Carta aberta de médicos e profissionais de saúde da Bélgica impactou autoridades do mundo

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Até o momento, foi assinado por 394 médicos, 1.340 profissionais de saúde com treinamento médico e 8.897 cidadãos

A carta a seguir teve um impacto nas autoridades de saúde pública não apenas na Bélgica, mas em todo o mundo. O texto pode referir-se a qualquer caso em que os estados prendam seus cidadãos em vez de permitir a liberdade das pessoas e que os médicos assumam a tarefa principal de mitigar doenças. 

Até o momento, foi assinado por 394 médicos, 1.340 profissionais de saúde com treinamento médico e 8.897 cidadãos.

Carta aberta dos médicos e profissionais de saúde da Bélgica

Nós, médicos e profissionais da saúde da Bélgica, gostaríamos de expressar nossa grave preocupação com a evolução da situação nos meses recentes a cerca da propagação do virus SARS-CoV-2. Nós clamamos que os políticos sejam informados de forma crítica e independente no seu processo de tomada de decisão e na implementação de medidas compulsórias de controle do coronavirus. Nós pedimos por um debate aberto, onde todos especialistas sejam representados sem nenhuma forma de censura. Após o pânico inicial envolvendo a Covid-19, os fatos objetivos atuais mostram uma figura completamente diferente – não há nenhuma justificativa médica para qualquer política emergencial a partir de agora.

O atual gerenciamento da crise tornou-se totalmente desproporcional e causa mais danos que qualquer benefício.

Nós pedimos pelo fim de todas as medidas e solicitamos a imediata restauração do nossa governabilidade democrática, das estruturas legais, e de todas nossas liberdades civis.

‘A solução não pode ser pior do que o problema’ é a tese mais relevante na atual situação. Notamos, porém, que o dano colateral que está sendo feito na população terá um impacto maior no curto e longo prazo em todos setores da sociedade, que o número de pessoas atualmente sendo protegidas do coronavírus.

Em nossa opinião, as atuais medidas para o corona e as punições estritas para o não cumprimento das mesmas, são contrárias aos valores formulados pela Conselho Supremo de Saúde Belga, o qual, até recentemente, como a autoridade sanitária, sempre garantiu uma medicina de qualidade em nosso país: “Ciencia- Conhecimento- Qualidade- Imparcialidade- Independência – Transparencia”. 1

Acreditamos que a política introduziu medidas obrigatórias que não são suficientemente embasadas na ciência, de forma unilateral, e que não há espaço suficiente na mídia para um debate aberto onde visões e opiniões diferentes são ouvidas.
Além disto, cada província e municipalidade agora tem autorização para incluir suas próprias medidas, sendo elas bem lastreadas ou não.

Mais ainda, a política rígida e repressiva do corona, contrasta fortemente com a política oficial do governo sobre prevenção de doenças, fortalecer nosso próprio sistema imunológico através de um estilo de vida saudável, e ótimos cuidados com atenção para o indivíduo e investimento no cuidado pessoal. 2

O conceito de saúde

Em 1948, a OMS definiu saúde assim “Saúde é o estado de completo bem estar físico, mental e social, e não meramente a ausência de doença ou de outra restrição fisica”. 3

Saúde, portanto, é um conceito amplo que vai além do físico e também remete ao bem estar emocional e social do individuo. A Bélgica tem o dever, desde que é signatários dos direitos humanos fundamentais, de incluir estes direitos humanos nas suas tomadas de decisões quando se trata de medidas no contexto de saúde publica. 4

As atuais medidas globais tomadas para combater a SARS-Cov-2 violam em larga escala está visão de saúde e dos direitos humanos. Essas medidas incluem a obrigatoriedade de usar máscaras (até mesmo em espaços abertos e durante atividades esportivas, e em alguns municípios até quando não existem outras pessoas nas proximidades), distanciamento físico, isolamento social, quarentena compulsória para alguns grupos e medidas higiênicas.

A previsão da pandemia com milhões de mortes

No início da pandemia, as medidas eram compreensíveis e amplamente apoiadas, mesmo se houvesse diferenças na implementação nos países vizinhos a nós. A OMS originalmente previu uma pandemia que deveria ter 3,4% de mortalidade, em outras palavras, milhões de mortes, e um vírus altamente contagioso que não tinha tratamento ou vacina disponível. Isto colocaria uma pressão sem precedentes nas unidades de terapia intensiva de nossos hospitais.

