NASA: A Terra está cada vez mais verde

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Captura de tela.

Uma das principais razões por trás do esverdeamento é o CO2

A NASA elabora periodicamente um Índice de Vegetação Global que mede a percentagem da cobertura verde do planeta. O Índice, entre outras coisas, serve para conferir se o aquecimento global vai rumo à desertificação do planeta e outros alarmismos anti-humanos e anti-civilizatórios.

Olhando para os dados do Índice da NASA de 2000 a 2021, as notícias são boas: o globo ficou 9,94% mais verde no século XXI. O aumento do índice em termos absolutos foi de 0,0936 para 0,1029.

Ou em termos arredondados um aumento de 10% em 20 anos, segundo Zoe Phin, editor do site Notrickszone.

Isso é uma boa notícia porque, em última análise, significa que uma área maior está sendo consagrada à produção agrícola e à expansão florestal.

E qual foi a causa?

Ironicamente, o que muitos “especialistas afirmam ser um grande problema (CO2) é na verdade uma das principais razões por trás do esverdeamento”, escreve Notrickszone.

Índice de Vegetação Global mostrou aumento de quase 10% da área verde.

Zoe baixou todos os dados do índice da NASA, que é atualizado a cada 16 dias, de 2000 a 2021. E elaborou um gráfico.

“10% de aumento de vegetação global em 20 anos! Somos incrivelmente afortunados!” exclamou Zoe vendo os resultados.

“Eu só queria que todos se sentissem assim. Mas nem todo mundo se alegra. Na medida em que os humanos aumentam o verde global, os parasitas sociais querem taxar e regular”.

Mas esta não é uma notícia nova para os realistas climáticos.

Em 2019, a revista científica alemã Wissenschaf publicou um trabalho elaborado com imagens de satélite que conclui: “A vegetação na terra vem se expandindo há décadas”.

O trabalho acrescentava se tratar de três décadas de incremento. 

Zoe Phin se apoiava também, por incrível que pareça, no IPCC: “de acordo com um relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, observações de satélite mostram um esverdeamento da vegetação nas últimas três décadas em partes da Ásia, Europa, América do Sul, América do Norte Central e Sudeste da Austrália”.

A conclusão foi reforçada por estudo de Venter et al (2018) que mediu o deserto do Saara e verificou que havia encolhido 8% nas três décadas anteriores.

Isso é profundo porque o Saara cobre uma vasta área de cerca de 9,2 milhões de quilômetros quadrados.

Oito por cento significa que mais de 700.000 quilômetros quadrados se tornaram verdes, algo quase tão grande quanto a Alemanha e a França juntas.

A conclusão geral é que, em termos de vegetação, o planeta provavelmente nunca passou tão bem em perto de 1000 anos.

E há mais boas notícias para o leitor inteligente que discerne que o CO2 não é um nocivo gás de efeito estufa.

Em agosto de 2020, o contribuidor semanal da NTZ, Kenneth Richard, citou um estudo de Vanessa Haverd (et al, 2020) mostrando que “perto de 70% da tendência de esverdeamento vegetal da Terra pós-1980 foi impulsionada pelo efeito fertilizante do CO2”. Cfr. Wiley Online Library, “Fertilização de CO2 é maior do que o esperado inferida da folha para observações globais”

Conclusão análoga havia sido tirada por estudo da NASA em 2016: A fertilização com CO2 torna a terra mais verde, conclui estudo

Muitos outros estudos trazem boas novas no sentido de um planeta cada vez mais verde por causas antropogênicas, ou seja em grande parte graças à humanidade.

Estes trabalhos científicos interessam a fundo ao Brasil, patenteando a ausência de fundamentos verídicos na agressiva campanha nacional e internacional contra o desmatamento.

Assista o vídeo “NASA: Aumento dos níveis de CO2 esverdeiam a Terra”

Fonte: ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com

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