O “colonialismo” LGBT da União Europeia ameaça nosso estilo de vida, afirma Orbán

0

“O uso de estruturas políticas e da lei para criar um superestado europeu e novas estruturas sociais é uma manifestação da perigosa e invasiva engenharia social”

A pressão de figuras da União Europeia para invadir o sistema educacional da Hungria por meio de ditames LGBT ameaça o modo de vida do país, alertou o primeiro-ministro Viktor Orbán.

Respondendo as ameaças de nomes como o primeiro-ministro holandês Mark Rutte e outros líderes da UE, Viktor Orbán disse que a Hungria deve lutar pela autodeterminação, especialmente no que diz respeito à educação das crianças.

“Comportam-se como colonialistas. Querem ditar que leis devem entrar em vigor noutro país, querem dizer-nos como devemos viver as nossas vidas e como devemos nos comportar”, disse o líder húngaro sobre os líderes da UE.

Em comentários separados, o líder populista nacional advertiu: “Se permitirmos que outros nos digam como devemos viver, quem deve ser autorizado a viver na Hungria, como devemos organizar as nossas vidas e criar os nossos filhos, estaremos perdidos”.

Os comentários vêm em resposta aos crescentes movimentos contra a legislação húngara em toda a Europa, com os líderes de 17 países da União Europeia escrevendo em oposição à medida no mês passado, pedindo que a Hungria seja levada ao Tribunal de Justiça Europeu sobre o assunto.

Orbán argumentou que colocar limites na promoção do transgenerismo, homossexualidade e outros assuntos relacionados a sexo e sexualidade nas escolas, capacita os pais a ensinarem seus filhos como quiserem, em vez de impor a ideologia esquerdista aos jovens nas escolas.

A presidente da Comissão da UE, Ursula von der Leyen, chamou a legislação de “uma vergonha”, dizendo : “Esta lei claramente discrimina as pessoas com base em sua orientação sexual e vai contra todos os valores fundamentais da União Europeia”.

Um dos outros principais críticos do projeto de lei foi o primeiro-ministro holandês Mark Rutte, o qual disse que a UE deveria “forçar a Hungria a ajoelhar-se sobre essa questão” e sugeriu que a Hungria talvez tivesse de ser removida do bloco.

Jornais de esquerda em toda a Europa também começaram a condenar a legislação tradicionalista, decretando a proibição de anúncios políticos do partido político de Orban, a Aliança Cívica Húngara (Fidesz).

No entanto, o movimento para impor padrões de educação uniformes elaborados por eurocratas em Bruxelas gerou uma rebelião entre os partidos populistas em todo o continente.

Os líderes de dezesseis partidos de direita, incluindo o líder do Rally da França, Marine Le Pen, o líder do VOX, Santiago Abascal na Espanha, o senador italiano e líder da Liga Matteo Salvini, Orbán, e outros assinaram uma declaração conjunta sobre a importância da soberania nacional face a um crescente “superestado da UE”.

“A cooperação das nações europeias deve basear-se na tradição, no respeito pela cultura e na história dos Estados europeus, no respeito pela herança judaico-cristã da Europa e nos valores comuns que unem as nossas nações, e não na sua destruição”, afirma o comunicado.

“O uso de estruturas políticas e da lei para criar um superestado europeu e novas estruturas sociais é uma manifestação da perigosa e invasiva engenharia social conhecida no passado, que deve provocar resistência legítima”, acrescentou a declaração.

“A hiperatividade moralista que vimos nos últimos anos nas instituições da UE resultou em uma tendência perigosa de impor um monopólio ideológico”, alertou.

Fonte: Breitbart

Você gostou do conteúdo? Apoie o jornalismo independente!

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor registre seu comentário
Por favor, digite seu nome aqui