Entenda o caso da menina de 10 anos submetida a aborto em Recife

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A criança assassinada estava com quase seis meses de idade

No último domingo (16) os brasileiros assistiram a execução da pena de morte a uma inocente, com quase seis meses de idade e 550 gramas. Esta inocente morreu queimada, lentamente, em virtude do cloreto de potássio inserido em seu coração. Uma morte que a lei não tem coragem de aplicar ao próprio culpado, o estuprador.

São incontáveis as narrativas do aborto realizado na criança de São Mateus, contaminadas com o veneno da ideologia da Cultura da Morte, com o objetivo de manipular e confundir os cidadãos de bem. Por isso apresentamos abaixo informações claras e diretas sobre o ocorrido, bem como algumas instruções para aqueles que defendem a vida e a família.

Entenda o caso

Uma menina de 10 anos da cidade de São Mateus, no Espírito Santo, engravidou em virtude de um estupro praticado pelo tio. Ela havia sido estuprada desde os seis anos de idade.

Devido ao estágio avançado de gravidez, os médicos que cuidavam dela em São Mateus julgaram não se tratar de um caso para aborto, e já estavam tratando da menina como alguém encaminhada ao pré-natal.

Neste meio termo, apesar de que familiares, vizinhos, autoridades e todos os envolvidos com a menina saberem que a gestação estava de quase seis meses, a imprensa divulgou exaustivamente tratar-se de uma gestação de apenas 3 meses (1º Fake News).

ONGs a favor do aborto divulgaram também exaustivamente que a gravidez aos 10 anos mata, quando, pelos dados do Data SUS, sabe-se que praticamente as mortes maternas é inexistente no Brasil entre 10 a 14 anos. (2º Fake News).

As autoridades locais, inconformadas com os médicos de São Mateus, então decidem enviar a menina para o Hospital das Clínicas de Vitória, onde há um serviço de atendimento para abortos não puníveis por lei.

A menina chegou a Vitória na sexta feira à noite (14).

Na quinta feira (13) o Ministério Público do Espírito Santo publicou uma nota ameaçando com as punições da lei a qualquer pessoa que divulgasse dados sobre qualquer caso envolvendo crianças ou adolescentes no munícipio de São Mateus.

No sábado pela manhã (15) o Hospital das Clínicas de Vitória, incluindo o Serviço de Atendimento à Mulher Vítima de Violência, chega à mesma conclusão que os médicos de São Mateus: Não se trata de um caso para aborto, atestaram novamente os médicos por unanimidade. Sugeriram ser realizado um encaminhamento para o pré-natal, que poderia ser feito em Vitória.

Decidem, então, internar a criança para começar, já no início da semana, o protocolo pré-natal.

No sábado à noite (15), entretanto, a Rede Globo de televisão divulga, a nível nacional, a notícia segundo a qual o juiz havia decidido pelo aborto da gestante. Foi apresentado na tela todo o documento assinado pelo Juiz, mas desfocado, de modo a poder ser lido apenas o que interessasse à emissora destacar. (3º Fake News).

Apesar de ter sido apresentado como sendo a liminar para o aborto, o documento era na verdade o pedido de exames feito pelo juiz ao hospital para que eles, os próprios médicos, decidissem qual seria melhor conduta a ser adotada, um aborto ou a espera por uma antecipação do parto.

Apesar da proibição da divulgação de dados notificada na quinta feira pelo Ministério Público, não se sabe como a Rede Globo conseguiu acesso a este documento, nem por que o Ministério Público não tomou até o momento devidas providências nem para punir o vazamento, nem pela falsa divulgação de seu teor.

Supõe-se que o programa televisivo deva ter causado perplexidade entre os médicos do Hospital das Clínicas, uma vez que eles haviam orientado, conforme o pedido do juiz, a menina para um pré-natal com antecipação oportuna de parto, e não havia chegado nenhuma liminar prescrevendo o aborto.

Como a Rede Globo teria obtido uma liminar que ainda não havia chegado ao hospital, e da qual este não tinha conhecimento senão pela emissora? Existiria tal liminar ou seria uma informação equivocada?

Ainda que desfocado, no entanto, a televisão havia realmente mostrado e citado um documento. Pouquíssimas horas depois, no final da madrugada de sábado para domingo, cerca de doze horas após a exibição em cadeia do Jornal Nacional, quando chegava ao seu fim o plantão médico da madrugada, o Secretário da Saúde do Estado do Espírito Santo, um membro do PT e diplomado em Medicina em Havana, exige da direção do Hospital das Clínicas a alta imediata da menina para realizar o aborto em Pernambuco.

Um avião já estaria esperando no aeroporto e a polícia estadual já estava pronta na porta do hospital para escoltar a menina. Mesmo com os médicos confusos por uma transmissão cuja veracidade não estava esclarecida, o Secretário da Saúde consegue a alta da menina.

