Jornal comunista admite que censura das Big Tech contra Trump é “uma ação ditatorial dos monopólios”

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Imagem: Andrew Caballero-Reynolds/AFP / Divulgação.

A causa operária evidencia que Biden e o imperialismo que o apoia são muito mais poderosos e responsáveis por tudo que há de pior na política internacional

A ação conjunta das redes sociais para restringir a liberdade de expressão de Donald Trump e da população a nível global, “é uma demonstração clara de que isso se trata de um verdadeiro monopólio, cuja principal política é defender os interesses do imperialismo”, afirmou o site comunista causa operária.

“Ainda que Donald Trump seja um presidente de extrema-direita, inimigo do povo, essa ação política dos monopólios imperialistas é um verdadeiro atentado contra a liberdade de expressão”, disse o jornal.

“Trump estava simplesmente se utilizando do seu direito de protestar e de denunciar a fraude eleitoral que ocorreu em seu país. No entanto, o imperialismo “democrático” não quer que ninguém critique as eleições fraudadas por eles”, destacou.

O jornal comunista aponta que é preciso sempre denunciar essas práticas antidemocráticas, “mesmo quando elas ocorrem com elementos secundários da burguesia, que estão sendo oprimidos por seu setor fundamental”.

Fraude eleitoral

A grande preocupação em censurar informações sobre a fraude eleitoral nas eleições americanas de 2020 é, segundo a causa operária, um “forte indicativo de que houve efetivamente uma fraude gigantesca nessas eleições”.

Biden e o imperialismo

Segundo o jornal, alguns setores confusos da esquerda parecem acreditar que Joe Biden seria uma alternativa muito melhor do que Trump para a população, no entanto, “a realidade é que Biden e o imperialismo que o apoia são muito mais poderosos e responsáveis por tudo que há de pior na política internacional: golpes de estado, invasões, guerras etc”.

O jornal destacou que “não existe nenhuma prova de que Trump possua alguma relação direta com os protestos que ocorreram no Capitólio em 6 de janeiro. E mesmo que tivesse, afirmou o jornal, “não dá para dizer que a censura de suas redes sociais seria uma ação legítima do imperialismo contra ele”.

A causa operária disse que não há nada que se comemorar nesse tipo de repressão criminosa feita contra a extrema-direita, pois, enquanto num primeiro momento é feito com ela, depois é usada contra a esquerda e setores organizados da classe trabalhadora”.  

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