Espanha: fabricantes de vacinas Covid 19 pedem ao governo imunidade legal contra possíveis efeitos adversos

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Eles negociam que o Ministério da Saúde cubra a responsabilidade subsidiária no caso de possíveis falhas de segurança que são detectadas devido à rapidez da investigação

De acordo com o jornal LA RAZÓN, fabricantes de vacinas Covid 19 com os testes já em andamento, foram à Agência Européia de Medicamentos (EMA) exigindo uma espécie de proteção ou imunidade legal contra as consequências que podem surgir daqueles efeitos adversos hipotéticos após a comercialização.

Esse escudo existe na legislação dos Estados Unidos para casos de pandemia, que isenta as empresas daquele país da responsabilidade pelo que pode acontecer aos produtos fabricados sob tais condições.

Na Europa essa legislação é inexistente. Existe uma espécie de brecha e deve ser de cada estado decidir. Eles explicam que a recomendação da Agência Europeia às empresas era precisamente que elas fossem às autoridades de cada país, para que elas decidissem se cobririam uma possível responsabilidade dos fabricantes em seus territórios.

No momento, há grandes grupos envolvidos neste desenvolvimento da vacina com o interesse de distribuí-la também na Europa, entre eles estão, por exemplo, AstraZeneca, Johnson&Johnson, o americano Moderna (que chegou a um acordo com o espanhol Rovi para a fabricação de milhões de doses) ou o laboratório chinês CanSino Biologics.

O que aconteceria se as vacinas que estão sendo desenvolvidas finalmente fossem administradas e, a médio prazo, for comprovado que elas causam algum tipo de dano colateral inesperado àqueles que as tomam? As empresas teriam que enfrentar pagamentos subsequentes de responsabilidade e compensação? Isso não penalizaria alguém que agisse o mais rápido possível para acabar com a pandemia? Este dilema está provocando um importante debate na indústria farmacêutica e tem levado vários laboratórios envolvidos nos projetos  de desenvolvimento de vacinas a exigir soluções.

Fontes explicam que várias empresas farmacêuticas já transferiram sua preocupação para o Ministério da Saúde, exigindo que contornassem o vácuo legal com algum tipo de fórmula legal que as exonera de responsabilidade em caso de falhas de segurança não detectadas, como consequência da velocidade com que a pesquisa foi desenvolvida, informou o La Razón.

A cobertura desta responsabilidade subsidiária é uma das condições essenciais, asseguram, para que a imunização seja realizada na Espanha. De acordo com as mesmas fontes, o Departamento de Saúde da Espanha ainda não formulou uma resposta oficial. Enquanto isso, as empresas estão trabalhando em um documento para definir as condições sob as quais esta vacina teria que ser aprovada no país. Esta negociação também está ocorrendo em outros estados.

Normalmente, o prazo para o desenvolvimento de uma vacina é longo, permitindo que os pesquisadores identifiquem possíveis falhas com grande precisão e ajustem a porcentagem de eficácia e segurança que o produto pode alcançar antes de ser colocado no mercado.

Fonte: Lá Razón.

1 Comentário

  1. É claro, pois eles sabem os desastres que irão acontecer. Vacinas são uma FRAUDE. Entrem todos para o grupo VACINAS O MAIOR CRIME DA HISTÓRIA e conheçam a verdade. Acesse fb.com/groups/VacinasCausamAutismo

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