Isto levou a uma situação de alarme global nunca visto na história da humanidade: “achatem a curva” foi representado pelo Lockdown que desligou a sociedade e a economia inteira e quarentenou pessoas saudáveis. O distanciamento social tornou-se o novo normal enquanto se esperava a vacina salvadora.

Os fatos sobre o Covid 19

Gradativamente, o sinal de alerta foi ouvido de diversas fontes: os fatos objetivos mostravam uma realidade completamente diferente. 5, 6

A evolução do Covid19 seguiu o curso de uma curva normal de infecção, similar a de uma gripe sazonal. Como em todo ano, nós observamos um mix de vírus da gripe seguindo esta curva: primeiro os rhinovirus, depois os influenza A e B, seguidos dos coronavirus. Não há nada diferente do que normalmente vemos.

O uso de testes PCR não-especificos, que produzem muitos falso positivos mostraram uma figura exponencial. Estes testes foram disseminados como procedimentos de emergência e nunca foram seriamente auto-testados. Os fabricantes expressamente advertem que estes testes são dedicados para pesquisa e não para diagnóstico. 7

Os testes de PCR funcionam através de ciclos de amplificação de material genético – um pedaço de genoma é amplificado a cada vez. Qualquer contaminação (por exemplo, outros vírus, fragmentos antigos de genomas de vírus mortos) podem resultar em falsos positivos. 8

O teste não mede a quantidade de vírus presente na amostra. Uma infecção viral real significa uma presença massiva de vírus, a chamada carga-viral. Se uma pessoa testa positivo, isso não significa que está pessoa esteja clinicamente infectada, estes doente ou que virá a ficar doente. O postulado de Koch não foi preenchido (“O agente puro encontrado em um paciente com sintomas, deve provocar os mesmos sintomas em uma pessoa saudável”)

Já que o teste PCR positivo não indica automaticamente uma infecção ativa ou infectividade, isso não justifica as medidas sociais tomadas, as quais são baseadas unicamente nestes testes. 9 , 10

Lockdown

Se compararmos as curvas de infecção em países com política de Lockdown rigorosa com países que não impuseram lockdowns (Suecia, Islândia, …), veremos curvas similares. Assim não há relação entre a imposição de Lockdown e o curso da infecção. O Lockdown não levou a uma menor taxa de mortalidade.

Se olharmos a data da imposicao dos lockdowns veremos que os lockdowns foram estabelecidos depois do pico das curvas e com os casos já decaindo. A queda portanto não foram resultado das medidas tomadas. 11

Como todo ano, parece que as condições climáticas (clima, temperatura, umidade) e a aquisição de imunidade são os fatos mais propícios a reduzir as curvas de infecção.

Nosso sistema imunológico

Por milhares de anos, o corpo humano é exposto diariamente a substâncias e gotículas contendo microorganismos infectantes (vírus, bactérias e fungos).

A invasão destes microorganismos é prevenida por um avançado sistema de defesa- o sistema imunológico. Um sistema imunológico forte depende de uma exposição diária normal a estas influências microbianas. Medidas de higiene excessivas tem um efeito deletério em nossa imunidade. 12, 13
Somente pessoa com imunidade fraca ou falha é que devem ser protegidos com medidas extremas de higiene e distanciamento social.

O vírus Influenza vai ressurgir no outono (em conjunto com o Covid19) e a provável diminuição da resiliência natural da população poderá levar a mais mortes.

Nosso sistema imunológico consiste de 2 partes: uma congenita, nao-especifica, e uma adaptativa.

O sistema imunológico não-especifico forma a primeira barreits: pele, dália, suco gástrico, muco intestinal, células ciliadas vibratórias, flora bacteriana,… E previne a adesão dos microorganismos aos tecidos.

Se eles aderirem, os macrófagos irão encapsular e destruir os microorganismos.

O sistema imunológico adaptativo consiste na imunidade de mucosas (anticorpos IgA, produzidos principalmente por células do epitélio intestinal e do pulmão), imunidade celular (ativação de celulas-T), a qual é gerada pelo contato com substâncias externas e microorganismos, e a imunidade humoral (anticorpos IgM e IgG produzidos pelas células-B)

Pesquisas recentes mostram que ambos sistemas estão altamente imbricados.

