Médico recebe vacina Pfizer e suas plaquetas vão a 0, morrendo dias depois

0
Dr. Gregory Michael em uma foto postada no Facebook por sua esposa. Crédito: via facebook

Dr. Gregory Michael morreu de doença sanguínea anormalmente grave 16 dias após receber a vacina contra o coronavírus da Pfizer

Dr. Gregory Michael, um obstetra e ginecologista de 56 anos de Miami Beach, morreu em 10 de janeiro “devido a uma forte reação à vacina contra a Covid”.

Dr. Gregory recebeu a vacina Pfizer no Mount Sinai Medical Center (MSMC) em 18 de dezembro e morreu 16 dias depois de hemorragia cerebral, escreveu sua esposa, Heidi Neckelmann, em um post no facebook:

“Ele foi vacinado com a vacina Pfizer em 18 de dezembro e três dias depois viu um forte conjunto de petéquias (Pequenas manchas marrom-arroxeadas causadas pelo sangramento sob a pele) no pés e mãos, o que fez chamar atenção no pronto socorro do MSMC. O hemograma que foi feito mostrou que a sua contagem de plaquetas era 0 (Uma contagem normal de plaquetas varia de 150.000 a 450.000 plaquetas por microlitro de sangue) foi internado na UTI com diagnóstico de trombocitopenia imunológica (ITP) aguda causada por uma reação à vacina contra o COVID. Uma equipe de médicos especialistas tentou durante duas semanas aumentar a sua contagem de plaquetas sem sucesso. Especialistas de todo o país estiveram envolvidos nos cuidados dele. Independente do que fizeram, a contagem de plaquetas não subiu. Ele ficou consciente durante todo o processo, mas 2 dias antes de uma cirurgia de última instância, ele teve um AVC hemorrágico causado pela falta de plaquetas, o que lhe tirou a vida em minutos”.

Michael não tinha “absolutamente nenhum problema médico” e nenhuma condição subjacente, disse Heidi.

Michael “era um defensor da vacina”, afirmou Heidi. E destacou que “todas as pessoas devem estar cientes que efeitos colaterais podem acontecer, que não é bom para todos” e que “neste caso destruiu uma linda vida, uma família perfeita, e afetou tantas pessoas na comunidade”.

“Não deixe que sua morte seja em vão, salvem mais vidas disseminado essas notícias”, finalizou Heidi.

O Departamento de Saúde da Flórida encaminhou a morte do Dr. Michael aos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) para investigação. Kristen Nordlund, porta-voz do CDC, disse em um comunicado que a agência iria “avaliar a situação à medida que mais informações se tornassem disponíveis e fornecer atualizações oportunas sobre o que é conhecido e quaisquer ações necessárias”

Em um comunicado, a Pfizer, fabricante da vacina, disse que estava “investigando ativamente” o caso, “mas não acreditamos no momento que haja qualquer conexão direta com a vacina”.

O Dr. Jerry L. Spivak, um especialista em doenças do sangue da Universidade Johns Hopkins, que não esteve envolvido nos cuidados do Dr. Michael, disse que, com base na descrição da Sra. Neckelmann, “acho que é uma certeza médica que a vacina estava relacionada”.

Com informações: nytimes

Você gostou do conteúdo? Apoie o jornalismo independente!

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor registre seu comentário
Por favor, digite seu nome aqui