Entenda o que há por detrás da pandemia

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“No meio deste caos, são os corajosos que abrem os olhos à verdade e que não têm medo de enfrentar essas mentiras aterradoras”

O jornal argentino La Prensa publicou uma entrevista concedida pela escritora Cristina Martín Jiménez, que publicou na Espanha o livro La Verdad de la pandemia. Quien ha sido y por qué”. Pediu-se a ela que comentasse o seu novo livro que se tornou um best-seller. Dada a importância do tema, abaixo você encontra um resumo das partes principais da entrevista.

– O seu livro acaba de aparecer na Argentina. O que ele contém, e por que se tornou um fenômeno de vendas na Espanha? Poderia comentar sobre isto?

Estou realmente feliz por ele ter chegado às livrarias da Argentina. Há dez anos, quando fazia pesquisa para o meu livro “Los amos del mundo estan al acecho” (Os donos do mundo estão à espreita), descobri que eles tinham concebido um novo mecanismo para atingir os seus fins. Dei a isto o nome de “tática pandêmica”, ao analisar a mentira da gripe da Influenza A. Eu avisei que, embora ela não tivesse funcionado bem para eles, eles voltariam a recorrer a ela, e aqui estamos nós com a Covid-19. Esta tática de guerra das elites globais é uma preparação para uma guerra civil, pois joga os membros de uma mesma família uns contra os outros. Agora, em vez de balas, atiram-se informações falsas, ou seja, mentiras que exploram o medo da morte. No meio deste caos, são os corajosos que abrem os olhos à verdade e que não têm medo de enfrentar essas mentiras aterradoras, que, no entanto, despertam uma reação inesperada: dão sentido à luta de milhões de pessoas em todo o mundo, porque é uma causa que vale verdadeiramente a pena: a liberdade.

– Em seu livro você fala de “pandemia”, uma arma de guerra psicológica concebida em laboratórios sociais para implantar uma ordem mundial totalitária.

Sim, há anos que venho dizendo que o globalismo é o novo totalitarismo e penso que isto está ficando evidente. A “pandemia”, como arma de guerra, tem diferentes níveis de ação, desde o geopolítico ao hegemônico, do econômico ao social. Analiso todas estes aspectos no meu livro. Mas o contexto é mais profundo. É um crime  contra a humanidade e contra a vida. E não só contra a vida física, mas o ataque é ainda mais feroz contra a esfera espiritual do ser humano.

Esta categoria metafísica é a mais difícil de captar, especialmente em sociedades materialistas sem raízes ou tradições. Com os seus novos métodos de guerra silenciosa, baseados na engenharia social da cultura e da comunicação, os planejadores ultrapassam a linha do terrorismo emocional; entram, agora, no campo do terrorismo sentimental, com o objetivo de realizar conquistas. Quer dizer, conceberam um processo para que nos destruamos por meio do ódio de uns contra os outros. Eu o chamo de “sentimento único”, que vai um passo para além do pensamento único. Enquanto nós nos dividimos e nos confrontamos, eles nos observam e se julgam vitoriosos. É óbvio que se nos combatemos, enfraquecemos, e eles tornam-se mais fortes. É este o seu plano, pelo que temos o dever moral de nos rebelarmos contra a sua guerra não declarada. A “pandemia” é a chantagem das elites globais para que todos nós aceitemos uma nova ordem mundial, um sistema bárbaro e desumanizado que, se todos o conhecessem, talvez nunca o aceitariam.

– Você mencionou uma nova ordem mundial. Como funcionaria?

É a “nova normalidade”, em que uma nova classe, a dos ultrarricos globalistas, pretende dominar tudo e apropriar-se de todos os bens da terra. Planejam acabar com a propriedade privada em 2050, reduzir drasticamente a população, proibir-nos de tomar banho no mar, nos rios e de ter acesso a florestas e montanhas por que, segundo eles, somos o pior vírus do planeta, ameaçamos a saúde ecológica de uma Terra que eles consideram sua. Eles pensam que a merecem e nós não. Na sua utopia, planejaram reservar este planeta como sua residência privada e enviar-nos para Marte, para onde já projetaram as novas colônias e para isso já atraíram muitas pessoas com o estratagema de participar de um Big Brother ali. Soa a ficção científica, não é? Mas olhe à sua volta, observe as pessoas que andam por aí e usam as máscaras que registram o seu nível de domesticação ou as que estão trancadas nas suas casas. Chamam a isso um “laboratório vivo”, tem uma cronologia de implantação e as respostas que damos aos seus comandos são já informações em fase de análise.

– Quais seriam os objetivos desta nova ordem mundial?

