As entranhas do “Pacto de Princeton” entre Lula e FHC

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Mediante estratégia política, nada honesta, a esquerda conseguiu governar, com “preliminares” desde 1985, de 1995 a 2018.

Artigo escrito por Sérgio Alves de Oliveira, publicado originalmente em Jornal da Cidade Online

Apesar de “sócios” dissimulados, no intento de implantar alguma das variantes do socialismo no Brasil, o Partido do Trabalhadores-PT, e o Partido da Social Democracia Brasileira-PSDB, sempre procuraram disfarçar essa sociedade.

O trato foi: se não vence um, vence o outro. Mas no frigir dos ovos, o poder se manterá na “esquerda”!!!

Mediante essa estratégia política, nada honesta, a esquerda conseguiu governar, com “preliminares” desde 1985, de 1995 a 2018, primeiro com Fernando Henrique Cardoso (2 mandatos consecutivos), depois com Lula (igualmente 2 mandatos), e Dilma Rousseff (1,5 mandatos).

Prosseguiu com o mandato “tampão” de Michel Temer (2 anos), que substituiu Dilma, de quem era “vice”, nos dois últimos anos do seu segundo mandato, em vista do impeachment.

Essa “combinação” havia sido feita nos Estados Unidos, um pouco antes da primeira eleição de Fernando Henrique Cardoso, em 1994.

Esse acordo diabólico entre as duas correntes da esquerda foi firmado na cidade de Princeton, Estados Unidos, entre o então representante do FORO DE SÃO PAULO, Lula da Silva, e o representante do DIÁLOGO INTERAMERICANO, o socialista fabiano Fernando H. Cardoso, em janeiro de 1993,um ano antes da eleições que conduziriam FHC à Presidência da República.

O “Pacto de Princeton” deu certo. Tanto deu certo que a esquerda ocupou a cadeira presidencial durante 23 anos, mais tempo que Regime Militar, que governou de 1964 a 1985, período em que o Brasil teve grande impulso desenvolvimentista, contra a estagnação e o atraso político, social e econômico deixado pelos seus sucessores, da esquerda, cuja maior “obra” foi a roubalheira que fez dos cofres públicos, estimada em cerca de 10 trilhões de reais, superior ao PIB brasileiro, atualmente de 7,3 bilhões de reais.

O tal pacto reconheceu uma ESQUERDA FORMAL, representada por Lula, pelo PT, e por todos os seus “comparsas” de esquerda, que deveria competir nas eleições brasileiras com uma DIREITA “FAKE NEWS”, uma direta falsa, representada por FHC, seu partido, o PSDB, e toda a “camarilha” de esquerda se fingindo de direita.

A essa estratégia política de fingimento, com uma oposição fictícia, deram o nome de POLÍTICA DA TESOURAS.

Em Princeton foi acertada a participação de ex-guerrilheiros nas eleições, a esterilização da população para controle da população, o incentivo ao homessexualismo, a legalização do aborto, o enfraquecimento do cristianismo, uma “força” à Teologia da Libertação para abalar os alicerces da Igreja, o enfraquecimentos das Forças Armadas, a difamação da Revolução de 1964.

É evidente que não foi conseguido tudo. Mas grande parte foi. Inclusive a eleição para senador do ex-motorista e guarda-costas de Carlos Marighella, o também ex-terrorista Aloysio Nunes, o combate sem trégua ao cristianismo (Antônio Gramsci?), a entrega da Igreja local em grande parte à Teologia da Libertação, o desprestígio das Forças Armadas, e a tentativa de desmoralização do movimento cívico-militar de 31 de março de 1964.

Sem dúvida o domínio da esquerda durante o período que governou foi absoluto.

Os Três Poderes funcionaram com plena harmonia, todos acomodados num “toma lá-dá-cá” sem fim. E foram simplesmente “geniais” no aparelhamento que fizeram do Estado, em todas as organizações públicas onde infiltraram os seus “fiéis”, nas leis que editaram, e na própria Constituição de 1988, que em resumo pode ser considerada a “bíblia da esquerda”.

É evidente que no momento do “Pacto de Princeton” Lula ainda não estava “maduro” (não o da Venezuela) para assumir a presidência. Esse “sacrifício” teria sido assumido pelo “veterano” FHC, concorrendo pela “direita”, aos olhos enganados do povo brasileiro.

Mas acabou chegando o momento de Lula, que após tanta insistência, acabou sendo eleito Presidente da República em 2002,c ertamente com “aval secreto” de FHC, que tanto nessa, quanto nas eleições seguintes, sempre “fingiu” apoiar o candidato de “direita”, do seu partido, o PSDB.

Como Serra, Alckmin e Aécio Neves se prestaram a esses papéis ridículos?

Nota: os que se interessarem por mais detalhes sobre o diabólico “Pacto de Princeton”, entre Lula e FHC, poderão buscá-los no magnífico livro de Heitor de Paula “O EIXO DO MAL LATINO-AMERICANO E A NOVA ORDEM MUNDIAL”.

Fonte: Jornal da Cidade

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