A criança estava sob a guarda do Poder Judiciário. Não houve aparentemente pedido da Justiça para a alta exigida. Atuando em perfeita sincronia com as notícias falsamente veiculadas pela Rede Globo, a qual utilizou-se de documentos que não poderiam ter vazado, o Secretário da Saúde do Estado do Espírito Santo não tinha jurisdição sobre um hospital federal como o Hospital das Clínicas de Vitória.

O Secretário, sem jurisdição sobre um Hospital Federal, não poderia ter autoridade para exigir a alta de uma criança em plena madrugada de domingo sem ordem judicial. Mas foi o que aconteceu.

No aeroporto não havia passagem comprada. Em vez disso, ali estava um jato executivo pago não se sabe por quem, aguardando pela menina para levá-la ao Recife, onde foi realizado o aborto pelo Dr. Olímpio de Moraes, não sem os protestos de uma multidão de pessoas.

Dr. Olimpio já era conhecido por todos por ter realizado um aborto de gêmeos vindos de Alagoinha em 2009, contra a vontade legalmente expressa pelo pai. O Dr. Olímpio foi também quem anunciou para todo o Brasil o início da política de redução de danos em matéria de aborto, pela qual os médicos podem ensinar às gestantes, em qualquer caso, como provocar um aborto, desde que seja com a suposta finalidade de reduzir os riscos.

Foi somente quando desembarcou no Recife que finalmente foi publicamente revelada a idade gestacional do bebê, a qual desde o início era conhecida por todos os participantes deste circo de falácias. Tratava-se de uma menina de 550 gramas e 22 semanas e cinco dias de gestação. Com chances reduzidas, mas significativas, a viabilidade se inicia, na maioria das vezes, às 23 semanas.

A criança foi assassinada no domingo à tarde com o golpe de uma injeção de cloreto de potássio em seu coração. A Cultura da Morte deseja agora com este precedente alargar ainda mais seus prazos, seus direitos e cegar a todos, chamando a isto de compaixão.

O avanço da cultura da morte, entenda

Desde 1989 até 1998, pelos protocolos vigentes nas unidades hospitalares de aborto não punível em lei no Brasil, somente se praticava o suposto direito de matar um inocente até o terceiro mês da gestação. Mas desde 1998, quando foi publicada uma Norma Técnica de Atendimento à Violência Sexual do Ministério da Saúde, até este domingo (16), passou-se a reconhecer o direito de matar um inocente até o quinto mês de gestação ou a vigésima semana.

Agora, neste domingo (16), este marco foi ultrapassado. A menina morta por aborto tinha quase 6 meses de gestação, ou 23 semanas. Foi superado o marco das Normas Técnicas do Ministério da Saúde que era mantido desde 1998.

Este processo macabro não irá parar se não for revogado o Inciso II do Artigo 128 do Código Penal.

A origem do aborto passível de não punição no Brasil precisa ser extirpada

Quando a sociedade permite o aborto em caso de estupro, está retirando a vida de um ser humano por causa do crime de outrem, e sem o devido processo legal. O motivo por que todas estas crianças foram assassinadas desde 1989 é justamente o Inciso II do Artigo 128 do Código Penal, que estabelece que não se pune o aborto se a gravidez resulta de estupro.

Portanto, o câncer tem sua origem no Inciso II do Artigo 128 do Código Penal. É o inciso que isenta de pena o médico que matar um inocente por causa do crime cometido por outra pessoa. Este inciso deve ser revogado.

Projeto de Lei 2893/2019

Existe um projeto de lei, o PL 2893/2019, protocolado pela Deputado Chris Tonitetto, que objetiva a revogação do o art. 128 do Código Penal. O projeto ainda está aguardando o despacho do Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia.

“O aborto é mais monstruoso que o estupro”

Padre Luis Carlos Lodi, doutor em bioética, formado em Direito e presidente da Associação Pró-Vida de Anápolis, afirmou em uma live feita em 17 de agosto que “o aborto é mais monstruoso que o estupro. O estupro é um crime hediondo, mas pelo menos o estuprador poupou a vida da mulher. Quem comete um aborto após o estupro comete um crime pior que o do estuprador”.

“Se alguém pensa que esse crime vai ser aliviar a saúde da menina, nem que seja a saúde mental, se engana. A mulher que realiza um aborto depois de um estupro adquire um trauma tão grande, dificílimo de curar”, disse o Pe. Lodi.

Vídeo esclarece as fraudes do caso

O Jornalista Bernardo Kuster apresenta neste vídeo as fraudes e as mentiras que ocorreram neste aborto da menina de dez anos de idade. Assista. Recomendamos especial atenção às instruções dadas por ele ao final, a todos que defendem a vida e a família.

“A audácia dos maus se alimenta da covardia e da omissão dos bons”. Papa Leão XIII (1810-1903)

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