Indústria farmacêutica quer vacinação anual permanente contra o coronavírus

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Alex Gorsky, com o distintivo globalista na lapela. (foto: WEF- CC BY 3.0, via Wikimedia Commons)

Johnson & Johnson abre o jogo: voltar ao normal apenas em troca de uma vacinação anual? Ela espera lucros exorbitantes

A multinacional farmacêutica Johnson & Johnson quer ter certeza de obter o máximo lucro possível com a vacinação contra o coronavírus. O CEO e presidente da empresa, Alex Gorsky, disse à CNBC que a única maneira de manter o vírus à distância e sob controle é a vacinação realizada todo ano de forma permanente.

“Infelizmente, o vírus pode sofrer mutação à medida que se espalha”, explicou Gorsky. Segundo ele, a mutação “pode ter impacto na sua capacidade de combater anticorpos ou ter um tipo diferente de resposta não apenas terapêutica, mas também quanto à vacina”.

Se a opinião de Gorsky prevalecer – o que representaria enormes lucros para a Johnson & Johnson – os norte-americanos serão vacinados contra o coronavírus de Wuhan (COVID-19) anualmente, “tal como uma vacina contra a gripe”.

Ainda não se sabe do que essa vacina misteriosa será feita, mas Gorsky tem certeza de que a vacinação anual acontecerá, para que sua empresa farmacêutica possa colher o máximo de lucro.

“Penso que todos podemos imaginar um futuro onde possamos conviver com o vírus, no qual a ciência possa fazer um acompanhamento do vírus para podermos viver as nossas vidas como de costume”, acrescentou Gorsky.

É questionável se Gorsky está argumentando aqui movido pela preocupação científica ou pelo interesse próprio de sua empresa.

“O fato de Gorsky poder revelar diretamente suas intenções e dizer tudo isso sem sentir vergonha só mostra como o povo norte-americano é manipulável e como a Big Pharma se tornou poderosa. Houve um tempo em que os patriotas teriam saído às ruas diante de tal sugestão e a reconhecido como fraude”, comenta Ethan Huff no Natural News .

É claro que o CEO da J&J – uma empresa que ganharia bilhões todos os anos vendendo a vacina contra a Covid – tem um claro conflito de interesses, e teria intenção de vender vacinas indefinidamente… e ver o coronavírus circular na população para sempre”, relata Zero Hedge.

Por sua vez, em entrevista coletiva, Lothar Wieler, o chefe do Instituto Robert Koch para Doenças Infecciosas (RKI), da Alemanha, disse que vamos nos proteger da covid-19, não erradicá-la. Segundo ele, “Esse vírus não irá embora”. Wieler é um músico que toca seu instrumento afinado com a orquestra da Big Pharma. Ademais, seu instituto participou da elaboração do escandaloso “documento do pânico” encomendado pelo ministro do Interior da Alemanha, que exagerou dramaticamente a ameaça do coronavírus.

As vacinas têm tudo a ver com o controle da população pelo estado, e com interesses privados e lucros exorbitantes das multinacionais da Big Pharma, como essas declarações provam mais uma vez. A ditadura totalitária, que se estabeleceu a propósito da pandemia, prosseguirá até que o povo se una contra os tiranos e resista. Enquanto a resistência não se concretizar, até mesmo a esperança de um regresso à vida normal continuará a ser um desejo utópico.

Fonte: Freie Welt

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