Casas funerárias de Wuhan queimaram vítimas de coronavírus vivas, dizem moradores locais

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“Ele não está morto, seus pés e mãos ainda estão se movendo, eles o envolveram em um saco plástico e o fecharam com zíper”, afirma mulher anônima em vídeo

Fonte: Breitbart.com

Moradores de Wuhan ouviram gritos vindos de fornos funerários, e alguns tratados em hospitais dizem ter visto trabalhadores colocar doentes vivos com coronavírus em sacos de cadáveres, informou na segunda-feira(6) a Radio Free Asia (RFA).

A RFA observou que não pode verificar independentemente se o Partido Comunista Chinês (PCC) estava queimando pacientes com coronavírus vivos, nem o PCC confirmou ou negou os rumores. No entanto, os rumores persistem de que, para abrir espaço a novos pacientes nos hospitais superlotados de Wuhan, a equipe médica escolheu pacientes mais velhos com menor probabilidade de sobreviver à infecção e os enviou para incineradores enquanto eles ainda estavam vivos e conscientes.

A RFA citou uma fonte “próxima da indústria funerária” identificada apenas como Ma que afirmou ter ouvido relatos de “pessoas retidas e forçadas a entrar em sacos de cadáveres quando ainda estavam se movendo”.

“Algumas pessoas estão dizendo que … existem videoclipes de gritos vindos de casas funerárias, de dentro dos fornos … o que nos diz que algumas pessoas foram levadas para as casas funerárias enquanto ainda estavam vivas”, acrescentou Ma.

Um vídeo de uma mulher mais velha falando anonimamente para uma câmera começou a circular nas mídias sociais em fevereiro, no qual ela disse ter visto um paciente ao seu lado num hospital Wuhan enfiado num saco de cadáver enquanto ainda estava vivo.

“Ele não está morto, seus pés e mãos ainda estão se movendo”, diz a mulher, “[Eles] o envolveram em um saco plástico e o fecharam com zíper”.

De acordo com a dinastia New Tang, uma emissora afiliada ao movimento chinês Falun Gong perseguido, a mulher falou com um sotaque de Wuhan, sugerindo que ela era nativa da cidade central da China

O canal Taiwan News, localizou a origem do vídeo em um grupo de estudantes chineses chamado “Youth Production”, que supostamente enviou o vídeo em 24 de fevereiro. Taiwan News observou que a mulher alegou ter sofrido de sintomas de coronavírus, mas, como tinha 60 anos, não sofreu sintomas graves, ao contrário do homem que lhe foi tirado, que ela estimava estar na casa dos 70.

“Ela disse que o homem estava fraco, mas ainda estava respirando quando os médicos ‘amarraram a cabeça’ e depois as mãos e os pés, que ‘continuavam em movimento’, relatou ao Taiwan News

A mulher disse que sentiu pacientes mais velhos no hospital serem tratados “como cães mortos”.

Nem o Taiwan News nem a RFA puderam confirmar independentemente os relatos de moradores de Wuhan sendo queimados vivos.

O Partido Comunista Chinês alega que, na terça-feira, já documentou 82.718 casos de coronavírus e 3.335 mortes em todo o país. A grande maioria delas, 3.212 mortes, foram registradas na província de Hubei, cuja capital é Wuhan.

Vários relatórios citando fontes nas sete casas funerárias de Wuhan contestam esta afirmação, estimando que o número real de mortos na cidade é até dez vezes superior ao número oficial de mortos em todo o país.

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