O aparato estatal alemão de comunicação social intimida o site Freie Welt – Mundo Livre

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Foto: Freie Welt.

Como em uma ditadura: novas formas de censura e intimidação estatal

Em uma primeira onda, as autoridades estatais de comunicação social enviaram as chamadas “cartas de notificação” ao site Mundo Livre e a 12 outras plataformas da Internet, algumas delas bem conhecidas. Remetente: o Instituto de Mídia Berlin-Brandenburg (Medienanstalt Berlin-Brandenburg (MABB). Este instituto é uma das 14 autoridades estaduais de comunicação social, responsável pelos estados federais de Berlim e Brandenburgo, com atribuições aumentadas recentemente. É uma instituição de direito público que não faz parte da administração do Estado.

De fato, os governos estaduais, formados pelos partidos estabelecidos, criaram uma autoridade de censura totalmente oficial e deram-lhe legitimidade específica no dia 7 de novembro. Através desses órgãos de comunicação social, o estado e os partidos políticos que sustentam o governo agora estão monitorando e controlando a Internet.

Um artigo de Freie Welt contendo críticas ao virólogo Cristian Drosten e citando um cientista com uma opinião divergente sobre os testes de PCR os incomoda. O artigo deverá agora ser “adaptado” pelo Mundo Livre. Caso contrário, ameaçam com “procedimentos administrativos formais rápidos”. Que loucura!

Esta ameaça é digna de qualquer ditadura totalitária, denuncia Beatrix von Storch, deputada federal alemã filiada ao partido AfD (Alternativa para a Alemanha). Para um país livre, sem censura, essa cultura de intimidação nada mais é do que uma declaração de intenções. Isto deixa a vítima sem palavras.

Beatrix von Storch está empenhada em lutar contra essa situação. Quase todos os cidadãos, que desejam se informar livremente, são contra a censura. Isto também é importante, porque, de outra forma, se extinguirá a liberdade de expressão e o ordenamento social livre e democrático que constituem o fundamento da sociedade alemã. Esta nova forma de censura não deve ser permitida.

O vídeo de Beatrix von Storch no YouTube pode ser visto aqui.

Fonte: Freie Welt

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