Arbítrio destrutivo: a política de Merkel assemelha-se à de um motorista embriagado

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A grande “prisão domiciliar” na Páscoa não virá: a política arbitrária de Merkel está chegando ao seu limite

Após duras críticas da imprensa, da mídia, da população e do empresariado, Merkel cede e admite seus erros. Não haverá lockdown na Quinta-Feira Santa e no Sábado Santo. É a pura arbitrariedade que leva à destruição da sociedade.

Como noticiado pela “n-tv”, Merkel convocou uma reunião de emergência rápida e surpreendente. Foi então decidido que o grande confinamento decidido na noite de segunda-feira para o domingo de Páscoa, que também seria aplicado na Quinta-Feira Santa e Sábado Santo, não será afinal implementado. Vê-se: esse confinamento forçado é pura arbitrariedade que, sem legitimação, leva à destruição da sociedade.

De modo cândido, a esperta política alemã declarou que “A ideia de uma paralisação na Páscoa foi traçada com a melhor das intenções, mas não foi possível implementar as medidas com tão pouco prazo”, justificou. “O erro foi única e exclusivamente meu”, disse a chanceler, pressionada por críticas e protestos contra o confinamento nas últimas semanas. Merkel se viu acuada por manifestações contrárias e teve de desistir de impor novo confinamento, para o período entre os dias 1º. e 5 de abril. Os globalistas odeiam mesmo as festas cristãs, pois os lockdowns anteriores prejudicaram as comemorações da Páscoa e Natal de 2020.

A política de Merkel para o coronavírus: puro arbítrio sem legitimidade

As celebrações da Páscoa estão gravadas muito fundo na alma alemã. O que o governo Merkel está fazendo é a destruição da alma alemã, de sua cultura, de sua história, de sua tradição. Os globalistas do Grande Reset não têm pátria e nem religião.

O recuo que a ditadura imposta por Merkel teve de fazer foi precedido por violentos protestos de todos os setores da sociedade, incluindo a grande imprensa e os cidadãos. Foi manifestada uma falta geral de compreensão e completa rejeição. Merkel teve de voltar atrás e, aparentemente, quis se desculpar pelos erros da última reunião, diz-se.

Isto significa que não resta muito das resoluções da recente conferência federal-estadual. Para o chamado “período de descanso prolongado na Páscoa” o governo Merkel tinha inventado especialmente o slogan cínico “Vamos ficar em casa”.

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Fonte: Freie Welt

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