Parece que a maioria das pessoas já possui uma imunidade congenita ou generica a muitos vírus Influenza e outros vírus. Isso é confirmado pelos achados no navio de cruzeiro Diamond Princess, que ficou quarentenado após alguns passageiros morrerem de Covid-19. A maioria dos passageiros eram idosos e estavam nas condições ideais de transmissão no navio. Todavia, 75% não aparentava estar infectado. Portanto mesmo neste grupo de alto risco, a maioria é resistente ao vírus.

Um estudo no periódico Cell mostrou que a maioria das pessoas neutraliza o Coronavirus pela imunidade de mucosas (IgA) e celular (celulas-T), apresentando poucos ou nenhum sintoma. 14

Pesquisadores encontraram mais de 60% de reação com CD4 + celulas-T ao SARS-Cov-2 em população não-infectada, sugerindo uma reação cruzada com outros vírus de resfriados (outros coronavirus). 15

A maioria das pessoas portanto já tem imunidade congênita ou cruzada, porque já tiveram contato com variantes do mesmo tipo de vírus.

A formação de anticorpos (IgM e IgG) pelas células-B apenas ocupam uma pequena parcela do nosso sistema imunológico. Isso pode explicar porque, com uma porcentagem de anticorpos de 5-10%, já podemos ter imunidade de grupo. A eficácia de vacinas é aferida exatamente baseada em termos ou não termos estes anticorpos. Isso é uma representação falha.

A maioria das pessoas que testam positivo (PCR) não tem sintomas. O seu sistema imunológico é forte o suficiente. Fortalecer a imunidade natural é uma abordagem muito mais lógica. Prevenção é uma importante e pouco valorizada opção: Alimentação saudável, exercícios ao ar fresco, sem máscaras, redução de stress e estimular os contatos emocionais e sociais.

Consequências do isolamento social na saúde física e mental

O isolamento social e dano econômico, levam ao aumento da depressão, ansiedade, suicídios, violência familiar e abuso infantil. 16

Estudos mostraram que quanto mais relacionamentos emocionais e sociais a pessoa tiver, maior sua resistência a vírus. É muito mais provável que isolamento e quarentena tenham consequências fatais. 17

As medidas de isolamento também levam a inatividade física para muitas pessoas idosas devido a estarem forçadas a ficar em casa. Entretanto, o exercício físico tem efeito positivo nas funções cognitivas, reduz a depressão e ansiedade e melhora a saúde física, energia e bem estar, em resumo, a qualidade de vida. 18

Medo, stress continuo e solidão, gerados pelo distanciamento social, tem uma comprovada influência negativa na saúde psicológica e geral. 19

Um vírus altamente contagioso com milhões de mortes e sem nenhum tratamento?

A mortalidade acabou se mostrando muitas vezes menor do que a esperada e próxima da mortalidade das gripes sazonais (0,2%). 20

O número de mortes registradas por Coronavirus portanto ainda parece estar superestimada.

Há diferença entre morte POR corona e morte COM corona. Seres humanos são frequentes portadores de múltiplos vírus e bactérias potencialmente patogênicas ao mesmo tempo. Levando em conta o fato que a maioria das pessoas que desenvolvem sintomas sérios sofrem de graves patologias associadas, não podemos simplesmente concluir que o infecção pelo Corona seja a causa da morte. Isso simplesmente não é levado em conta nas estatísticas.

Os grupos mais vulneráveis podem ser claramente identificados. A grande maioria dos pacientes que morreram tinham 80 anos ou mais. A maioria (70%) dos mortos, abaixo de 70 anos, tinham alguma doença de base, como problemas cardiovasculares, diabetes melitus, doença pulmonar crônica ou obesidade. A vasta maioria das pessoas infectadas (>98%) não adoeceu ou se adoeceu se recuperou espontaneamente.

Enquanto isso, há disponível uma eficiente e segura terapia, para aqueles que mostram sintomas mais severos da doença com a HCQ (hidroxicloroquina), zinco e AZT (Azitromicina). Quando aplicada rapidamente, está terapia leva a recuperação e previne a hospitalização. Dificilmente alguém morre atualmente.

Esta terapia efetiva foi confirmada pela experiência clínica de colegas em campo com resultados impressionantes. Isso contrasta agudamente com o criticismo teórico (falta de embasamento por estudos duplo-cegos), os quais em alguns países (ex Holanda) levou até mesmo ao banimento desta terapia. Uma meta análise na The Lancet a qual poderia não demonstrar um efeito da HCQ, foi retirada do periódico. Os dados usados foram comprovadamente fraudados e 2 dos 3 autores tinham conflitos de interesse. Porém, a maioria das Orientações Oficiais que foram baseadas neste estudo permanecem inalteradas. 48 49

Nós temos questões muito sérias sobre esta situação neste assunto.

