Como a pandemia está realizando os planos de Bill Gates

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Defendido por jornais do mundo inteiro, o bilionário já anunciou a necessidade de surtos globais para impulsionar o grande negócio das vacinas, no qual investe milhões

Por Cristian Derosa

O negacionismo observado na mídia contra quaisquer alternativas a tratamentos para covid pode ter uma razão nada científica. Sem tratamento, a compra de vacinas torna-se a única alternativa. Mais do que isso: a ausência de tratamentos é uma das condições para aprovações em caráter emergencial dos produtos das grandes farmacêuticas. Isso era tudo o que queriam os investidores de novas tecnologias, como a de mRna, que até 2020 enfrentava dificuldades para ser testada em humanos. Uma emergência global de medo era tudo o que os investidores queriam para justificar o incremento de um mercado que necessitava de demanda. Essa versão dos fatos ganha peso quando observamos os planos anunciados publicamente por um dos maiores investidores de vacinas do mundo: Bill Gates.

Tido como “profeta” por jornais que tentam apresentar suas declarações como “coincidências” históricas incríveis, Bill Gates anunciou, em 2010, aquilo que chamou de “década das vacinas”.

Em 2014, durante uma conferência em Vancouver, no Canadá, quando discursava sobre a epidemia do Ébola, Gates falou sobre a próxima doença mortal, numa palestra intitulada “O Próximo Surto? Não estamos prontos”.

“Se algo matar mais de 10 milhões de pessoas nas próximas décadas, é mais provável que seja um vírus altamente infeccioso do que uma guerra”, afirmou Bill, que, em 2016 se referiu à eventual nova pandemia como “uma grande gripe”.

Já em 2018, ele disse: “Se a História nos mostrou alguma coisa, é que haverá outra epidemia global mortal”.

Mas como ele poderia saber o que iria acontecer? Os experts em economia são rápidos em nos fazer acreditar que investidores têm uma espécie de habilidade especial para prever a história, como verdadeiros profetas. Para eles, quem tem dinheiro pode mesmo tudo, até prever o futuro. Mas a verdade é um pouco diferente: com tanto dinheiro, não é difícil determinar o curso das coisas, principalmente quando se trata de desenvolvimento de remédios ou das próprias doenças.

Como registrou a série de documentários Corbett Report, intitulada “Plano para vacinar o mundo”, Gates conseguiu fazer com que governos pagassem as empresas farmacêuticas antes de desenvolverem vacinas. Isso faz parte de uma estratégia que visou ampliar os investimentos em vacinas e na saúde no mundo a partir do slogan “novos mercados para vacinas”, o que tornaria não apenas as vacinas, mas até mesmo as doenças, algo extremamente lucrativo. Não foi à toa o observado crescimento de milionários durante a pandemia.

Portanto, Bill Gates não exatamente previu que tudo aconteceria, mas ele desejou e trabalho duro para isso. Na visão dos seus defensores, ele fez o que pôde para que a humanidade estivesse pronta para o surgimento de uma doença que ele temia que ocorresse. Mas também fez de tudo para que ele próprio estivesse pronto para lucrar muito com isso e foi o que conseguiu.

É assim que se pode explicar a polêmica simulação pandêmica de 2019, o Event 201, financiado por Gates, ocorrida apenas dois meses antes dos primeiros casos de coronavírus surgirem na China. A simulação projetou 65 milhões de mortos e foram convidados participantes de grandes entidades e empresas, incluindo membros do CDC, da China e membros da ONU e OMS. O evento foi patrocinado pela Fundação Bill e Melinda Gates e projetou queda nas bolsas mundiais de 20 a 40% e recuo econômico mundial em 11% dentre os impactos da pandemia hipotética de coronavírus.

Coincidentemente, apenas algumas semanas depois o mundo viu o início da pandemia ser noticiado em absolutamente todos os jornais do mundo. Em seguida, Bill Gates anunciou que estava deixando totalmente o controle da Microsoft, enquanto a OMS decretava alerta máximo de pandemia mundial. Bill Gates havia visitado a China pouco antes e mostrou-se grande articulador para nomeação do diretor-geral da OMS, Dr. Tedros, o primeiro não médico à frente da entidade que teve sua credibilidade posta em xeque em todo o mundo nesta pandemia.

Além do lucro com as próprias vacinas, o interesse na digitalização do mundo é compartilhado por Gates e grandes empresas de tecnologia. A segregação de parte da sociedade que não estiver conectada, soma-se a uma distópica plataforma de controle das privacidades, opiniões e comportamentos.

Afinal, todos sabem que saúde tem a ver com hábitos. Ao menos foi disso que a ciência nos tem convencido há décadas. Gerenciar a saúde global, portanto, significa obrigatoriamente ter o controle dos hábitos, da circulação, do modo de vida e da organização de todos os governos. Coincidência ou não, essa é a conhecida plataforma de agendas globais que antes da pandemia pareciam dar murros em ponta de faca, sem conseguir a adesão voluntária de todos os países.

Biólogos e cientistas reticentes à vacinação em massa, já alertam para os imensos riscos de vacinações generalizadas como as que estão sendo propostas. Ainda mais com técnicas experimentais que invadem o código genético humano, coisa que vem sendo negada apenas pelos produtores das vacinas e seus propagandistas. Os resultados possíveis já foram apontados por diversos especialistas que se voltaram contra o sistema de controle sanitário global.

O renomado virologista Geert Van der Bossche, que trabalhou para a Fundação Bill e Melinda Gates, alertou para os riscos de desenvolvimento de novas cepas e variantes mais violentas. Luc Montanier, prêmio Nobel de Medicina, também emitiu um alerta para grandes riscos à saúde nas vacinações massivas durante uma pandemia. O ex-CEO da Pfizer, Michael Yeadon, simplesmente disse que a pandemia está abrindo portas perigosas para a aprovação emergencial de vacinas experimentais que estarão justificadas pela emergência global e o medo social criado em torno disso.

Mas para o grande sistema de mídia global, todos esses alertas, que coincidem em muitos pontos, são fake news.

Em vários pontos do mundo, criam-se leis de passaporte sanitário, que restringem a circulação em nome de uma suposta imunidade criada por vacinas. Com o apartheid sanitário instalado, o sonho de Bill Gates estará finalmente realizado: a digitalização de toda a vida humana, o que dará o poder total aos detentores das tecnologias.

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