“Ela não queria tomar”: o drama de quem perdeu familiares após vacina

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Estudos Nacionais/Divulgação.

Em nome da solução imunizadora, vidas são atropeladas e importam menos que a lógica administrativa

Amados, ontem a tarde minha sogra tomou a vacina Oxford, chegando em casa passou mal com náuseas e diarreia” disseram ser normal”, na madrugada sua glicose caiu pra 42, e veio a óbito as 5 da manhã…estamos arrasados com a perda de alguém tão caro, a quem cobrar essas perdas?

O testemunho acima é de Maria, uma internauta. Depois da denúncia, em postagem no Twitter, ela relatou estar enfrentando censura da rede social. “Isso se deu depois que eu postei sobre a morte de minha sogra após ela tomar a vacina, acho que vão me derrubar”, desabafa.

Mas a postagem de Maria encorajou outros testemunhos que se acumularam nos comentários ao seu relato. Pessoas que tiveram a mesma experiência e compartilham da mesmo sentimento, um misto de revolta, suspeita e dor pela perda repentina de familiares saudáveis por uma decisão errada ou que foram levados a isso pelo sensacionalismo dos jornais.

“O tio do meu marido de 84 anos tomou a segunda dose da vacina e 10 minutos depois começou a passar mal e faleceu de infarto. Insistem em dizer que não tem nada a ver com a vacina..ahh tá bom que não tem!!“

“Hoje enterrei minha mãe pelo mesmo motivo, tomou a vacina na terça feira ao meio-dia e na quarta feira pela madrugada faleceu!“

“Perdi uma tia saudável. Tomou a vachina e 4 dias veio a óbito. Os médicos falaram que ela já estava contaminada. SQN“

Em meio a tantos relatos, Maria acrescentou um detalhe especialmente doloroso de sua história: Minha sogra tem 8 filhos, só meu marido e mais dois não queriam que ela tomasse, ela também não queria tomar..”. A frase é dolorosa e provoca profundo inconformismo: “ela também não queria tomar”. Casos como este se repetem pelo Brasil. Em nome da lógica sanitarista, as vidas que se perdem no caminho para a tão sonhada imunização importam menos. Em sua maioria idosos, as vítimas nem sempre têm como se defender. Em muitos casos são os familiares, jovens e informados pelas notícias, que insistem até que os mais velhos, sem argumentos ou força para contestar, cedem.

Diante de suspeita tão grave, jornalistas e autoridades desconversam e classificam como “distorcidas” as denúncias, pois se tratam de “apenas” casos suspeitos.

A dor de pessoas como Maria, porém, não diminui pelo fato de ser uma suspeita. Assim como a sua sogra, pessoas que estavam saudáveis minutos antes da vacinação jamais voltarão. Em Cuiabá, um médico levou os dois pais idosos para receber vacina. Três dias depois, os dois morreram e o médico foi parar na UTI. Se casos como este não virarão notícia, na visão de jornalistas da grande mídia eles não servem nem mesmo para estatística. Pois “são suspeitos”.

Diante do choro de famílias destruídas pelo sonho da saída da pandemia, o Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, acertou a compra de mais doses, agora da perigosa e polêmica Pfizer, que, segundo pesquisadores, pode ser responsável por mais de 60 mil notificações pelo mundo. O governo brasileiro aceitou uma cláusula na qual a Pfizer não se responsabiliza pelas mortes de sua vacina.

Nos EUA, o sistema de notificação já incluiu mais de 500 casos suspeitos de óbitos, incluindo mais de 10 mil suspeitas de reações graves causadas pela vacina da Pfizer.

Além de ser inútil para a nova variante brasileira, conforme estudos mais recentes, a Pfizer utiliza uma tecnologia experimental, que muitos associam a uma verdadeira “terapia genética”. Para ser efetiva, essa vacina pode ter o poder de modificar o código genético de vacinados e até o momento nenhum médico garantiu que isso não vá ocorrer.

Teria sido a indiferença com as possíveis vítimas que fez o governo brasileiro aceitar uma cláusula da própria empresa, que exigiu não se responsabilizar pelas mortes e efeitos adversos de sua vacina? Ou será pela pressão da mídia pela “solução final” proposta por bilionários investidores das vacinas? Ou, talvez, a pressão de governadores e prefeitos, que já entram na justiça para fazer negócios independentes do governo? Maria e outros brasileiros não têm respostas para isso. Tampouco para a dor que sentem.

Na última semana, o painel de monitoramento da Anvisa notificou mais de 60 óbitos associados às vacinas no Brasil, entre a CoronaVac e a vacina de Oxford. O painel é alimentado com notificações de familiares ou vítimas de efeitos adversos das vacinas e necessitam de investigação. Ao invés de cobrarem por respostas, veículos da grande imprensa exibem sua insensibilidade ao classificar como “fake news” e mudar de assunto rapidamente.

Além da dor dos que perderam familiares, como Maria, que tentou alertar para que não se vacinassem, há a dor dos que sucumbiram ao medo e incentivaram seus familiares, motivo de tão grande culpa e sofrimento. É certo que ninguém apagará a dor da perda. Mas como ler jornais da mesma maneira? Como ler manchetes que alardeiam soluções perigosas supostamente em nome de “todas as vidas”? Como ler colunistas e celebridades nos dizerem quais são as vidas que importam?

A lógica utilitarista da imunização coletiva não vê a dor individual dos que perecem no caminho. Arrastadas e atropeladas pela solução dada por conglomerados farmacêuticos, as vidas parecem não importar tanto para os jornais quando elas atrapalham a narrativa oficial. Com a lei da pandemia, assinada em fevereiro, o Governo Federal deu à imprensa a permissão de julgar as prioridades nacionais. Ao desobrigar jornais ao cumprimento de medidas sanitárias, como lockdown e toques de recolher, o governo criou uma profunda desigualdade entre os cidadãos e a instância informativa da sociedade. Isso pode ter contribuído para a profunda crise de sensibilidade e ética na profissão que se tornou julgadora dos cidadãos.

Fonte: Estudos Nacionais

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