Nos EUA um grupo de médicos de campo, que atendem pacientes diariamente, uniram-se no “América Frontline Doctors” (Médicos da Linha de Frente da América) e fizeram uma conferência de imprensa que foi assistida milhões de vezes. 21 51

O professor francês Didier Raoult, do Instituto de Infectologia de Marselha (IHU) também apresentou está promissora terapia combinada, logo em abril. O holandês GP Rob Elens, que curou muitos pacientes em sua prática clínica com HCQ e zinco, conclamou os colegas numa petição pela liberdade de tratamento. 22

A evidência definitiva veio do estudo de follow-up epidemiológico na Suíça: taxas de mortalidades comparadas com e sem esta terapia. 23

Vindo das angustiantes imagens da mídia, de pessoas sufocando e agonizando com síndrome respiratória aguda (SARA), nós agora sabemos que isto foi causado pela resposta imunológica exagerada com coagulação intravascular no pulmão. A administração de anticoagulantes e dexametasona e evitar a ventilação mecânica, a qual foi vista causar ainda mais danos ao pulmão nestas condições, significa que até está complicação tão temida é virtualmente não mais fatal. 47

Portanto o que temos não é um vírus assassino, mas sim uma condição de doença plenamente tratável.

Propagação

A contaminação e a propagação da infecção se dá pelo gotejamento de partículas contaminadas (apenas em pacientes que tossem e espirram) e aerossóis em ambientes fechados e mal ventilados. Portanto não é possível se contaminar ao ar livre. O rastreamento de contatos e estudos epidemiológicos mostram que pessoas saudáveis (ou testados positivamente mas assintomáticos) são virtualmente incapazes de transmitir o vírus. Pessoas saudáveis portanto não colocam umas as outras em risco. 24 25

A transmissão via objetos (dinheiro, compras, ou carrinhos de compras) não foram cientificamente provadas. 26, 27, 28

Tudo isso chama a atenção seriamente a totalidade das políticas de distanciamento social e uso obrigatório de máscaras para as pessoas saudáveis – não há embasamento científico para isso.

Máscaras

O uso de máscaras orais pertence ao contexto onde temos pessoas comprovadamente de grupos de risco em contato com pessoas com sintomas respiratórios, e ainda em um contexto de ambientes médicos, hospitalares ou de casas de repouso. Elas reduzem o risco das microgoticulas e perdigotos infectados serem espalhados através de tosse ou espirros. O uso de máscaras orais em indivíduos saudáveis são ineficazes contra qualquer propagação de infecções virais. 29, 39, 31

Usar uma máscara não está isento de efeitos colaterais. 32, 33. A deficiência de Oxigênio (dor de cabeça, náuseas, fatiga, perda de concentração) ocorre razoavelmente rápido, um efeito similar a da doença das altitudes. Todos os dias nós vemos pacientes se queixando de dores de cabeca, sinusites, problemas respiratórios e hiperventilação devido ao uso de máscaras. Além disso, o acúmulo de CO2 leva a acidificação tóxica do organismo o que afeta nossa imunidade. Alguns especialistas inclusive alertam para o aumento do risco de transmissão do vírus no caso do uso inapropriado das máscaras. 34

Nossa legislação trabalhista (CODEX 6) refere que a quantidade de CO2 na ventilação de ambientes de trabalho deve estar entre 900 ppm, no máximo 1200 ppm em circunstâncias especiais. Após vestir uma máscara por 1 minuto, este limite tóxico é excedido a valores 3 a 4 vezes mais altos. Qualquer um que esteja usando uma máscara está portanto, como se estivesse em um ambiente extremamente mal ventilado. 35

O uso inapropriado de máscaras sem uma adequada avaliação médica cardio-pulmonar está desta forma não recomendado por reconhecidos especialistas em segurança do trabalho.

Hospitais tem um ambiente esterilizado nas suas salas cirúrgicas, onde as equipes medicas usam máscaras e lá há uma regulamentação específica sobre umidade/ temperatura com apropriado monitoramento de fluxo de oxigênio para compensar este uso, e assim cumprir rígidos padrões de segurança. 36

Uma segunda onda?

