George Soros inicia universidade global de US$ 1 bilhão

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Simon Dawson | Bloomberg | Getty Images

O objetivo de Soros é combater nacionalistas e mudanças climáticas

O bilionário George Soros disse que se comprometerá com US$ 1 bilhão para iniciar uma universidade global para combater governos autoritários e as mudanças climáticas. A universidade será lançada através de uma parceria entre a Universidade da Europa Central, apoiada pela Soros, e o Bard College.

Soros chamou os governos totalitários e as mudanças climáticas de desafios gêmeos que ameaçam a sobrevivência da nossa civilização,

Em seu discurso e uma sessão de perguntas e respostas, Soros cobriu uma ampla gama de questões, incluindo a economia “superaquecida” dos EUA, o domínio do Facebook Inc. e o governo autocrático de Xi Jinping, Narendra Modi, Jair Bolsonaro e Donald Trump, que ele chamou de “vigarista e narcisista final”.

“Tendo em conta a emergência climática e a agitação mundial, não é exagero dizer que 2020 e os próximos anos vão determinar não só o destino de Xi e Trump, mas também o destino do mundo”, disse ele.

Soros também criticou mais uma vez o Facebook por seu fracasso em policiar a rede de mídia social.

“Não há nada para detê-los, e eu acho que há uma espécie de operação informal de assistência mútua ou acordo em desenvolvimento entre a Trump e o Facebook”, disse Soros. O Facebook vai trabalhar em conjunto para reeleger Trump e Trump vai trabalhar para proteger o Facebook”.

Soros afirmou que Trump é responsável por superaquecer a economia. E acrescentou: “Uma economia superaquecida não pode ser mantida em ebulição por muito tempo”.

No ano passado, em discursos anteriores em Davos, Soros falou sobre o “perigo mortal” do uso de inteligência artificial pela China para reprimir seus cidadãos sob a liderança de Xi, a quem ele chamou de o mais perigoso adversário das democracias.

Ele também atacou gigantes da mídia social, incluindo Facebook e Google, dizendo que eles precisam ser regulados.

Informações sobre Soros

“Nos Estados Unidos, há anos Soros é um dos maiores doadores do Partido Democrata. Na eleição presidencial passada, investiu muito dinheiro na campanha da candidata Hillary Clinton, que perdeu a eleição para Donald Trump. A vitória de Trump acendeu o alerta vermelho da organização, que passou a trabalhar com um “novo senso de urgência”, segundo disse ao New York Times o presidente da Open Society Foundations, Patrick Gaspard.

E-mails vazados revelou que Soros, mediante um representante, enviou instruções a Hillary, então secretária de Estado do governo de Barack Obama, para intervir na política da Albânia, país onde ele tem negócios. Três dias depois da mensagem, o nome sugerido por Soros, Miroslav Lajcak, foi enviado pela União Europeia para mediar o conflito entre os rivais políticos albaneses.

Investindo o seu dinheiro de forma estratégica, Soros também teria orientado políticos do Partido Democrata para fazer valer seus interesses dentro e fora dos Estados Unidos, além de ter tentado manipular eleições na Europa. Ainda segundo os documentos vazados, através da Open Society, o bilionário financiou entidades em várias partes do mundo.

No Brasil e em outros países da América Latina, a Open Society injeta cerca de US$ 37 milhões por ano. A Fundação Ford, igualmente notória por financiar esquerdistas ao redor do mundo, destina US$ 25 milhões para organizações de esquerda de países latino-americanos”

Esse dinheiro só vai, porém, para iniciativas que atendam o grande projeto global de revolução social financiado por Soros, o que significa promover o aborto, a legalização das drogas e ataques sistemáticos a todos os costumes, tradições e instituições sociais que de alguma maneira ainda protegem a sociedade brasileira da ação revolucionária.

Ao apresentar o livro “A nova ordem mundial”, Ricardo Roveran pergunta: “Ninguém estranha a decadência da sociedade ocidental em termos morais e culturais, ao passo que todos os veículos de comunicação de um mesmo país optem por noticiar espontaneamente as mesmas matérias como se nada mais estivesse acontecendo no mundo ao seu redor? Não, não é coincidência”, disse ele.

E acrescentou: O autor de “A Nova Ordem Mundial” acusa e “fornece evidências como o Project Syndicate, do magnata George Soros que tem em sua folha de pagamento as maiores editoras e emissoras do planeta”.

Fonte: Gazeta do Povo, bloomberg, areuniao

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