Ação milionária movida contra a China pelos danos causados pelo Covid-19

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Um processo federal de ação coletiva culpa o governo chinês pelos danos causados ​​pela pandemia do coronavírus

Fonte: westphsea.com

O advogado Matthew Moore disse que as autoridades chinesas sabiam, em 3 de janeiro, que o COVID-19 era transmitido de humano para humano e os pacientes começaram a morrer dias depois e ainda “Eles continuavam a dizer ao povo de Wuhan e ao mundo em geral que tudo estava bem, até mesmo realizando um jantar público em Wuhan para mais de 40.000 famílias em 18 de janeiro”.

Moore escreveu no processo que os réus do COVID-19 sabiam que era perigoso, mas agiram lentamente e o cobriram por “interesse próprio econômico”.

O processo foi aberto pelo Berman Law Group, com sede em Boca Raton, no tribunal federal de Miami.

A República Popular da China e a cidade de Wuhan são nomeadas como acusadas e buscam bilhões de dólares em danos compensatórios, pois a China não conseguiu conter o coronavírus.

Os danos compensatórios incluem aqueles que sofreram ferimentos pessoais, mortes por negligência e danos materiais.

Entretanto, o co-fundador da firma, Russell Berman, disse: “Esta é uma ação ambiciosa contra uma superpotência mundial, mas a China desencadeou uma pandemia sobre o mundo, e os danos agora se multiplicam exponencialmente todos os dias aqui nos EUA e na Flórida”.

A OMS apela a todos os governos para que testem todos os casos suspeitos

A Organização Mundial da Saúde (OMS) convocou na segunda-feira (16) os países a testarem todos os casos suspeitos de COVID-19, já que o resto do mundo registrou mais casos e mortes na pandemia do que a China.

“Não se pode combater um incêndio de olhos vendados”, disse o chefe da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, em uma coletiva de imprensa virtual da sede da agência da Organização das Nações Unidas (ONU), em Genebra.

“Na semana passada, vimos uma rápida escalada de casos de COVID-19”, disse ele, já que o número global de mortes na pandemia subiu para 7.000.

Mais casos e mortes já foram relatados no resto do mundo do que na China, onde o novo coronavírus apareceu pela primeira vez em dezembro, acrescentou.

Tedros não forneceu os números mais recentes, mas de acordo com uma contagem da AFP de segunda-feira (16) baseada em fontes oficiais, mais de 175.500 casos foram registrados em todo o mundo.

Os países mais afetados em termos de fatalidades são a China continental, com mais de 3.200 mortes, a Itália com mais de 2.000 mortes, mais de 853 no Irã e mais de 300 na Espanha.

O chefe da OMS alertou que, à medida que os casos aumentam, “não temos visto uma escalada suficientemente urgente nos testes, isolamento e rastreio de contatos, que é a espinha dorsal da resposta”.

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