A segunda onda está sendo agora discutida na Bélgica, com o consequente aperto das medidas de controle. Todavia, um exame mais detalhado das figuras do Sciensano (último relatório de 3 de setembro de 2020) mostra que apesar do aumento no número de infecções desde meados de Julho, praticamente não houve aumento nas internações hospitalares ou de mortes neste período. Isso portanto não é uma segunda onda de Corona, mas sim uma chamada “química de casos” devido a um aumentado número de testes. 50

O número de internações hospitalares ou mortes mostraram recentemente um mínimo aumento, mas interpretando isso, temos que ter em conta a recente onda de calor. Além disso, a grande maioria das vítimas continuam sendo a população com mais de 75 anos.

Isso indica que as medidas tomadas em relação a população economicamente ativa e pessoa jovens está desproporcional aos objetivos propostos.

A vasta maioria das pessoas positivas nos testes, “infectadas”, são do grupo etário da população ativa, o qual não desenvolve a doença ou apenas sintomas leves, devido ao seu competente sistema imunológico.

Assim, nada mudou – o pico já passou.

Fortalecer as medidas de prevenção ao Corona, contrasta com a política promovida pelo governo até hoje, como bem fundadas medidas de promoção da saúde como os impostos sobre o açúcar, banimento de cigarros eletrônicos, e apoio a redes de estimulo a alimentação saudável, exercícios e relacionamento social. É uma oportunidade perdida para uma política melhor de prevenção que poderia trazer uma mudança na mentalidade em todos setores da população com claros resultados na saúde pública. Atualmente apenas 3% do orçamento do sistema de Saúde é direcionado a prevenção. 2

O juramento de hipocrático

Como médico, fazemos o juramento Hipocratico:

” Irei acima de tudo cuidar dos meus pacientes, promover sua saúde e aliviar seu sofrimento”
” Irei informar meus pacientes corretamente”
” Mesmo sob pressão, não usarei meu conhecimento médico para práticas contra a humanidade.”

As atuais medidas restritivas impostas pelo governo, nos forçam a atuar contra este juramento.

Outros profissionais de saúde também tem códigos similares

O lema “Primum non nocere” (Primeiramente não causar mal), que todo médico e profissional de saúde assume, também está comprometido pelas atuais medidas e pela perspectiva de uma introdução de uma vacina generalizada, que não foi submetida a testes apropriados previamente.

Vacina

Estudos de pesquisas sobre a vacinação de Influenza mostraram que em 10 anos apenas 3 vezes obtivemos sucesso no desenvolvimento de uma vacina com taxa de eficácia maior de 50%. Vacinar nossos idosos parece ser ineficiente. Após 75 anos de idade a eficácia é quase inexistente. 38

Devido a continua mutação dos virus, como vemos a cada ano no caso do Influenza, a vacina é praticamente uma solução temporária, que requer novas vacinas a cada vez. Uma vacina não testada, que é implementada através de procedimentos de emergência e para qual os fabricantes já obtiveram imunidade legal para possíveis danos, levanta graves preocupações. 39, 40.
Nós não desejamos usar nossos pacientes como cobaias.

Numa escala global, são esperados 700.000 casos de danos ou mortes resultantes da vacina. 41

Se 95% das pessoas adquirem o Covid-19 virtualmente livre de sintomas, o risco de exposição a uma vacina não testada é irresponsável.

O papel da mídia e do plano de comunicação oficial

No passar de poucos meses, jornais, rádios e TVs parecem ter estado praticamente sem críticas atrás de um painel de especialistas e do governo, ali, onde precisamente a imprensa deveria ser crítica e prevenir está comunicação governamental de uma só via. Isso levou a uma comunicação pública em nossa mídia de notícias que parecia mais propaganda que um noticiário objetivo.

Na nossa opinião, é missão do jornalismo trazer notícias da forma mais objetiva e neutra possível, buscando encontrar a verdade e de forma crítica controlar o poder, dando espaço a discussão e a especialistas dissidentes para poderem se expressar.

Está visão é baseada nos códigos de ética dos jornalistas. 42

A narrativa oficial de que o lockdown era necessário, e de que era a única solução possível, e que todos defendiam o Lockdown, tornou difícil para pessoa com uma visão diferente, mesmo especialistas, de expressarem uma opinião diferente.

Opiniões alternativas foram ignoradas ou ridicularizadas. Nós não vimos debates abertos na mídia, onde visões diferentes pudessem ser expressadas.

