidade de engravidar em qualquer ciclo. Contudo, a possibilidade desta gravidez desenvolver-se é mínima, porque a pílula pode ser abortiva em qualquer ciclo.

Neste sentido, dar licença para tomar a pílula seria como dar permissão a um pai de família de jogar roleta russa com a vida de seu filho uma vez ao mês. Mais do que as enfermidades que traz a pílula às mulheres de boa saúde, há que se agregar os problemas psicológicos e morais. Existe o quinto mandamento que proíbe matar.

Não é lícito haver diferenças de valor nas várias etapas do desenvolvimento do embrião humano, uma vez que o homem é sempre sujeito de direito à vida e de respeito, desde a sua concepção. Por isso é chamado de aborto a toda e qualquer interrupção provocada no processo evolutivo do recém concebido, inclusive as formas de interrupção nos estágios iniciais.

Para maiores informações sobre os dois tipos gerais de pílulas anticoncepcionais e seus efeitos abortivos: aqui.

Informações sobre anticoncepcionais e fertilidade: aqui.

Fonte: cristianismo.org.br

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