Embaixadas dos Estados Unidos em todo o mundo vão exibir bandeiras LGBTQ

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Foto: AP.

Marxismo cultural em ascensão com o avanço da agenda LGBTQ

Ativistas LGBTQ aplaudem o anúncio feito pelo novo Secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, de que vai reverter uma ordem do presidente Donald Trump e autorizar a exibição ostensiva de bandeiras do “orgulho gay” nas embaixadas dos EUA em todo o mundo.

A revista Outfront relata sobre esta decisão:

“A administração Biden teve um início promissor, pois o Secretário de Estado nomeado, Antony Blinken, reafirmou o compromisso com os direitos LGBTQ”. Num memorando de julho de 2020, o ex-secretário da Defesa Mark Esper publicou uma lista de bandeiras que podem ser exibidas em bases militares dos EUA. A bandeira LGBTQ não constava na lista, que Esper comparou com a bandeira da Confederação. Antes da proibição, as embaixadas hasteavam a bandeira no mastro oficial durante o mês do “Orgulho Gay”.

De fato, em uma audiência (27/1), Blinken confirmou que, entre outras sugestões, o governo Biden vai reverter as proibições da era Trump às embaixadas dos EUA. O governo Obama havia permitido a exibição das bandeiras, mas o governo Trump forçou-as a pedir permissão para hastear em mastros oficiais, negando a maioria dos pedidos.

Durante a audiência, Blinken também confirmou que planeja nomear um emissário para os direitos humanos das pessoas LGBTQ, cargo criado por Barack Obama em 2015 que não foi preenchido durante a presidência de Trump. Blinken acredita que preencher o cargo é uma questão de “real urgência” após um aumento na violência contra pessoas LGBTQ em todo o mundo durante os quatro anos de Trump no cargo. Para Blinken, levantar a bandeira do orgulho gay é uma forma de mostrar a solidariedade LGBTQ.

Conclui a revista Outfront: “O compromisso da administração Biden com os direitos LGBTQ vem como uma conquista muito esperada para a comunidade LGBTQ. Biden é o primeiro presidente dos EUA a abraçar abertamente uma gama completa de direitos “queer”, incluindo a igualdade para transgêneros”.

Fonte: Freiewelt

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