Música clássica é considerada “branca demais” pelos anti-racistas

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foto: Imagem de skeeze (Pixabay).

A imprensa americana, tanto geral quanto especializada, critica a música clássica e a chama de “racista”

A música clássica está em declínio há várias décadas e terá que ser transformada, afirma Paul May, professor de filosofia da Universidade de Quebec, em Montreal em artigo no Le Figaro.

Um estudo da National Endowment for the Arts relata que a população que assistiu a um concerto de música clássica diminuiu 13% em 1982 para 8,6% em 2017. A participação de espectadores com menos de 30 anos, caiu de 27% para 9% no mesmo período. “A música clássica é hoje acusada de ser inadequada para a crescente diversidade étnica da população do país”,  explica Paul May neste mesmo artigo, e o desafio para os profissionais será mudar sua imagem de ser “muito branca” ou ” muito asiática “. Porque os estudos mostram que os jovens asiáticos americanos estão assumindo este campo.

Segundo um relatório publicado em 2016 pela Liga das Orquestras Americanas, os africanos representam apenas 1,8% dos músicos de orquestra, e os latino-americanos apenas 2,5%. Portanto, as orquestras estão mascarando um processo de recrutamento discriminatório ou “racismo estruturado”.

Assim, a imprensa americana, tanto geral quanto especializada, critica a música clássica e a chama de “racista”, acusando-a de mascarar “um problema racista”. A Revista Seattle diz que “sua brancura precisa ser tratada”, e a organização musical New Music USA explica que “a música clássica é inerentemente racista”.

Fonte: fr.theepochtimes.com

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