Grande Reset: a Teoria Crítica neomarxista, ideologia central da Nova Ordem Mundial

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Max Horkheimer e Theodor Adorno/ Bild: Wikipedia CC BY-SA 3.0

A Teoria Crítica aplicada ao Grande Reset: destruição da sociedade, da família e do ser humano

“A abolição das condições sociais que atualmente inibem o desenvolvimento é de fato o próximo objetivo histórico.” Com esta afirmação, Max Horkheimer resumiu a doutrina da chamada Teoria Crítica da Escola de Frankfurt.

Ainda hoje, a Teoria Crítica forma a base da convicção neomarxista, que ganhou poder e influência na Alemanha sobretudo através das lideranças políticas. O objetivo: a desintegração fundamental das estruturas sociais, começando pelo sentimento nacional, religião, tradições populares e propriedade privada, e terminando com a decomposição do próprio núcleo social, a família, a relação pai-filho, e a desintegração da identidade do próprio indivíduo, tal como atualmente está na agenda da chamada ideologia de gênero.

O ser e a realidade do homem e o seu modo de vida estão sendo virados do avesso e devem ser desmontados por dentro. Desse modo a Teoria Crítica neomarxista é útil para a implantação da Nova Ordem Mundial.

A Teoria Crítica incita as pessoas a libertarem-se da “escravidão” das suas condições de vida. Tem suas raízes em Hegel e Marx e foi desenvolvida na década de 1930 por Max Horkheimer, Theodor Adorno, Herbert Marcuse e Erich Fromm. Tornou-se frequentadora habitual de círculos intelectuais que seguem a Escola de Frankfurt.

A libertação prevista pelos teóricos deveria ter lugar principalmente através da reformulação da cultura de massa, de modo que as “classes sociais no poder” sejam transformadas em inimigas e derrubadas.

Como justificação para esta atitude, o próprio Horkheimer cita uma reinterpretação que faz de Karl Marx, o qual ainda tinha sido demasiado “otimista” em certo sentido:

“Esta sociologia foi uma superação do ensino crítico da sociedade feito por Marx, e mais adequada à realidade. Agora uma coisa é muito importante: Marx tinha o ideal da sociedade dos homens livres. Ele acreditava que a sociedade capitalista promovia a solidariedade às custas da crescente miséria dos trabalhadores. Esta ideia é falsa. A sociedade em que vivemos não empobrece os trabalhadores, mas os ajuda a ter uma existência melhor. Além disso, Marx nem mesmo viu que liberdade e justiça são conceitos dialéticos. Quanto mais liberdade, menos justiça, e quanto mais justiça, menos liberdade. A teoria crítica – que também ajudei a desenvolver – baseia-se na ideia de que não podemos determinar o que é bom – ou seja, a sociedade livre – na sociedade em que vivemos atualmente. Mas podemos apontar os aspectos negativos da sociedade que queremos mudar”, disse Horkheimer em 1969.

Em um país com desigualdades – de acordo com Horkheimer – não pode haver justiça. Portanto, o que resta, como diz a última frase, é a destruição total de todas as estruturas sociais. Este ódio por tudo o que existe, pelos aspectos supostamente negativos da sociedade a serem mudados, chega hoje em dia até aos seus excessos mais violentos, como o terror da Antifa, o movimento Black Lives Matter (BLM) e as medidas totalitárias do governo que suprimem toda a dissidência em relação à “linha do partido” e silenciam e destroem aqueles que pensam diferente.

Em nossa sociedade, raça, gênero, religião, origem e situação econômica tornam-se conceitos de luta que são instrumentalizados para servirem à rebelião contra a vida burguesa e à destruição de suas “estruturas”. A lei e a ordem, as relações laborais e mesmo estruturas como a família natural são consideradas inimigas absolutas da “liberdade” e da “justiça”. Não há lugar para religião, tradição e verdade.

Acima de tudo, porém, a Teoria Crítica mostra a sua face onde foi plenamente implementada: na universidade e agora em quase todos os setores da sociedade onde esta teoria prevalece, onde já não é permitida nenhuma dissidência, nenhuma outra opinião. Uma vez que a teoria diz que os governantes e opressores devem ser derrubados, então ela também deveria afetar os próprios representantes da Teoria da Crítica.

A Teoria Crítica é uma ideologia de descontentamento e revolução, uma derrubada constante da ordem existente, que procura impedir que alguém reivindique o poder para si próprio, mas que serve assim como instrumento de opressão e tomada do poder por aqueles que fazem dela o seu instrumento para destruir a sociedade.

Nesse sentido, a Teoria Crítica tornou-se a ideologia dominante da nova visão do mundo, o “novo normal”. A Teoria Crítica é uma ideologia central da Nova Ordem Mundial, com a qual o neomarxismo se torna a base do “Grande Reset”. Esta ideologia totalitária foi concebida para destruir a identidade historicamente estabelecida de pessoa e nação, da sociedade como um todo. Já vemos a destruição da liberdade e da família através da política de gênero, da erosão da propriedade privada, e da destruição da tradição, da religião e da nação.

Fonte: Freiewelt

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