Brasil deixa de participar da Celac, grupo que apoia Cuba e Venezuela

0
Ministro Ernesto Araújo disse que CELAC não vinha tendo resultados. Crédito: Divulgação

CELAC não vinha tendo resultados na defesa da democracia ou em qualquer área, diz ministro Ernesto Araújo

O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, anunciou por meio da sua conta no Twitter que o Brasil decidiu suspender sua participação da Comunidade dos Estados Latinoamericanos e Caribenhos (Celac).

“A Celac não vinha tendo resultados na defesa da democracia ou em qualquer área. Ao contrário, dava palco regimes não-democráticos como os da Venezuela, Cuba, Nicarágua”, afirmou o titular do Itamaraty na rede social.

O ministro também ressaltou que o Brasil tem a determinação de trabalhar com todas as democracias da região. A declaração de Ernesto segue a linha diplomática adotada pelo Brasil no governo Bolsonaro, a qual visa se aproximar dos países economicamente liberais e democráticos, rechaçando os de regimes autoritários.

“O Brasil decidiu suspender sua participação na CELAC (Comunidade de Estados Latinoamericanos e Caribenhos). A CELAC não vinha tendo resultados na defesa da democracia ou em qualquer área. Ao contrário, dava palco p/regimes não-democráticos como os da Venezuela, Cuba, Nicarágua”, declarou o ministro em sua rede social.

“O Brasil reforça sua determinação de trabalhar com todas as democracias da região (seja bilateralmente, seja na OEA, no Prosul ou no Mercosul) por uma agenda de liberdade, prosperidade, segurança e integração aberta”, completou.

A Celac é um bloco regional criado em 2010 na Cúpula da Unidade da América Latina e Caribe, em Playa del Carmen, cidade do México. Já o Prosul foi formado em março deste ano a partir da assinatura da Declaração de Santiago e conta com a participação de oito países: Brasil, Chile, Argentina, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai e Peru.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor registre seu comentário
Por favor, digite seu nome aqui