Como Trump vai expor e impedir o maior roubo eleitoral da história mundial

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As evidências de fraude, tanto digitais (computadorizada) quanto analógicas (preenchimento de votos), são esmagadoras

Continuam a aumentar as evidências de que Trump obteve muito mais votos – e Biden muito menos – do que a mídia está relatando, especialmente nos estados decisivos da Pensilvânia, Michigan, Wisconsin, Geórgia, Arizona e Nevada. Se esta tivesse sido uma eleição limpa, em que todos os votos legais fossem contados e todos os votos ilegais eliminados, Trump teria mais de 300 votos no Colégio Eleitoral. Joe Biden teria ligado para conceder na noite de 3 de novembro.

Obviamente, essa não é a situação em que nos encontramos.

Os estabelecimentos políticos corruptos que administram os chamados “Swing States”, ou pelo menos as grandes cidades e os condados mais populosos desses estados, estão envolvidos em níveis historicamente sem precedentes de fraude eleitoral. Praticamente todos os centros de poder em nosso país, da Grande Mídia ao Big Tech a Hollywood e Wall Street, estão tentando negar ao verdadeiro vencedor da disputa presidencial sua vitória, e de forma perversa reivindicar o outro candidato como presidente eleito.

Se dependesse deles, ficariam felizes em ver que um impostor empossado em 21 de janeiro como o 46º presidente dos Estados Unidos.

Mas para que isso acontecesse, o 45º presidente dos Estados Unidos teria que conceder. Ele teria que abandonar sua busca pela verdade sobre o que realmente aconteceu nos dias seguintes a 3 de novembro, quando as enormes vantagens que ele adquiriu em “Swing States” críticos desapareceram na calada da noite.

Ele teria que abandonar todas as contestações judiciais que foram movidas nos tribunais federais e estaduais em lugares como Michigan, Pensilvânia, Geórgia e Nevada. Esses processos pedem aos juízes que rejeitem cédulas que foram contadas ilegalmente depois que os observadores das urnas republicanos foram expulsos e que, de alguma forma, foram todas para Biden.

Ele teria que parar de reunir evidências sobre a fraude ainda mais maciça realizada por aqueles que programaram e controlaram sistemas de votação eletrônica com nomes como Smartmatic e Dominion. Ele teria que abandonar os denunciantes que se apresentaram com grande risco para expor os truques que eles usaram para derrubar eleições. E ele teria que deletar seu tweet recente de que:

“RELATÓRIO: DOMÍNION EXCLUÍU 2,7 MILHÕES DE VOTOS PARA TRUMP EM TODA A NAÇÃO. ANÁLISE DE DADOS ENCONTRA 221.000 VOTOS DA PENSILVÂNIA MUDADOS DO PRESIDENTE TRUMP PARA BIDEN. 941.000 VOTOS PARA TRUMP EXCLUÍDOS. OS ESTADOS QUE USAM SISTEMAS DE VOTAÇÃO DA DOMÍNION MUDARAM 435.000 VOTOS DE TRUMP PARA BIDEN.”

Nada disso vai acontecer. Trump nunca desistiu de uma luta em toda a sua vida. Estou aqui para lhe dizer que este homem nunca desiste. NUNCA.

Na verdade, os ataques histéricos da quadrilha midiática, a censura sorrateira dos magnatas da mídia social e os ataques violentos da Antifa e BLM contra seus apoiadores apenas servem para encorajar ainda mais o presidente Trump. Se a campanha de Biden realmente não tivesse nada a esconder, eles se juntariam a ele para pedir uma revisão dos muitos problemas que foram identificados. Em vez disso, conforme as evidências continuam a se acumular, eles soam cada vez mais como se estivessem empenhados em um acobertamento desesperado.

Há uma questão final que inspira o presidente a continuar lutando: a interferência estrangeira nas eleições. Está ficando claro que uma empresa estrangeira, a Dominion, ligada à Venezuela e à China, interferiu em nossa recente eleição. Esta é obviamente uma enorme ameaça à nossa segurança nacional.

Como Rudy Giuliani, da equipe jurídica de Trump, disse á Maria Bartiromo no domingo (15): “A Dominion é uma empresa de esquerda radical … e o software que eles usam é feito por uma empresa chamada Smartmatic, uma empresa fundada pelo ditador venezuelano Hugo Chávez. Dominion envia tudo para Smartmatic. Dá para acreditar, nossos votos são enviados para o exterior?”

Liderando o esforço contra a Dominion está o indomável Sidney Powell, que diz que “o dinheiro para a criação [da empresa] saiu da Venezuela e depois de Cuba. É uma enorme conspiração criminosa que precisa ser investigada pela inteligência militar por conta de suas implicações para a segurança nacional. ”

Em conjunto, acredito que as evidências de fraude, tanto digital (computadorizada) quanto analógica (preenchimento de votos), são esmagadoras. Os membros da Dominion nos dirão como é fácil inverter ou excluir votos, enquanto estatísticas e testemunhas oculares nos dirão quantos votos foram afetados. As centenas de depoimentos que chegarão detalharão como as cédulas falsas foram criadas e as cédulas atrasadas, apesar de tudo, foram contadas. Mais importante ainda, a conspiração maior, nacional e internacional, por trás do maior roubo eleitoral da história mundial será revelada.

Acredito que haja muitos argumentos legais que podem ser usados ​​para convencer os juízes a colocar a Geórgia, Nevada, Michigan ou Wisconsin na coluna das vitórias. Ganhar qualquer um desses dois coloca Trump entre 253 e 264 votos eleitorais.

Depois disso, é simplesmente uma questão da Pensilvânia. Aqui eu acredito que o Supremo Tribunal Federal já sinalizou que já está pronto para agir. Os juízes determinarão que as cédulas recebidas pelo correio após às 20h no dia da eleição – já segregados por ordem do ministro Alito – são inválidas e não devem ser contados. Colocar os 20 votos do colégio eleitoral da Pensilvânia na coluna das vitórias coloca Trump com 270 votos.

Em 6 de janeiro de 2021, uma sessão conjunta do Congresso se reunirá para contar os votos eleitorais e declarar o presidente Donald Trump o vencedor de um segundo mandato.

Agora, um bom amigo, cujo nome todos vocês reconheceriam, sugere que estou sendo “corajosamente otimista” em confiar no sistema judicial: “Parece-me que se este golpe foi perpetrado de forma tão difundida, por pessoas muito poderosas e ricas em todo o mundo (que eu acredito que sim), cujas consciências foram conquistadas pelo maligno, então eles estarão igualmente preparados para impedir qualquer litígio que possa minar seus esforços.”

Agora eu concordo que o que estamos testemunhando é um golpe, e que ele é apoiado por uma série de atores mal-intencionados tanto no país quanto no exterior, entre eles China e Venezuela. Mas acredito que haja probidade suficiente remanescente em nosso sistema judicial para julgar com justiça essas questões, sem recuar com medo das turbas da Antifa ou mostrar favores a um partido político.

Já escrevi que os três novos juízes da Suprema Corte – Neil Gorsuch, Brett Kavanaugh e Amy Coney Barrett – são modelos de integridade judicial.

Para usar a frase do Arcebispo Viganò, eles são Filhos da Luz. Como tal, eles não serão intimidados pelos Filhos das Trevas que surgiram do próprio inferno para destruir este grande país.

Haverá um dia em que o governo do povo, para o povo e pelo povo, perecerá da face da terra. Mas não é este dia.

Rezem.

Artigo escrito por Steven W. Mosher, e publicado em Life Site News

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