Hong Kong: comunismo enforca liberdade de expressão

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Centenas de policiais invadiram e confiscaram equipamentos do jornal Apple Daily de linha anti-comunista.

Quinhentos policiais invadiram a redação do jornal pró-democracia Apple Daily de Hong Kong e prenderam seus executivos

Quinhentos policiais invadiram a redação do jornal pró-democracia Apple Daily de Hong Kong e prenderam seus executivos alegando a nova lei de segurança nacional que replica o regime ditatorial pequinês no território que foi livre, noticiou “Yahoo! Finanças”.

O proprietário Jimmy Lai, ferrenho crítico da ditadura comunista, teve os bens congelados e cumpre pena de prisão por se manifestar contra o regime de Xi Jinping e a invasão de fato do antigo território livre de Hong Kong.

Os policiais confiscaram os documentos e proibiram os funcionários de ingressar ou ter contato com os equipamentos da redação.

As autoridades vermelhas definiram a redação como sendo uma “cena de crime” onde os funcionários usariam suas reportagens como “ferramentas para colocar em perigo” a segurança nacional, incitando a intervenção de “forças estrangeiras”.

As contas do Apple Daily e de empresas ligadas a ele foram congeladas, os computadores pessoais também foram apreendidos. O Apple Daily que era muito popular em Hong Kong teve que fechar poucos dias depois.

O dono Lai teve seu pedido de fiança negado e está preso com acusações fictícias como conluio com forças estrangeiras, atividades subversivas, secessão e terrorismo, lembrando as arbitrariedades do regime marxista imperante na China desde o início.

Os países mais ricos do mundo reunidos no G7, a União Europeia e a OTAN criticaram a medida repressiva, mas não foram além de discursos humanistas.

Fonte: opesadelochinês

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