Estado americano define homossexuais como ‘inférteis’ e concede cobertura de seguro para fertilização in vitro

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Os legisladores aprovaram um projeto de lei que redefine a infertilidade

Os legisladores do estado americano Illinois aprovaram um projeto de lei redefinindo a infertilidade aplicada a homossexuais e pessoas solteiras, exigindo cobertura de seguro de fertilização in vitro (FIV) e outros serviços para indivíduos que se identificam com a ideologia LGBT.

Illinois House Bill 3709 altera o código de seguro estadual para classificar a infertilidade como “a incapacidade de uma pessoa de se reproduzir como um único indivíduo ou com um parceiro sem intervenção médica” ou “de outra forma com base na opinião de um médico”. A infertilidade é atualmente definida na lei de Illinois como, entre outras coisas, “a incapacidade de conceber após um ano de relação sexual desprotegida”.

Os serviços que devem ser cobertos por seguradores de saúde para indivíduos solteiros ou LGBT sob a lei incluem “fertilização in vitro, lavagem de embrião uterino, transferência de embrião, inseminação artificial, transferência de tubo intrafalópico de gameta, transferência de tubo intrafalópico de zigoto e transferência de óvulo tubário baixo”.

O Projeto de Lei House Bill 3709 passou na câmara de Illinois com 68 votos a favor e 43 contra no início deste mês. O Senado estadual também aprovou o projeto na quinta-feira (27), embora ainda não tenha sido assinado pelo governador, um democrata.

A deputada democrata Margaret Croke, de Chicago, que patrocinou a legislação, sugeriu que a definição biológica de infertilidade na lei de Illinois era “discriminatória (ing) contra pessoas que querem se tornar pais”. House Bill 3709, de fato, ignora a realidade de que as pessoas não são “inférteis” simplesmente por terem uma “incapacidade de reprodução” sozinhas ou com alguém do mesmo sexo.

“Ninguém tem o ‘direito’ de ter coberto qualquer serviço específico que não seja curativo ou preventivo, mesmo quando os termos e condições gerais dessa apólice de seguro cubram serviços superficialmente semelhantes que são tratamentos médicos”, destacou um artigo no The Federalist sobre o Projeto de Lei no mês passado. Acrescentou que “a lei de Illinois já exige que as seguradoras de Illinois cubram serviços de fertilidade para casais que tentaram engravidar por um ano (.)”

Ao exigir cobertura de seguro de fertilização in vitro para qualquer pessoa que a deseje, Illinois está pronta para acelerar uma prática já altamente antiética. A fertilização in vitro, que é reconhecida como ilícita pela Igreja Católica, resulta em embriões humanos (vidas) destruídos. Milhões de embriões são abandonados ou descartados em clínicas de fertilidade nos Estados Unidos, de acordo com a Catholic News Agency.

A própria adoção pelo mesmo sexo apresenta graves riscos para as crianças, como especialistas já atestaram. “Estudos recentes confirmam que crianças criadas por casais do mesmo sexo se saem pior em uma infinidade de categorias de resultados do que aquelas criadas por casais heterossexuais”, disse o American College of Pediatricians. “A pesquisa revelou que as crianças criadas em famílias do mesmo sexo são mais propensas a experimentar confusão sexual, se envolver em experiências sexuais de risco e, mais tarde, adotar uma identidade do mesmo sexo”, afirmou o grupo em um documento recente.

No entanto, Illinois se junta a estados anfitriões governados por democratas, como Nova York, na liberalização dos requisitos de seguro de acordo com a ideologia LGBT. Junto com Illinois, Washington também agiu este ano para adequar os planos de seguro saúde à agenda LGBT, promulgando uma lei há duas semanas exigindo que cirurgias transgênero sejam cobertas pelas operadoras.

Fonte: Life Site News

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