Conheça as ruínas do programa espacial soviético

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O povo russo, destinado a uma transcendental missão futura, sofreu incalculáveis tragédias ao longo de sua história

A Rússia é uma imensa realidade histórica, cultural e populacional com grande vocação e missão histórica. Os produtos do gênio dos povos que a constituem estão à vista de todos em sua como que insondável variedade e riqueza.

Porém, esse povo destinado a uma transcendental missão futura, sofreu incalculáveis tragédias ao longo de sua história.

Uma delas foi a imposição do regime comunista, fruto de uma ideologia sinistramente idealizada nos anos do Terror da Revolução Francesa, no fim do século XVIII.

A revolução bolchevique de 1917 destruiu o deslumbrante império dos czares e implantou a mais feroz ditadura igualitária da História: a União de Repúblicas Socialistas Soviéticas – URSS.

Não reconhecemos a verdadeira Rússia no monstro da URSS, que a transformou na plataforma de uma seita filha dos crimes ideológicos da Revolução Francesa que quis implantar no mundo a Revolução gnóstica e igualitária gestada na putrefação da ordem cristã medieval.

O ateísmo total do comunismo exigia uma igualdade total, cujo igualitarismo radical se exprimia num pensamento essencial: não há Deus, mas somente a matéria. E todos aqueles que de algum modo são como que reflexos de Deus devem ser exterminados, a começar pelos czares, a nobreza e a classe dos proprietários.

As “provas” dessa imensa blasfêmia deviam ser fornecidas por meio de um progresso técnico-científico que mostrariam a superioridade do materialismo igualitário.

Entre os produtos desse progresso anticristão sobressaiu o programa espacial soviético. Ele foi, até certo ponto, o orgulho da propaganda marxista.

Mas o fruto desse orgulho se colhe hoje nas ruínas cobertas de pó e excrementos de pássaros, nas quais jaz a tentativa soviética de se insurgir contra Deus.

Com efeito, os restos do projeto espacial mais dispendioso da URSS estão abandonados num hangar do cosmódromo de Baikonur, nas estepes do Cazaquistão, e não podem ser vistos por estranhos.

Um blogueiro russo, Ralph Mirebs, conseguiu uma licença e entrou nesse cemitério do blasfemo sonho materialista. Fotografou abundantemente e publicou na Internet, segundo noticiou o jornal Clarín, da Argentina.

Num ambiente desolador, Ralph flagrou o OK-1K2, apelidado ‘Little Bird’ no Ocidente, o segundo transbordador espacial do programa Buran, que tinha o voo inaugural programado quando a URSS se desintegrou.

“O estado das naves espaciais é lamentável. Os painéis termorresistentes se desfizeram, os vidros da cabine estão quebrados e a fuselagem está coberta com uma grossa camada de excrementos de pássaro”, escreveu Ralph em seu blog.

O programa Buran foi uma tentativa de apostar corrida aos progressos dos EUA com objetivos  principalmente militares: transportar projéteis nucleares pelo espaço contra a OTAN.

Só o OK-1K1, o Buran original, conseguiu voar durante três horas e 36 minutos.

Quando o programa foi abandonado em 1993 pelo Estado que desafiou a Deus, havia cinco modelos em diversas fases de acabamento.

Predadores ignotos completaram a destruição. “Não está claro se os equipamentos chegaram a ser instalados ou se foram arrancados e vendidos”, diz Ralph.

Como nos tempos dos saqueadores das pirâmides, os túmulos do ateísmo foram pilhados por misteriosos criminosos.

Ralph deplorou o abandono e o descalabro. E exortou a uma recuperação do sonho tóxico.

Falando para a CNN, ele explicou como conseguiu entrar no recinto maldito.

“Não estava fechado e não tinha ninguém dentro. Foi durante o dia, e o interior do hangar estava muito iluminado pela luz solar. Ele fica a poucos quilômetros da plataforma Gagarin. Ao seu lado há outro prédio com o modelo de prova do foguete espacial Energy-M”.

Ralph guardou, porém, o segredo de como conseguiu entrar.

A grandeza da Rússia futura não passa por esses cemitérios amaldiçoados dos frustrados planos do ateísmo. Mas sim pela conversão anunciada por Nossa Senhora em Fátima.

Assista o vídeo: Restos do projeto espacial mais custoso da URSS, em Baikonur.

Fonte: flagelorusso.blogspot

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