Impor um mercado único, uma religião global, um exército único e um governo mundial, onde todas as regras e leis são concebidas pela elite globalista. Este tem sido o seu projeto nos últimos cem anos, e que se acelerou após a Segunda Guerra Mundial e se precipitou ainda mais com a “tática da pandemia”. Este projeto é assim porque estes indivíduos, que têm uma psique diferente dos restantes, compreendem as relações sociais em termos de dominadores e de dominados.

Querem demolir a civilização ocidental, cujos valores ou ideais provêm da cultura grega, romana e cristã. Refiro-me aos ideais de Justiça, Verdade, Beleza, Bondade, Sabedoria, Família, Esforço, Sacrifício. Em seu novo mundo feliz estes paradigmas não são válidos. E fazem isso a partir de dentro, estão detonando o sistema.

 – De acordo com o que você estudou, como eles planejam alcançar estes objetivos?

Eles criaram muitos e variados mecanismos, que exponho nos meus livros. Entre outros, para alcançar os seus objetivos, conseguem controlar através de homens de fachada que os representam, não só nos governos nacionais como também nas instituições supranacionais fundadas após a Segunda Guerra Mundial. Não é por acaso que os diretores do Banco Mundial, do Fundo Monetário Internacional, da NATO, da União Europeia, da ONU e das suas agências como a OMS, OMC, FAO, UNICEF, ACNUR e Mulheres da ONU são nomeados por esta elite global, que os convida para as reuniões anuais do Clube Bilderberg para aprenderem o que Kissinger chama de “política real”. Têm trabalhado para que o seu tão esperado governo mundial seja estabelecido na ONU. Mas é óbvio que este organismo tornar-se-ia então definitivamente um governo de fachada do Poder privado. E, dessa forma, a Organização Mundial da Saúde, a Organização Mundial do Comércio ou a Organização Mundial do Turismo funcionariam como os seus ministérios globais. Seriam a única autoridade global que transmitiria as mesmas leis a todos os cidadãos e regiões do planeta. Para isso elaboraram, ademais, os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU.

– Então, a pandemia seria um ensaio para fazer avançar os seus objetivos?

Podemos ver que durante esta pandemia, governos alinhados com a elite global, como o da Argentina, ordenaram aos cidadãos que obedecessem cegamente aos ditames da OMS. E nos perseguiram e caluniaram; censuraram os jornalistas e cidadãos que apresentaram uma posição crítica. Mas o que é a OMS? As grandes indústrias farmacêuticas que a financiam estão integradas em grupos econômicos que, por sua vez, são donos da indústria de comunicação e entretenimento, energia e alimentação, construção, setor automobilístico e armamento. Quer dizer, é a elite que se esconde nos chamados fundos abutres. A pandemia deixou o seu jogo exposto. Trata-se de um caso paradigmático que revela os mecanismos de conquista a serviço dessas elites.

– Você fez a sua tese de doutoramento sobre o Clube Bilderberg. O que está por detrás destas reuniões?

O Clube Bilderberg é um fenômeno histórico complexo, o que o torna muito interessante para um jornalista investigador e acadêmico como eu. O sucesso de Bilderberg consistiu em ter suficiente sagacidade para integrar estruturas que já estavam criadas, na estrutura macro em que se tornou.  Assim, nas suas listas de participantes vemos membros da Maçonaria, da realeza europeia, dos serviços secretos, da NATO, da ONU, dos sindicatos, dos bancos, os proprietários dos meios de comunicação social.

– Há países que se rebelaram?

Os globalistas entraram nas artérias culturais de todo o mundo. Estão em todos os países através de ONGs, departamentos universitários, meios de comunicação, o mundo da cultura, da arte e do entretenimento. Mas na Hungria, por exemplo, a Universidade Central Europeia (CEU), de George Soros, foi expulsa em 2018. Nos EUA, face a essa estrutura globalista, a esse “establishment” tradicional, surgiu uma nova estrutura de poder liderada por Donald Trump. No Brasil, Bolsonaro; na Hungria, Viktor Orbán; na Polônia, Andrzej Duda. E há também um movimento muito interessante de governantes na África que enfrentam as imposições de instituições supranacionais como a ONU e a sua OMS. Para onde irão levar os caminhos iniciados por estes governantes? Ainda está para ser visto. Mas algo de novo está acontecendo.

E, por outro lado, há as manifestações multitudinárias de cidadãos na Alemanha contra as mentiras da pandemia, em Londres, na Polônia… E na Espanha surgiu o movimento Médicos pela Verdade. Diante destas rebeliões, o Poder contra-atacou, insultando os cidadãos e chamando-os até mesmo de nazistas. Isto ensina-nos uma grande lição: que o Poder tem medo, muito medo da verdade e dos protestos espontâneos dos cidadãos, daqueles que não são comandados pelas suas ONGs ou por outros movimentos que ele subsidia, como o Black Lives Matter.

