Coca-Cola incentiva os funcionários a “serem menos brancos”

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Foto: Pixabay / Lizenzfrei.

A luta de brancos x negros faz parte da guerra cultural neomarxista

Os funcionários da Coca-Cola no estado americano de New Hampshire estão sendo solicitados pela direção da empresa a serem “menos brancos” em seus pensamentos e ações. Para aprenderem isso, eles devem participar de cursos online apropriados. Depois disso, eles poderão ser menos insistentes, agressivos, arrogantes e ignorantes, ou seja, “menos brancos”.

A direção estadual da Coca-Cola em New Hampshire disponibilizou um curso online de vários níveis preparado por um PhD em filosofia. O acadêmico atribui essas características às “pessoas brancas” no seu curso, durante o qual os funcionários devem aprender a “combater o racismo e o preconceito inconsciente em nível de relação individual e em toda a empresa”.

No entanto, a oferta encontrou pouca receptividade e compreensão. Foram os empregados da empresa que chamaram a atenção do público para esse curso, que reagiu com energia.

Por exemplo, um comentador escreveu: “Se uma empresa enviasse um kit de treinamento instruindo os negros a serem menos negros, o mundo implodiria e seriam abertos processos judiciais. Espero realmente que esses empregados processem a @CocaCola por racismo e discriminação explícitos”.

Outro comentário vai na mesma direção: “Isso é racismo absoluto sob o pretexto de educação. Aplique a qualquer outra raça que não seja branca e observe a reação. Não se pode alcançar a igualdade denigrando outro grupo”.

A direção da Coca-Cola em New Hampshire evitou fazer uma declaração clara e inequívoca, mas não negou que tenha feito o convite aos funcionários para participarem do curso.

Um pouco de informação a respeito da Coca-Cola: para a produção de um litro dessa bebida gasosa, são necessários mais de dois litros de água potável de primeira qualidade. Além da água, a bebida gasosa contém muito açúcar, ácido carbônico, o corante E150 (que é produzido quando as soluções de açúcar são aquecidas com ácido sulfúrico e amoníaco e é responsável pela cor escura) e ácido fosfórico como acidificante – um ácido inorgânico muito forte que não é tolerado em nenhum outro alimento. Além disso, contém também alguns sabores “naturais” cultivados em laboratório, como o gengibre, flor de laranjeira, alfarroba, fava tonka ou casca de limão, e cafeína. Vamos brindar!

O que há por detrás dessa tentativa da Coca-Cola de propagar o racismo é a guerra cultural neomarxista. A estratégia da luta de classes entre patrões e operários há muito tempo foi considerada superada no Ocidente. Os teóricos da revolução comunista consideraram oportuno abrir outras frentes de luta na sociedade burguesa, sendo uma delas a luta de negros contra brancos. Na década de 1930 a Teoria Crítica foi desenvolvida pela Escola de Frankfurt e hoje é uma ideologia central da Nova Ordem Mundial. Desde os anos 1960 a Teoria Crítica e a revolução cultural preconizada por Antonio Gramsci têm inspirado essas novas formas alternativas de luta de classes (ricos x pobres, pais x filhos, homens x mulheres gays x héteros etc.).  

Fonte: Freiewelt

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