Fim do debate sobre a fraudes nas urnas

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Bolsonaro expõe indícios irrefutáveis de que ouve fraudes nas eleições passadas

A última live do presidente (29) que prometia ser bombástica jogou, de fato, uma ogiva sobre a fragilidade do sistema eleitoral brasileiro. De forma simples e direta, o presidente Bolsonaro demonstrou, com a ajuda do assessor especial da Casa Civil, Eduardo Gomes, diversos indícios de que houve fraudes nas últimas eleições.

Imediatamente, a máquina da grande mídia, com a sua força tarefa, produziu uma enxurrada de matérias para “desmentir” as supostas fake News do presidente. Porém, a grande verdade é que Bolsonaro convocou a live, não para emitir opiniões sobre o tema ou achismos, mas sim para apresentar fatos concretos que indicam fraudes nas eleições. E como contra fatos não há argumentos, a esquerda apelou para o bom, velho e conhecido chilique.

“Não tenho provas”

Um dos pontos que serviu de apoio para os redatores de jornais acoitarem Bolsonaro foi a frase “não tenho como provar que houve fraude”; o que, aliás, é perfeitamente coerente com o pedido do presidente para que se aprove o voto auditável. Afinal, é claro que não há como comprovar se houve ou não fraude nas urnas, e este é o ponto: o voto no Brasil não é auditável e a eleição não é segura.

Entretanto, como demonstrado durante a live, apesar de não haver provas, por serem impossíveis de se conseguir, há indícios irrefutáveis de problemas nas urnas. Irrefutáveis pois são fatos concretos e que foram expostos através de vídeos que demonstram problemas nas eleições desde 2008. Dez anos, portanto, antes da eleição de Bolsonaro.

Interesse pessoal do presidente

Alguns veículos da mídia afirmaram, com razão, que Bolsonaro possui interesse pessoal no debate sobre o voto impresso auditável com contagem pública. Curiosamente a grande imprensa apresenta este interesse pessoal como algo negativo. Porém, fica a pergunta: que interesse ou vantagem pessoal pode ter alguém em quer disputar um jogo limpo nas próximas eleições? Certamente estamos falando do interesse de alguém que não teme jogar um jogo as claras.

Por outro lado, que interesse pessoal pode ter alguém ao preferir disputar uma eleição com possibilidade de fraude? Certamente alguém que teme o jogo limpo e sabe que a fraude será vantajosa para si.

Interesse pessoal do TSE

Agora, que uma das partes que irá disputar as eleições em 2022 tenha interesse em fraudes é perfeitamente compreensível, ainda mais se levarmos em conta o histórico de tal pré-candidato à presidência da república. Porém, o que é curioso, é que o próprio TSE, ligado ao STF, tenha interesse pessoal em manter a atual fragilidade das urnas, a ponto de defende-la com unhas e dentes.

Assim, que interesse pessoal pode ter alguém, como o ministro Barroso, indicado para o cargo pelo PT, em sustentar e querer manter eleições passiveis de frade para 2022? Esta foi a pergunta feita pelo presidente durante a live, e que também é feita pelos brasileiros. O que o ministro Barroso tem a perder com eleições limpas em 2022?

A grande mídia ainda ficará vários dias macaqueando a narrativa de que Bolsonaro apresentou “vídeos antigos sobre o tema”, possivelmente isto se estenderá para além das próximas eleições, inclusive. Porém, o fato é que Bolsonaro encerrou o debate sobre a fraude nas urnas. Não se trata mais de um debate técnico ou político, mas sim de um debate sobre aceitar ou não a própria realidade das coisas. As eleições são passíveis de fraude e isto é um fato.

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