Secretário-geral da ONU diz que “novo modelo de governança global está chegando”

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Os globalistas não medem esforços para apressar sua chegada

O Secretário-Geral da ONU, Antonio Guterres, disse, em palestra realizada no sábado (18), que diante das enormes lacunas nas estruturas de governança criadas pela pandemia do novo coronavírus apenas uma coisa é certa: “um novo modelo de governança global“.

“O corpo globalista está fazendo tudo o que pode para apressar sua chegada”, disse ele.

O socialista português fez sua previsão numa palestra em homenagem a Nelson Mandela. Segundo Guterres, “para fechar essas lacunas e tornar possível o Novo Contrato Social, precisamos de um Novo Acordo Global para garantir que poder, riqueza e oportunidades sejam compartilhados de maneira mais ampla e justa em nível internacional”.

Guterres delineou seu plano para o futuro do mundo, citando seu “Novo Acordo Global”, baseado em “uma globalização justa, nos direitos e dignidade de todo ser humano, de viver em equilíbrio com a natureza, levando em consideração os direitos das gerações futuras e o sucesso medido em termos humanos e não econômicos”.

O burocrata profissional de 71 anos afirmou que “um processo de consulta mundial por volta do 75º aniversário das Nações Unidas deixou claro que as pessoas querem um sistema de governança global que lhes proporcione resultados”.

Ele também afirmou que chegou a hora do “mundo em desenvolvimento” ter uma voz muito mais forte no processo decisório global. Esta reforma da governança internacional estará ligada ao alívio financeiro e ao perdão da dívida dos países em dificuldade.

“A reforma da arquitetura da dívida e o acesso ao crédito acessível devem criar espaço fiscal para que os países movimentem os investimentos na mesma direção”, disse ele.

Esta não é a primeira vez que Guterres, membro do Partido Socialista Português, que serviu como Primeiro Ministro de Portugal de 1995 a 2002, fala de seu desejo de ver o mundo reformulado de acordo com os princípios socialistas.

No início deste mês Guterres exigiu uma “governança global mais robusta”, acrescentando o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional (FMI), autoridades regionais como a União Africana e a União Européia (UE) a uma lista de organizações que, segundo ele, podem trazer “ordem” a um mundo futuro perturbado pela pandemia, noticiou o Breibartnews.

Com informações, Breitbart.

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