Covid-19 e os globalistas: médica cura 350 pessoas com hidroxicloroquina e é censurada nas redes sociais

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Negra, africana, pregadora pentecostal, a médica Stella Immanuel é, hoje, um pesadelo para um establishment global anticristão

“Se os americanos continuarem a deixar os auto-proclamados experts e personalidades da mídia decidirem por eles, a grande experiência americana de uma república constitucional com democracia representativa cessará.”

Por que a médica Stella Immanuel, que relata seu êxito total ao tratar com hidroxicloroquina 350 pacientes com a gripe do Covid-19, foi censurada? Vamos a alguns fatos.

Stella Immanuel não é a primeira médica a dizer que a hidroxicloroquina, bem como o conhecido coquetel composto por esse medicamento somado à azitromicina e ao zinco, podem ser decisivos para curar as pessoas que contraíram a gripe do vírus Covid-19. O que ela conta está em perfeita sintonia com o que afirmam publicamente e recomendam médicos e cientistas importantes, como o francês Didier Raoult. Ela relata que tratou 350 pacientes com o coronavírus, e nenhum deles morreu. “Pacientes com diabetes, pacientes com pressão alta, pacientes com asma, e pessoas idosas. Eu acho que meu paciente mais velho tem 92 anos, há outro com 87, e o resultado tem sido o mesmo. Dou a eles hidroxicloroquina, com zinco e azitromicina, e estão todos bem.”

A experiência de Stella Immanuel e o apoio de outros 600 médicos criticando a politização do debate acerca do uso da hidroxicloroquina, no White Coat Summit, encontro de profissionais de saúde realizado em Washington, fazem o establishment acusar o golpe. Fica evidente que isso ameaça seus planos. Por isso, tornar inacessível ao grande público o que se discutiu no encontro desses profissionais da saúde, bem como as declarações de Stella Immanuel, para eles, é tão importante.

Nunca uma aliança entre poderosos foi tão explícita, vasta e desdenhou tão abertamente soluções para um problema de saúde pública que atinge hoje o mundo inteiro. Está claro que, para essa elite fria e obstinada, vidas humanas não importam. Pois a censura da chamada Big Tech, da qual integram as mega-empresas de mídia social, como a  Facebook (também proprietária do Instagram), Twitter, YouTube (da Google), LinkedIn e Squarespace, se impôs de forma implacável e rápida.

Em plena sintonia e sincronia, deletaram, todas, a gravação do White Coat Summit. (Horas depois tornou-se possível localizar o vídeo, em outros perfis.)

Se a dita “pandemia” é real e perigosa, de solução aparentemente tão complexa, não seria melhor o debate livre e aberto entre profissionais e cientistas na busca de soluções e da cura?  O que mais pode sugerir a censura rápida, articulada e arbitrária, como resposta à queixa dos 600 médicos?

Negra, africana, pregadora pentecostal, e com vídeos circulando no qual confronta um militante branco do grupo terrorista Black Lives Matter, Stella Immanuel é, hoje, um pesadelo para um establishment global anticristão ávido por impor políticas de cunho socialista e de redução da população. Já está sendo vítima de ridicularização, o que no fim é pura desconversa. Stella incomoda tanto quanto como outros dois que, curiosamente, também defendem o uso da hidroxicloroquina: Donald Trump e Jair Bolsonaro – esse último com a autoridade de quem “pratica o que prega”: ao contrair o vírus, tratou-se exatamente com o que recomendou. E nem sequer parece que contraiu alguma doença recentemente.

Ao buscar uma resposta à pergunta do início do presente artigo, vem à mente a seguinte equação: sem possibilidades de cura acessível e barata, permanece o lockdown, que tem relativizado todas as liberdades civis  e acentuado o risco de falência generalizada das micro, pequenas e médias empresas. O que facilita, aos conhecidos potentados globalistas, a imposição do que chamam o “grande reset”, o grande reinício, e o “novo normal”, com o qual planejam dominar a sociedade, impor suas pautas, políticas, num ambiente onde só eles lucram. Em nome da “ciência” e da “saúde pública”, estarão dribladas e sabotadas de vez todas as democracias ocidentais.

A Prager University foi a primeira a denunciar a censura articulada da Big Tech contra a médica e está apresentando um abaixo-assinado contra tais arbitrariedades na redes sociais.

Assine já: https://www.prageru.com/petition/doctors/

Fonte: Mídia Sem Máscara

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