Freira faz anúncio público dos crimes cometidos pela OMS e governo italiano

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Youtube/Reprodução

A denúncia foi escrita por uma coalização de médicos e advogados italianos com a adesão da superiora da freira

Freira da obra do Padre Luigi Villa, com sede em Brescia, em Itália, relata em vídeo denúncia das ações criminais realizadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e por autoridades do governo italiano.

As denúncias foram feitas por uma coalização de médicos, advogados, e mais de duas mil pessoas em toda a tália, encabeçada por Dr. Júlio Carlos.

A OMS acusam de:

– Proibir a realização de autópsias (sabendo que os cadáveres não infectam depois de 24 hrs);

– Induzir o pessoal sanitário a conectar os pacientes a respiradores e a negar-lhes qualquer outra alternativa;

– Encorajar de forma enganosa os testes PCR (reverse-transcriptase polymerase chain reaction), considerado o padrão-ouro no diagnóstico da COVID-19, quando o próprio criador do teste disse ser inapropriado para detectar infecções virais;

Ao governo, autoridades regionais e virólogos da Itália acusam de:

– Atuar como terroristas;

– Alterar o número de infectados e mortos por Covid 19;

– Mandar catalogar como Covid 19 todos os pacientes hospitalizados com ou sem infecção respiratória;

– Negar assistência médica a outras doenças e colocar a covid 19 como sendo a causa de morte;

– Decretar quarentenas a partir de critérios não avaliados por verdadeiras autoridades no assunto e pela ciência médica, reduzindo a população a miséria e pisoteando em seus direitos constitucionais.

A freira destaca que essa coalização de médicos e advogados se opõe terminantemente a qualquer tentativa de vacinação massiva que inclua substâncias estranhas e sem dar rigorosa verificação de efeitos posteriores, e que impedirão que seus compatriotas sejam tratados como ratos de laboratório.

Dr Massino Citro, um dos integrantes da coalizão, pede expressamente aos “médicos e advogados, que combatam por todos os meios. Devemos proteger os nossos irmãos, esse crime deve ser denunciado e detido”, disse Citro.

“Com a adesão de minha superiora irmã Dr. (médica) Natalina Ghirardelli e Dr. Franco Adessa, diretor da revista Chiesa Viva, da Brescia”, finalizou a freira.

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