– O aborto, a eutanásia, as drogas, a agenda homossexual, os ataques à família, as epidemias, as vacinas, os ataques à Igreja Católica, etc., também são promovidos por esta nova ordem mundial?

Sim, de fato. Foi o que descobri durante estas décadas de investigação. São táticas da grande estratégia das elites globais, da sua guerra contra a população para enfraquecê-la, para confundi-la, para bestializá-la e assim aniquilar a sua mente e a sua visão da realidade. É a Terceira Guerra Mundial e as suas três fases, que explico no livro.

–Em sua opinião o que se deve fazer na Argentina?

O mesmo que no resto dos países: não ter medo, abrir os olhos e enfrentar a mentira. É um processo lento que começa sempre em pequenos grupos, que acabam, com o tempo, arrastando a maioria. A Argentina é um caso paradigmático que nos ensina que, para ganhar as guerras contemporâneas, o Poder não precisa colocar tanques nas ruas. Se a informação e a cultura são controladas, mata-se o pensamento e a ação crítica, e gera-se uma cidadania domesticada. Se acrescentar a esta batalha cultural uma quebra econômica atrás de outra, bem como a compra de votos através do clientelismo ou de auxílios financeiros estatais, obtém-se uma sociedade dependente. O pão e o circo romano. Na Argentina, o Poder não está no Parlamento, mas nos proprietários dos grandes fundos financeiros que manipulam os políticos como marionetes enquanto extorquem a riqueza material e humana do país. A corrupção endêmica dos seus políticos favorece a divisão social e, ao enfraquecer a união do povo, asseguram seu poder década após década.

Os argentinos, como as demais pessoas em todo o mundo, devem compreender que existe uma guerra concebida pelas elites globais para se manterem no poder. O bilionário Warren Buffet, sócio principal do casal Bill e Melinda Gates, deixou isto muito claro numa conferência em Davos, onde afirmou: “Sim, há uma guerra de classes, mas é a minha classe, a classe rica, que a promove… e nós a estamos ganhando”. Neste momento, estamos assistindo a uma guerra entre as elites, mas todos os membros delas concordam em não detonar a natureza da sua estrutura de poder. Quem se proclamará como o deus dos deuses? Esta é uma das batalhas que estão sendo travadas nesta luta. 

– Você visualiza alguma possibilidade de mudança em nível global?

Acredito que a história nos apresenta neste momento um desafio excitante, e aqueles que são capazes de o ver e de o compreender, crescerão como indivíduos e farão as famílias e comunidades em todo o mundo progredirem. Há cada vez mais pessoas conscientes das ações dos dominadores globais que, durante um século, têm aprimorado as suas táticas de manipulação social. Agora, observamos a sua obra e vemos que o resultado do seu trabalho são sociedades enfermas, distopias desumanas. Há um fator que não devemos ignorar: podemos apontar os ideólogos e reconhecer os seus planos e técnicas, mas somos todos nós que construímos as sociedades em conjunto.

O que acontece com os que permanecem impassíveis diante deste cenário grotesco? Não temos responsabilidade pelo que nos está acontecendo se nos mantemos átonos? Quando alguém responde “não podemos fazer nada”, eu só vejo medo, rendição e comodismo. Esta posição é uma grande mentira, porque agora temos acesso ao conhecimento e podemos mudar o futuro. Se acreditarmos que o podemos fazer, fá-lo-emos. Alguns são fracos, mas sinto uma grande esperança porque cada vez há mais jovens interessados em decifrar o que está por detrás daquilo a que chamamos Poder. Eles estão entusiasmados com este desafio, e aqueles de nós que, desde há muito tempo o têm enfrentado, devem ajudá-los.

– Por que os jovens?

Os jovens são as primeiras vítimas da mentira, eles perceberam que querem arruinar não só o seu presente, mas também o seu futuro. E querem combatê-la com a verdade. E o fato é que os jovens estão também percebendo que outro grande objetivo desta “pandemia” é o de aniquilar o amor. É por isso que foi decretado o “distanciamento social”, como comprovo no livro. O amor é um grande mistério para esses globalistas que carecem dele e, como não o conhecem, não sabem como destruí-lo. Assim, ainda que pareça que possam, não têm nenhuma possibilidade de vencê-lo.

Eu sabia que, em certo momento, nos rebelaríamos e enfrentaríamos tanta injustiça, infâmia e depravação que nos rodeia, embora muitos tenham permanecido cegos e silenciosos. Esperei pacientemente durante mais de vinte anos. Chegou o momento. Não é mais possível deter agora esse movimento. A resistência começou, oxalá tenhamos a fortaleza para perseverar.

Fonte: http://www.laprensa.com.ar/493550-Que-hay-detras-de-la-pandemia.note.aspx

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