Nós fomos também surpreendidos com a retirada das mídias sociais de muitos vídeos e artigos de diversos especialistas, científicos e autoridades. Sentimos que isso não se enquadra em um estado democrático constitucional, livre, e apenas leva a todos a uma visão fechada e restrita. Está política também trás um efeito paralisante e alimenta o medo e a preocupação na sociedade. Neste contexto nós rejeitamos a intenção de censura aos dissidentes da União Europeia. 43

A forma com que o Covid-19 foi retratado pelos políticos e pela mídia também não fez a situação em nada melhorar. Jargões de guerra eram populares e linguagem militar não faltava. Houve sempre menções a uma ‘guerra’ contra um ‘inimigo invisível’, que deveria ser ‘derrotado’ ou ‘destruído’. O uso na mídia de frases como ‘os heróis na linha de frente’ e as ‘vitimas do corona’ apenas abasteceram mais medo, já que transmitiam a ideia de que estávamos globalmente lidando com um ‘virus mortal e assassino’.

O intenso bombardeio com figuras, gráficos, liberados para a população dia após dia, hora após hora, sem sequer interpretar estas figuras, sem sequer comparar elas a mortes por gripe em outros anos, sem comparar elas a mortes por outras causas, induziu uma real psicose de medo na população. Isso não é informação, isso é manipulação.

Nós deploramos o papel da OMS em tudo isso, que criou o que chamamos ‘INFODEMIA’, uma política generalizada de censura na mídia de todo e qualquer parecer que fosse contrário ao discurso oficial, incluindo especialistas com diferentes visões. Presenciamos uma censura sem precedentes em toda mídia e redes sociais.

Nós chamamos urgentemente a mídia para assumir suas responsabilidades aqui!

Nós exigimos um debate aberto onde todos especialistas sejam ouvidos.

Lei de emergência versus Direitos Humanos

O princípio geral de uma boa governança clama pela proporcionalidade das decisões do governo a serem pesadas na luz dos mais elevados parâmetros legais: qualquer interferência do governo deve obedecer os direitos fundamentais que são protegidos na Convenção Europeia de Direitos Humanos (ECHR). A interferência de autoridades públicas só é permitida em situações de crise. Em outras palavras, decisões autoritárias devem estar condizentes a absoluta necessidade.

As medidas tomadas atualmente refletem interferência no exercício de vários direitos fundamentais, entre outros, direito a respeito da vida privada e familiar, liberdade de pensamento, consciência e religião, liberdade de expressão, liberdade de reunião e associações, direito a educação, etc., e devem portanto estar de acordo com os direitos fundamentais protegidos pela Convenção Europeia dos Direitos Humanos (ECHR).

Por exemplo, de acordo com o Artigo 8(2) da ECHR, interferir no direito a vida privada e em família é permitido apenas se as medidas são necessárias ao interesse da segurança nacional, segurança pública, bem estar econômico do país, proteção da ordem pública e prevenção de agressões criminais, proteção da saúde ou proteção dos direitos e liberdades dos outros, sendo que o texto regulatório onde a interferência está definida deve estar suficientemente claro, previsível e proporcional aos objetivos pretendidos. 45

Uma pandemia prevista com milhões de mortes parece preencher estas condições de crise, levando ao estabelecimento de um governo de emergência. Agora que os fatos objetivos mostram algo completamente diferente, a condição de inabilidade de agir de outra forma (sem tempo para avaliar exaustivamente se havia uma emergência) não tem mais lugar. Covid-19 não é um resfriado, mas é uma condição muito bem tratável, com uma taxa de mortalidade comparável a da gripe sazonal. Em outras palavras, não há mais um obstáculo intransponível para a saúde pública.

Não existe estado de emergência.

Danos imensos causados pelas políticas atuais

Uma discussão aberta sobre as medidas do Corona significa o seguinte, além dos anos a mais de vida ganhos pelos pacientes com corona, nós devemos também levar em conta a saúde da população como um todo. Isto inclui os danos psicossociais (aumento na depressão, ansiedade, suicídios, violência familiar e abuso infantil)16 e danos econômicos.

Se levarmos em conta este dano colateral, a política atual está fora de qualquer proporção. É o próprio provérbio de usar uma marreta para quebrar uma noz.

Nós achamos chocante que o governo esteja invocando a saúde como razão para lei de emergência.

