Ditadura cubana inicia julgamento sumário de manifestantes

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(John Moore / Getty Images)

Nos últimos dias, dezenas de cidadãos cubanos foram conduzidos aos tribunais, acusados dos supostos delitos de desordem pública, incitação ao crime e desacato ao regime socialista

O Partido Comunista de Cuba deu início aos julgamentos sumários contra cidadãos detidos durante os protestos do dia 11 de julho.

Segundo a ONG “Defensores Prisioneiros”, essa forma de julgamento viola “flagrantemente a garantia do devido processo” de direito dos cidadãos. Os julgamentos são realizados sob a forma de “atestado direto”, ou seja, do inquérito policial o cidadão passa direto para a audiência de manifestação oral, sem haver ação judicial ou processo.

Nos últimos dias, dezenas de cidadãos cubanos foram conduzidos aos tribunais, acusados dos supostos delitos de desordem pública, incitação ao crime e desacato ao regime socialista. Alguns dos detidos foram levados pelos militares apenas por realizarem gravação dos protestos em seus celulares.

As autoridades não divulgaram uma lista oficial dos detidos. Conforme o jornal independente Terça Livre noticiou, ativistas pela liberdade afirmam que pelo menos 537 pessoas já foram presas. O número de mortes, no entanto, ainda é desconhecido. Apenas uma morte foi divulgada por alguns jornais.

O analista político Carlos Dias, criticou a falta de liberdade do modelo político e econômico da esquerda.

“Nós assistimos a isso no Brasil, vocês perceberam que a casta selecionada pelo ex-presidente Lula, ele se juntou com as elites econômicas e as elites políticas do país e fizeram o maior esquema de corrupção da história do mundo. Trilhões de reais foram irrigados para esse esquema. Também para sustentar aquilo que não tem como avançar de maneira positiva, a estrutura econômica produzida pelo socialismo”, acrescentou o analista político.

Fonte: Epoch Times

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