Dezenas de pessoas desenvolvem distúrbio sanguíneo raro após tomar vacinas contra Covid

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A maioria dos relatos envolve as vacinas da Pfizer-BioNTech ou da Moderna

Por Angelica Ca e Paulo Eneas

Quase diariamente surgem relatos sobre efeitos colaterais adversos graves das vacinas contra a covid 19, produzidas em tempo record e fora dos padrões de segurança da própria indústria farmacêutica. A divulgação destes relatos, quase todos reunidos em banco de dados de instituições públicas de saúde em diversos países do mundo, vem sendo sistematicamente boicotada pela grande imprensa.

A maioria dos relatos envolve as vacinas da Pfizer-BioNTech ou da Moderna, que foram desenvolvidas por meio da tecnologia de RNA mensageiro, ou mRNA. Esta tecnologia nunca foi empregada antes em seres humanos, mesmo em condições normais do tempo usual de produção de uma vacina, que varia de alguns anos até décadas. Além disso, nenhuma vacina até hoje, seja de mRNA ou de vírus atenuado, foi desenvolvida em um prazo inferior a quatro anos.

O fato de a humanidade estar sendo submetida agora a vacinas experimentais produzidas em poucos meses, e utilizando tecnologia nunca empregada antes na imunização de seres humanos, constitui-se em um crime que está sendo perpetrado com a conivência principalmente da grande mídia, que tornou-se uma propagandista destas vacinas, ao mesmo tempo em que dissemina desinformação sobre tratamentos precoce e preventivo.

O relato mais recente sobre efeitos adversos graves das vacinas contra a covid veio na semana passada dos Estados Unidos. Segundo informou o The New York Times em edição do dia 08/02, que pode ser vista neste link aqui, um total de 36 pessoas podem ter desenvolvido uma doença sanguínea rara, conhecida como trombocitopenia imune, após tomarem as vacinas Pfizer-BioNTech ou da Moderna. As causas da trombocitopenia ainda são desconhecidas.

Uma das vítimas foi um médico obstetra de Miami, Florida, Dr. Gregory Michael, que morreu depois que a trombocitopenia fez com que suas plaquetas chegassem a zero. O médico tinha apenas 56 anos e morreu de hemorragia cerebral apenas 16 dias após receber a vacina da Pfizer.

Suspeita-se que a reação adversa causada pelas vacinas faz com que o sistema imunológico ataque as plaquetas, componente do sangue que atua na coagulação, ou as células que as geram. Conforme esperado, os fabricantes da vacina negam qualquer responsabilidade por esses efeitos adversos, e procuram formular hipóteses convenientes sobre as causas destes efeitos, para se isentarem.

Os casos foram comunicados ao Sistema de Notificação de Eventos Adversos de Vacinas (VAERS) do Governo dos Estados Unidos no final de janeiro, o que significa que mais pessoas podem ter desenvolvido a doença desde então.

Fonte: Crítica Nacional

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