Como médicos e profissionais de saúde, em face a um vírus que, em termos de sua morbidade, mortalidade e transmissibilidade, se aproxima ao da Influenza sazonal, nós simplesmente rejeitamos estas medidas extremas e desproporcionais.

Nós desta forma exigimos o fim imediato de todas as medidas.
Nós estamos questionando a legitimidade dos atuais conselheiros especialistas, que se reúnem atrás de portas fechadas.

Em seguimento da ACU 2020 46 https://acu2020.org/nederlandse-versie/ Nós pedimos por uma profunda avaliação no papel da OMS e de possível influência de conflitos de interesse nesta organização. Isto também é o coração da luta contra a ” INFODEMIA” , i.e. a sistemática censura de todas opiniões dissonantes da mídia. Isto é inaceitável em um estado democrático de direito. 43

Distribuição desta carta

Gostaríamos de fazer um apelo público a nossas associações profissionais e colegas a darem suas opiniões sobre as atuais medidas.

Nós chamamos atenção e pedimos por uma discussão aberta onde todos profissionais de saúde possam e ousem falar o que pensam.

Com esta carta aberta nós enviamos um sinal de que continuar no mesmo caminho faz mais mal do que bem, e pedimos aos políticos que se informem de forma independente e crítica sobre as evidências disponíveis – incluindo aquelas que vem de especialistas com diferentes pontos de vista, desde que tenham embasamento científico- para quando estiverem definindo políticas públicas com o objetivo de promover a melhor saúde a população.

Com preocupação, esperança, e na capacidade pessoal.

  1. https://www.health.belgium.be/nl/wie-zijn-we#Missie
  2. standaard.be/preventie
  3. https://www.who.int/about/who-we-are/constitution
  4. https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/human-rights-and-health
  5. https://swprs.org/feiten-over-covid19/
  6. https://the-iceberg.net/
  7. https://www.creative-diagnostics.com/sars-cov-2-coronavirus-multiplex-rt-qpcr-kit-277854-457.htm
  8. Presidente John Magufuli da Tanzânia: “Até mesmo mamão e cabras são positivos” https://www.youtube.com/watch?v=207HuOxltvI
  9. Carta aberta do bioquímico Drs Mario Ortiz Martinez à câmara holandesa https://www.gentechvrij.nl/2020/08/15/foute-interpretatie/
  10. Entrevista com o Dr. Mario Ortiz Martinez https://troo.tube/videos/watch/6ed900eb-7459-4a1b-93fd-b393069f4fcd?fbclid=IwAR1XrullC2qopJjgFxEgbSTBvh-4ZCyJa3DxkHTUdaGatYs
  11. https://infekt.ch/2020/04/sind-wir-tatsaechlich-im-blindflug/
  12. Lambrecht, B., Hammad, H. A imunologia da epidemia de alergia e a hipótese de higiene. Nat Immunol 18, 1076–1083 (2017). https://www.nature.com/articles/ni.3829
  13. Sharvan Sehrawat, Barry T. Rouse, A hipótese de higiene se aplica à suscetibilidade a COVID-19 ?, Micróbios e infecção, 2020, ISSN 1286-4579, https://doi.org/10.1016/j.micinf.2020.07.002
  14. https://www.cell.com/cell/fulltext/S0092-8674(20)30610-3?_returnURL=https%3A%2F%2Flinkinghub.elsevier.com%2Fretrieve%2Fpii%2FS0092867420306103%3Fshowall%3Dtrue
  15. https://www.hpdetijd.nl/2020-08-11/9-manieren-om-corona-te-voorkomen/
  16. Feys, F., Brokken, S., & De Peuter, S. (2020, 22 de maio). Análise de risco-benefício e custo-utilidade do bloqueio COVID-19 na Bélgica: o impacto na saúde mental e no bem-estar. https://psyarxiv.com/xczb3/
  17. Kompanje, 2020
  18. Conn, Hafdahl en Brown, 2009; Martinsen 2008; Yau, 2008
  19. https://brandbriefggz.nl/
  20. https://swprs.org/studies-on-covid-19-lethality/#overall-mortality
  21. https://www.xandernieuws.net/algemeen/groep-artsen-vs-komt-in-verzet-facebook-bant-hun-17-miljoen-keer-bekeken-video/
  22. https://www.petities.com/einde_corona_crises_overheid_sta_behandeling_van_covid-19_met_hcq_en_zink_toe
  23. https://zelfzorgcovid19.nl/statistieken-zwitserland-met-hcq-zonder-hcq-met-hcq-leveren-het-bewijs/
  24. https://www.cnbc.com/2020/06/08/asymptomatic-coronavirus-patients-arent-spreading-new-infections-who-says.html
  25. http://www.emro.who.int/health-topics/corona-virus/transmission-of-covid-19-by-asymptomatic-cases.html
  26. QUEM https://www.marketwatch.com/story/who-we-did-not-say-that-cash-was-transmitting-coronavirus-2020-03-06
  27. https://www.nordkurier.de/ratgeber/es-gibt-keine-gefahr-jemandem-beim-einkaufen-zu-infizieren-0238940804.html
  28. https://www.reuters.com/article/us-health-coronavirus-germany-banknotes/banknotes-carry-no-particular-coronavirus-risk-german-disease-expert-idUSKBN20Y2ZT
  29. 29. Declarações contraditórias de nossos virologistas https://www.youtube.com/watch?v=6K9xfmkMsvM
  30. https://www.hpdetijd.nl/2020-07-05/stop-met-anderhalve-meter-afstand-en-het-verplicht-dragen-van-mondkapjes/
  31. Especialista em segurança Tammy K. Herrema Clark https://youtu.be/TgDm_maAglM
  32. https://theplantstrongclub.org/2020/07/04/healthy-people-should-not-wear-face-masks-by-jim-meehan-md/
  33. https://www.technocracy.news/blaylock-face-masks-pose-serious-risks-to-the-healthy/
  34. https://www.news-medical.net/news/20200315/Reusing-masks-may-increase-your-risk-of-coronavirus-infection-expert-says.aspx
  35. https://werk.belgie.be/nl/nieuws/nieuwe-regels-voor-de-kwaliteit-van-de-binnenlucht-werklokalen
  36. https://kavlaanderen.blogspot.com/2020/07/als-maskers-niet-werken-waarom-dragen.html
  37. https://covid-19.sciensano.be/sites/default/files/Covid19/Meest%20recente%20update.pdf
  38. Haralambieva, IH et al., 2015. O impacto da imunosenescência na variação da resposta imune humoral após a vacinação contra influenza A / H1N1 em indivíduos mais velhos. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26044074/
  39. Cimeira global de segurança de vacinas OMS 2019 https://www.youtube.com/watch?v=oJXXDLGKmPg
  40. Nenhum fabricante de vacinas de responsabilidade https://m.nieuwsblad.be/cnt/dmf20200804_95956456?fbclid=IwAR0IgiA-6sNVQvE8rMC6O5Gq5xhOulbcN1BhdI7Rw-7eq_pRtJDCxde6SQI
  41. https://www.newsbreak.com/news/1572921830018/bill-gates-admits-700000-people-will-be-harmed-or-killed-by-his-covid-19-solution
  42. Código jornalístico https://www.rvdj.be/node/63
  43. A desinformação relacionada ao COVID-19 se aproxima da Comissão Europeia EurLex, junho de 2020 (este arquivo não danificará seu computador)
  44. https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(20)30461-X/fulltext
  45. http://www.raadvst-consetat.be/dbx/adviezen/67142.pdf#search=67.142
  46. https://acu2020.org/
  47. https://reader.elsevier.com/reader/sd/pii/S0049384820303297?token=9718E5413AACDE0D14A3A0A56A89A3EF744B5A201097F4459AE565EA5EDB222803FF46D7C6CD3419652A215FD2C674F74D2
  48. https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(20)31180-6/fulltext
  49. https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(20)31324-6/fulltext
  50. Não há ressurgimento da pandemia, mas uma chamada casedemia devido a mais testes.
    https://www.greenmedinfo.com/blog/crucial-viewing-understanding-covid-19-casedemic1
  51. https://docs4opendebate.be/

Fonte: American Institute for Economic Research (AIER). Fundado em 1933, o Instituto Americano de Pesquisa Econômica é uma das organizações de defesa e pesquisa econômica apartidária mais antigas e respeitadas do país. Com alcance e influência globais, a AIER se dedica a desenvolver e promover as ideias de pura liberdade e governança privada, combinando pesquisa econômica avançada com alcance de mídia acessível e programação educacional para cultivar uma compreensão melhor e mais ampla dos princípios fundamentais que permitem a paz e a prosperidade ao redor do mundo.

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